Companhia suíça aposta no cultivo de café com uma joint venture no Brasil
Suíça Sucafina fechou acordo com a fazenda Monte Alegre (MG), produtora de grãos arábica.
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Suíça Sucafina fechou acordo com a fazenda Monte Alegre (MG), produtora de grãos arábica.
A Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) examina na terça-feira (10) o substitutivo do PLS 8/2011 determinando que gastos com reflorestamento para recomposição de Áreas de Preservação Permanente (APP) e de Reserva Legal poderão ser deduzidos do imposto de renda.
Os agricultores poderão contar com recursos do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) para recuperar terras degradadas e assim ampliar as áreas agricultáveis em suas propriedades. Essa possibilidade consta de projeto aprovado nesta terça-feira (18) pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), em decisão terminativa. O autor da matéria argumenta que existem nas propriedades rurais parcelas antes exploradas que hoje estão abandonadas por [...]
A proposta de criação da área de preservação permanente mundial e os compromissos da Rio+20 serão temas de audiência pública conjunta das Comissões de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), do Senado, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. O debate ocorrerá no dia 20 de junho, às 10 horas, no estande da CNA, no Rio de Janeiro.
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, defendeu nesta terça-feira que os produtores que preservam as nascentes de água em suas propriedades sejam remunerados por serviços ambientais prestados à sociedade. "Os produtores rurais, especialmente os pequenos, precisam ser remunerados, para que essas nascentes sejam transformadas em patrimônio natural da humanidade", afirmou durante abertura da 5ª Reunião da Seção Brasil do Conselho Mundial da Água (CMA), realizada na sede da CNA, em Brasília.
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, disse na última terça-feira (18/10) que o novo texto do Código Florestal deve ser aprovado até o dia 22 de novembro no plenário do Senado. Ao participar de reunião com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a senadora destacou o avanço em torno das negociações para atualizar a legislação ambiental e afirmou que a proposta está muito próxima do consenso.
É possível aprovar o projeto do novo Código Florestal no Senado até o final de novembro, para que a Câmara possa votá-lo antes do final do ano. Mas será necessário um "grande entendimento" para que as alterações feitas no Senado sejam mantidas na Câmara.
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou ontem (21) o parecer do relator Luiz Henrique (PMDB-SC) ao projeto de reforma do Código Florestal, sem examinar o mérito do texto nem das 96 emendas apresentadas pelos senadores. Relator em duas outras comissões - Agricultura (CA) e Ciência e Tecnologia (CCT) - , Luiz Henrique pediu "um voto de confiança" aos colegas, em função do seu compromisso de examinar as alterações sugeridas posteriormente.
A Café Utam, torrefadora tradicional de Ribeirão Preto e com presença em mais de 300 cidades no interior de São Paulo e Minas Gerais, acaba de fechar uma parceria com a fabricante francesa de xaropes e bases para bebidas Monin com o objetivo de incrementar a oferta de produtos na linha gourmet. A torrefadora pretende oferecer bebidas de maior valor agregado, como expressos aromatizados, cappuccinos, chás e smoothies, em sua rede de clientes. Atualmente, são mais de 1,3 mil pontos de venda, entre cafeterias, restaurantes, bares e hotéis.
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, defendeu, nesta terça-feira (5/7), no Senado, a aprovação pela Casa do novo Código Florestal brasileiro e refutou a proposta de cientistas de adiamento da votação da matéria. Lembrou que a atual legislação prejudica a produção agropecuária ao criminalizar 95% dos produtores rurais de todo o País e que o papel do Senado, nesse contexto, é o de "colocar nos eixos o setor mais importante da economia nacional".
Agricultores familiares e assentados poderão financiar a recuperação de áreas florestais em suas propriedades, em assentamentos e em áreas desapropriadas pela União. A medida que foi aprovada ontem (09), na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado Federal, em caráter terminativo (não precisa passar pelo plenário da Casa), poderá beneficiar, principalmente, os produtores com menos recursos, como quilombolas e indígenas.
O relatório do senador Jorge Viana (PT-AC) sobre o projeto do novo Código Florestal deve ser lido amanhã, dia 17, na Comissão de Meio Ambiente (CMA). Previsão do presidente da comissão, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), era que fosse lido hoje, dia 16. Como deve ser apresentado pedido de vista ao texto, para que os senadores tenham mais tempo para analisar as modificações sugeridas pelo relator, a votação deve ficar para a próxima semana.
Todas as propriedades rurais que desmataram sem autorização ou licenciamento e foram autuadas até 2008 poderão converter as multas em serviços de recuperação ambiental. É o que consta do texto-base do parecer do relator Jorge Viana (PT-AC) aprovado ontem na Comissão de Meio Ambiente (CMA).
O texto do parecer do senador Jorge Viana (PT-AC) ao projeto do novo Código Florestal, cuja aprovação foi concluída ontem (24) pela Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado em clima emocional, foi considerado satisfatório para o Ministério do Meio Ambiente e para o setor rural. A votação no plenário da Casa pode ser na quarta-feira e a expectativa de líderes da oposição e do governo é de aprovação tranquila.
Ministério da Fazenda da Colômbia acredita em encerramento de ano positivo para o setor
Será um total de 100 bilhões de pesos na tentativa de solucionar problema dos baixos preços
A sede própria vai proporcionar melhores condições de trabalho e fluidez da prestação de serviço em prol do setor
Após um ano da aprovação do Código Florestal, o país ainda aguarda por medidas concretas para recomposição de áreas desmatadas além dos limites legais, que permitirão regularizar propriedades com passivo ambiental, e a oferta de incentivos a produtores rurais que preservaram florestas e matas nativas.
Safras & Mercado: Curso Gestão Estratégica na Comercialização de Café, dia 08 de Maio de 2012 - São Paulo, SP. O curso dá ênfase na preparação de profissionais na gestão comercial no mercado de café.
Calos Eduardo de Andrade, Engenheiro Agrônomo da UFV, fala sobre a situação das lavouras de café do Brasil. Os cafeicultores passaram por um período muito longo de preços deprimidos e isso fez com que uma parte significativa de cafeicultores ficasse descapitalizada e sem condições de utilizar insumos em quantidade e em qualidade suficientes para melhorar a situação vegetativa das lavouras.
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, afirmou que as discussões relativas ao novo Código Florestal brasileiro precisam ser encerradas em 2011, para que os resultados das pesquisas possam ser aplicados com mais segurança nas áreas de produção.
Ocorre nos próximos dia 1º e 2 de abril, a partir das 8h30, em Varginha/MG, os cursos de análise de mercado físico e futuro de café e mercados de opções de café, sob comando de Gil Barabach, economista com especialização em Agribusiness e Gestão Agroindustrial, com ênfase em café.
O Código Florestal em vigor poderá trazer consequências trágicas para o café de Minas Gerais, responsável por 51% da produção nacional e por 57,5% das exportações do agronegócio mineiro. Sem uma nova legislação ambiental, cuja proposta está em discussão no Senado, haverá redução drástica da produção e dos empregos gerados com a cafeicultura, além da perda de até 100% da área utilizada para a lavoura.
Vários representantes de produtores de café do sul de Minas Gerais vão participar de audiência publica no Senado, para discutir os impactos da reforma do Código Florestal sobre sua atividade.