Após a passagem das frentes frias o ar mais seco favorece a secagem do café
Chuvas dentro da média e pouco frio deverão caracterizar o inverno 2017, confira análise completa.
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Chuvas dentro da média e pouco frio deverão caracterizar o inverno 2017, confira análise completa.
O atual evento El Niño continua forte e dando sinais de que deverá permanecer pelo menos até o início do outono de 2016. Por Williams Ferreira, pesquisador da Embrapa/Epamig na área de Agrometeorologia e Climatologia.
Agricultores devem dar maior atenção ao café recém colhido, que é colocado no terreiro.
Entenda como as recentes frentes frias e chuvas estão influenciando no aumento vegetativo inesperado do cafeeiro. Por Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro e Domingos Queiroz.
Previsão para setembro divulgada pela Epamig foi analisada pelo pesquisador da Embrapa/Epamig na área de Agrometeorologia e Climatologia, Williams Ferreira.
Produtores estão ansiosos para ver o que vai acontecer caso a geada chegue à região.
A programação conta com palestras do professor da Ufla, Luiz Gonzaga de Carvalho, e de Celina Xavier de Mendonça, da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério de Meio Ambiente.
O Cerrado Mineiro e o Sul de Minas concentram o maior número de relatos de antecipação de colheita, informa Cepea.
Apesar de esclarecer que esse é um prognóstico climático e, portanto, passível de alterações, não deixa de ser uma excelente notícia. Por José Donizeti Alves, professor da Universidade Federal de Lavras (Ufla).
Embora possam ser consideradas "fortes", as primeiras chuvas poderão não reverter de imediato o déficit hídrico hoje observado no cinturão do café. Por Williams Ferreira, pesquisador da Embrapa/Epamig na área de Agrometeorologia e Climatologia.
Previsão de alta de temperaturas para setembro e fenômeno El Niño aumentam possibilidade do granizo em Minas Gerais, diz pesquisador da Embrapa/Epamig
Há previsão de chuva sobre São Paulo, algumas áreas do Rio de Janeiro e leste de Minas Gerais
Seca deste ano é, na visão de Nelson Carvalhaes, fator mais impactante mesmo quando comparado à geada de 75, à seca de 84, ou à extinção do Instituto Brasileiro do Café (IBC)
O Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, possui 106 estações meteorológicas automáticas no Estado de São Paulo e tem uma das bases de dados mais antigas do País, cerca de 121 anos. Com essas informações, os pesquisadores do Instituto podem afirmar que desde a década de 80 é recorrente o atraso na época de início das chuvas, o que prejudica, principalmente, a florada do café, refletindo na produtividade dos cafezais e na qualidade dos grãos. A safra de 2012, por exemplo, pode ter redução de até 20% devido ao período de seca, frio e desfolha das plantas.
Segundo especialistas, diante da realidade climática, para a cafeicultura mineira o cenário não é muito diferente do que ocorreu no ano passado.
Há diversos anos que não sofremos mais com as geadas nos nossos cafezais que foram muito intensas nas décadas de sessenta e setenta com prejuízos considerados moderados, severos e severíssimos. Estamos acompanhando a climatologia e conclui-se que a partir de agora teremos grandes riscos de ocorrência de geadas nas regiões cafeeiras com um período de resfriamento da terra e, com durabilidade para os próximos 20 anos e, logicamente nosso cinturão cafeeiro situa-se em grande parte da região sudeste com vulnerabilidade às geadas.
A climatologia indica temperaturas mais elevadas que o normal e precipitações menos intensas que a média para Tambaú/SP, na Mogiana, e boa parte das áreas cafeeiras do centro e sul do Brasil.
Com o cenário de enfraquecimento do fenômeno La Niña já para maio, a previsão para o período de colheita é de alguns episódios de chuva. Não teremos um outono e inverno chuvosos, mas os episódios poderão trazer transtornos às atividades de colheita. Além disso, com uma tendência de neutralidade climática para meados do ano, as ondas de frio poderão avançar livremente pelo país, favorecendo declínio acentuado da temperatura e, no mínimo, gerando muita especulação quanto às geadas.
Condições climáticas propícias à produção de robusta. O plantio para essa região poderá ser realizado nos meses de novembro e dezembro, uma vez que são meses com os maiores índices de chuvas.
Com representantes de todo Sistema Café da Região do Cerrado Mineiro, produtores, lideranças, autoridades e profissionais ligados à produção e comercialização de café foi que ocorreu o 19 Seminário do café da Região do Cerrado Mineiro, em Patrocínio, entre os dias 27 e 30 de setembro.
Olhando-se inicialmente os sinais dos desvios: existem mais chuvas acima ou abaixo da média para os próximos cinco meses? Caso exista uma tendência, você já poderá tomar alguma decisão importante.
Para Teixeira de Freitas, na Bahia, por enquanto, a previsão é de um período mais úmido que o normal de maio a julho. Em maio, por exemplo, o desvio positivo chega a 15% na primeira quinzena e a 10% na segunda quinzena.
Tanto no Sudeste como no Centro-Oeste, a tendência é de diminuição das chuvas a partir de abril. As chuvas deverão diminuir no decorrer do outono, mas não há previsão de ausência total de chuvas.
As chuvas generalizadas deverão prosseguir até o dia 1° de abril em Oliveira e em boa parte do centro e sul de Minas Gerais. Ou seja, teremos mais três quinzenas com chuvas na região. O acumulado registrado em Oliveira neste período deve oscilar entre 170 e 320mm.