Tarifa de 50% sobre o café pelos EUA compromete competitividade brasileira, dizem analistas
Nova taxa imposta por Trump ao grão brasileiro amplia tensão comercial e pode favorecer concorrência de países como Colômbia e Vietnã
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Nova taxa imposta por Trump ao grão brasileiro amplia tensão comercial e pode favorecer concorrência de países como Colômbia e Vietnã
Ambiente facilitador é um conjunto de condições comerciais, organizacionais e legais que ajudam os cafeicultores a produzirem melhor e obterem um maior retorno
Grande aumento nos preços dos fertilizantes provocado pela guerra entre a Rússia e a Ucrânia causará altas no custo de produção do café
Congresso Brasileiro do Direito do Agronegócio será transmitido, nesta quarta-feira (31), a partir das 9h, pelo canal do YouTube do Instituto Brasileiro de Direito do Agronegócio (IBDA)
Financiamento contribuirá para melhorar produtividade do café ao enfrentar desafios que do setor
Agronegócio que vive e faz o Brasil viver, é competitivo e gera trabalho
No Brasil, o desafio é um só: garantir que as condições de sanidade adequadas sejam observadas pelos segmentos envolvidos e reconhecidas pelos consumidores. Por Sílvia Helena G. de Miranda, professora da Esalq/USP e pesquisadora do Cepea.
Evento ocorre na Ufla e reúne autoridades da CNA, além de palestras voltadas para mecanização em áreas montanhosas e produção de cafés de qualidade.
Itens devem ser incluídos no novo Contrato Cafeeiro que será assinado pelo Governo e pela FNC em 2016.
Análise entre produção de café no Brasil e na África foi feita por parceria entre a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e o Centro de Inteligência em Mercados.
Em seu balanço semanal, o CNC - Conselho Nacional do Café reforça ações em busca de saídas para a ampliação da competitividade do café brasileiro, incluindo informações e análises comparativas sobre custos de produção, oferta e a demanda de café e seus impactos nos mercados nacional e internacional.
Se não for recuperado o avanço da produtividade, o Brasil estará sacrificando sua competitividade, posto que é o aumento da produtividade que tem mantido os custos abaixo daqueles de seus concorrentes.
O Fecafé, criado no ano passado pelo Governo de Minas, recebe até o dia 02/07 propostas de projetos de produtores e entidades ligadas ao setor para o melhoramento do produto, estudos estratégicos e um mapeamento detalhado da produção no estado. O fundo tem orçamento de R$ 40 mi para este ano e R$ 60 mi para 2014.
Conilon BRS Ouro Preto será apresentada em programa de TV da Embrapa, com benefícios que esta variedade pode trazer para a cafeicultura na região amazônica
O Brasil deverá produzir 183,3 milhões de toneladas de grãos em 2013, o que representa um avanço de 13,1% em relação a 2012. A alta expectativa se deve à previsão de aumento de produção de soja na ordem de 26,3%. Essa é uma boa notícia para a economia brasileira, que precisa recuperar o crescimento do passado recente, mas os ganhos devem ser minimizados pela instabilidade recente na área logística.
O engenheiro civil José Olímpio Dias de Faria, ex-vice-presidente do Instituto de Engenharia, se manifesta em reação à notícia desta semana sobre as discussões governamentais em torno da MP 571/2012 do Código Florestal.
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, afirmou que sua próxima bandeira será a mudança na legislação trabalhista vigente, para reduzir o custo Brasil. Segundo ela, o "elevado custo da mão de obra no país é um dos principais entraves à competividade das empresas e, por isso, as leis precisam ser modernizadas".
O leitor e colaborador do CaféPoint, Renato Hortélio Fernandes, enviou um comentário ao artigo de José Luis Ruffino, e comenta sobre alguns os fatores determinantes para a competitividade.
O mercado de café está altamente competitivo, e em função de problemas decorrentes de adversidades de clima que atingiram os principais países produtores de café, prejudicando e reduzindo suas produções, o Brasil agora tem a oportunidade de ampliar sua participação no mercado, ocupando as lacunas deixadas por esses países. Desenvolvimento e emprego de novas tecnologias de produção e processamento podem garantir maior competitividade à cafeicultura brasileira.
O diretor geral do Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé), Guilherme Braga, diz que a desvalorização do dólar tira competitividade do produto brasileiro no Exterior e prevê queda nas vendas nos próximos meses. "Provavelmente deveremos observar uma redução do volume exportado mais à frente, talvez a partir de janeiro de 2011", diz.
Um documento com propostas que garantam a competitividade da cafeicultura paranaense será elaborado pela Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP). Técnicos da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) também contribuirão para o estudo. "Vamos propor medidas que ponham fim a uma situação dramática", contou o presidente da Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Breno Mesquita.
Sem acordo com Washington, o café brasileiro perde competitividade, em momento marcado por exportações em queda e incertezas quanto à próxima safra
Empresários rurais da Associação de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (ACENPP) encontraram uma maneira de driblar os altos custos de produção do café. Eles estão estruturando uma Central de Negócios, entidade associativa criada por empresários de um mesmo setor para reduzir custos de compra e venda de produtos e ampliar negócios.