Especialista alerta sobre desafios da mudança climática para o café
O especialista internacional em clima, Jeffrey Sachs, indicou que indústria de café deve se preparar para os desafios.
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O especialista internacional em clima, Jeffrey Sachs, indicou que indústria de café deve se preparar para os desafios.
Está em discussão pelos chefes de Estado até hoje (sexta-feira, 22), o rascunho zero do documento que será o produto final da Rio+20. Conforme definido pelo próprio Secretário Geral da ONU, Sr. Ban Ki-moon, o documento é bastante tímido. Talvez seja se comparado com os resultados da Eco 92, talvez pelas expectativas altas de uma civilização bem mais acostumada com os valores da sustentabilidade. Por Josefa Garzillo.
"Proteger áreas naturais visa a preservar a biodiversidade, garantindo santuários ecológicos. Há tempos se afirma que o homem precisa guardar espaços naturais intocados em nome do primitivismo perdido na civilização. Tudo bem. O que não pode é continuar o privilégio do usufruto dessas pérolas naturais apenas pela elite, por pesquisadores e ambientalistas, impedindo compartilhar, de forma ordenada, tal riqueza com a população. Instalar serviços turísticos nos parques florestais ajuda, não atrapalha, a conservação da natureza."
Como acontece em outras áreas - tais como as de tecnologia, de padrões de consumo e até da moralidade pública -, as grandes inovações que marcaram os avanços da civilização demoram a chegar ao Brasil. Essa é uma característica geral de países periféricos que ainda têm um peso relativamente pequeno no cenário internacional.
Lá se vai mais um aniversário da grande metrópole paulistana. É fascinante pensar historicamente, tentando entender como se formaram essas incríveis aglomerações humanas. Mais interessante, ainda, descobrir como se alimenta a vida na cidade gigante. Enorme desafio.
Contra mudanças climáticas, sobra lição de casa para todos. A agricultura não escapará dessa tarefa. Soa estranho, porém, querer torná-la vilã do problema ambiental. Excluindo o horror do desmatamento e o calor das queimadas, a crise ecológica se gera na cidade. Agricultura, não, nela se produz comida. Bem adubada.
Alguns dizem que a conservação dos nossos recursos naturais precisa estar vinculada a um mecanismo financeiro. Outros acreditam que conservar trata-se de uma obrigação moral. Podemos refletir sobre tudo isso com base em uma história real.
Celso Vegro descorre sobre o atual cenário global, com as primeiras medidas implementadas por Donald Trump, nos Estados Unidos, e a alta dos preços do café
"Imagine nosso país coberto de mata até hoje. Onde estaria o progresso e desenvolvimento que viabiliza a vida, o conforto e a segurança dos que amam a floresta sem que a conheçam na intimidade? Devemos nos orgulhar do feito de nossos patrícios pioneiros que abriram a mata para deixar entrar sol e assim criar civilização. São um exemplo a ser seguido: jamais condenado."
Apresentado no dia 17 de novembro, conteúdo destaca aspectos culturais, comportamentais e de consumo da bebida, com demonstração do preparo
O <i>cafezinho</i> é sinônimo de cortesia e civilização, parte integrante da etiqueta em ambiente doméstico ou profissional. Com a introdução do <i>espresso</i> no Brasil, foi criado um novo patamar preços e de modo de consumo. Hoje, estamos às vésperas do início das operações de alguns dos ícones de um novo patamar de serviços e preços.
Espaço Aberto: Pragas e doenças ameaçam a produtividade das lavouras em todo o mundo. No combate a esses organismos danosos, produtores Rurais recorrem ao uso de defensivos Agrícolas, que, por sua vez, afetam o meio ambiente. Seria possível praticar agricultura sem agroquímicos? Dificilmente. Por Xico Graziano
Prepare-se: vai faltar água na torneira. A situação é extremamente crítica. Em pleno verão, época de abundantes chuvas, os reservatórios estão minguados. Na agricultura, o forte calor associado às baixas precipitações estorrica as lavouras. Anda em busca de explicações o inusitado fenômeno climático.
Espaço Aberto: Terminou com farol baixo o Congresso Brasileiro do Agronegócio, realizado recentemente na capital paulista. Seus participantes ficaram com a impressão de estar discutindo os mesmos problemas há anos, sem avanço na agenda. Percebem o enfraquecimento do Ministério da Agricultura. Parece até que a agricultura não tem importância na vida nacional. Por Xico Graziano
Espaço Aberto: Agricultura sustentável - esse tema motivou uma reunião, recentemente realizada em Berlim, na Alemanha, interessada em descobrir os caminhos futuros do campo. Parecer unânime: é preciso unificar a agenda da produção com a da preservação. Nada se concluiu, porém, sobre os custos dessa equação. Quem pagará a conta? Por Xico Graziano
Durante a Ficafé 2009, o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, confessou que não foi competente por liberar crédito ao cafeicultor somente depois da colheita e prometeu melhores preços para o café: "o Brasil é o maior produtor de café do mundo, mas não forma preço. Os estoques hoje estão com os exportadores ou nos países importadores. Por isso o governo vai retirar do mercado 10 milhões de sacas, para trazer os estoques de volta aos países produtores, e com isso, melhorar os preços do café".
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, informou hoje que na noite de ontem, pediu demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva por considerar cumprida sua missão no governo.
País em desenvolvimento, eufemismo para nossos inúmeros gargalos, o Brasil possui mais prioridades do que meios de atuação. Por isso, escolher aquilo que é mais importante entre os temas importantes é fundamental; beneficiar determinados grupos com os remédios de sempre tem se mostrado uma prática pouco efetiva, perpetuando problemas seculares em nome da velha saída da socialização das perdas.
Essa é uma metáfora primorosa do que acontece atualmente pois o mundo quer e precisa ser alimentado, mas uma "elite" que não faz nem a mais remota idéia das agruras diárias para se produzir no campo o que quer que seja e que ironicamente sempre aponta o dedo em riste para os produtores rurais acusando-os de "elite dominante/burguesa" quer que se faça o seguinte:Não produzam em biomas de cerrado e amazônico! Se tiverem que fazê-lo, façam em áreas já abertas, mas recomponham 50 a 80% das mesmas e produzam somente no restante!
Posições catastróficas ajudam a despertar os incrédulos, tanto quanto provocam paralisia mental. Sabe-se que no copo d´água pela metade se encontra a diferença entre o otimista e o pessimista. Para este, o copo está quase vazio. Para aquele, quase cheio. É relevante. Certas práticas agronômicas, se adotadas, atenuam o cenário de aquecimento, amenizando a temperatura. A principal delas é a arborização da lavoura.
Nos países desenvolvidos, a maior concorrência sofrida pelo café traz dificuldades, mas também garante uma série de oportunidades para aqueles agentes mais ligados nas tendências. Nestes mercados, saber captar as preferências dos consumidores é fundamental, cativando-os.
A matéria-prima de todo nosso sistema é a água. Praticamente, todos os demais recursos naturais podem ser substituídos, menos a água. Ela é sinônimo de sobrevivência, ou do desaparecimento da vida neste pequeno planeta chamado Terra, tributário de uma estrela de 5ª grandeza, conhecida como Sol. Água é vida, ou morte.