Colômbia tem ampla disseminação de broca-do-café
Praga deve afetar os grãos em várias regiões que começam a colheita, como Caldas, Quindío, Risaralda, Antioquia e norte do Valle.
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Praga deve afetar os grãos em várias regiões que começam a colheita, como Caldas, Quindío, Risaralda, Antioquia e norte do Valle.
A cadeia de cafeterias da Colômbia, Juan Valdez, e a produtora de alimentos, Alpina, lançaram no país uma bebida láctea fria com sabor de café, um produto que poderá ser exportado no futuro e que busca competir com o Frappuccino da Starbucks. O lançamento também é parte das iniciativas para aumentar o consumo de café na Colômbia, o terceiro maior exportador global do grão depois do Brasil e do Vietnã.
Os cafeicultores colombianos querem conquistar os mercados da Rússia, da China e do leste da Europa. Para isso, investirão US$ 40 milhões na ampliação de sua planta de café liofilizado que aumentará a produção de 7 mil a 11 mil toneladas anuais. A planta, situada em Chichiná, a 280 quilômetros a oeste de Bogotá, produz cafés liofilizados, solúveis ou instantâneos e terá vendas de cerca de US$ 180 milhões em 2007.
O intenso inverno em Caldas, na Colômbia, está preocupando os cafeicultores, que estão alertas quanto à baixa incidência de flores da lavoura. Ainda que tenham sido efetuadas adubações recomendadas e outras técnicas de manejo, além da reduzida taxa de floração, as baixas temperaturas também estão causando danos aos cafezais. Em razão disso, os produtores pedem que seja decretado estado de "emergência invernal", o que lhes garantiria ajuda.