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247 resultados para "cascalles"

28/01/2011

Café sem contra-indicação

As tecnologias modernas nos trouxeram muitas comodidades. E, por consequência, algumas contra-indicações. Por exemplo, a aspirina tem diversos usos terapêuticos. É utilizada como analgésico em vários problemas agudos como resfriados, dores de cabeça, infarto cardíaco entre outros. Entretanto, um dos mais temidos efeitos colaterais dessa droga é a hemorragia<sup>1</sup>. A agricultura nos oferece o alimento necessário e os supermercados nos oferecem a comodidade da compra a qualquer hora. Esse modelo de desenvolvimento imediatista que prefere fechar os olhos para as consequências está no seu ápice. Lembremos, no entanto, que após o ápice de modelos insustentáveis a mudança é inevitável. Todo império chega a seu fim.

25/07/2008

Brasil de vários cafés e exemplos

Estive uma vez em um sítio de 5 hectares, onde além do café e do leite produzidos, havia ali toda a sorte de plantas cultiváveis. Uma vida simples, sem dúvida, mas a riqueza alimentar era tanta que seu proprietário precisava ir poucas vezes à cidade comprar comida. Ao contrário, quando ia, era para vender seus diversificados excedentes. A alta dos preços dos alimentos não lhe causava dor de cabeça, enquanto seu vizinho reclamava dos preços no supermercado.

20/06/2008

O marketing sócio-ambiental e a crescente demanda por cafés RainForest Alliance

Se antes o consumidor buscava um produto mais barato - equivocadamente considerado de melhor custo-benefício -, hoje ele busca um produto sustentável. Como que em um círculo vicioso, a mídia - em um processo sem volta - passou a defender os valores sócio-ambientais e não deu outra saída às empresas senão a de oferecerem produtos que tragam essa mensagem. Grandes empresas e fazendas já perceberam essa tendência e estão fazendo a sua parte. O Mc Donalds do Reino Unido comercializa, em todas as suas lojas, cafés com o selo sócio-ambiental RainForest Alliance. Em seis meses, a partir deste lançamento, as vendas de todos os produtos cresceram 15%. Especificamente, a renda com café subiu 23%.

28/03/2008

Programa das Nações Unidas apóia café sustentável

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) - que trabalha junto a governos e comunidades em 166 países para melhorar a qualidade de vida de pessoas carentes - e o Fundo Ambiental Global (Global Environment Facility - GEF, sigla em inglês) - a maior financiadora de projetos ambientais em países em desenvolvimento estão apoiando o programa de certificação de café da Rainforest Alliance. O economista de recursos naturais da PNUD, Andrew Bovarnick, disse que ambas as organizações estão interessadas em mercados que possam ajudar a promover a conservação e sustentabilidade ambiental. Segundo ele, o uso da certificação para indicar que produtos são produzidos de forma sustentável é a chave para o aumento da conscientização dos consumidores. Isso possibilitaria a conservação da biodiversidade, local e global, e a melhoria da qualidade de vida das comunidades, ao mesmo tempo em que auxilia na competição por mercados internacionais.

23/01/2008

Costa Rica: bom nível tecnológico na produção de cafés

A cafeicultura na Costa Rica possui um bom nível tecnológico, no manejo das lavouras e na produção de qualidade superior de cafés. Dentre os destaques, estão o plantio adensado, as podas bem definidas, a evolução nas variedades, a conservação de solo, as práticas de arborização e manutenção ecológica das regiões cafeeiras. Muitas práticas, atualmente usadas no manejo de cafezais na Costa Rica, podem ser adaptadas às regiões cafeeiras montanhosas no Brasil e vice-versa. As práticas que podem ser indicadas para adaptação são: a arborização, as podas (visando facilitar a colheita), a conservação dos solos e o preparo do café por via úmida.

27/12/2007

México: sustentabilidade na produção, mas dificuldades na renda

A cafeicultura no México compreende o cultivo de cerca de 480 mil ha de cafezais e a produção média anual tem sido em torno de 4,0 milhões de sacas, com tendência a reduções nos últimos anos, devido aos preços baixos, segundo relatório enviado ao CaféPoint por José Braz Matiello sobre a viagem feita ao México - patrocinada pela OCEMG - Organização de Cooperativas do Estado de Minas Gerais. Existe maior sustentabilidade no manejo e na preservação do ambiente, na cafeicultura do México em relação à brasileira, pelos melhores solos e pelo sistema sombreado.

16/02/2011

Rainforest Alliance Certified: a certificação como ferramenta de gestão e oportunidades de mercado

Todos os dias nós nos alimentamos, mas muitas vezes não sabemos o que estamos comendo, ou melhor, não sabemos como foi produzido aquilo que comemos. A mídia já percebeu que a sustentabilidade é o único caminho possível, além de um grande negócio. O produtor tem agora uma grande oportunidade, pois produzir um café certificado pode ir ao encontro de consumidores dispostos a construírem este caminho.

16/01/2009

Torne o sistema de produção sustentável, adote a Certificação Socioambiental e amplie as possibilidades de comercialização do café em mercados do mundo todo

<b>Certificação de Café - conceitos, oportunidades e tendências do sistema Rainforest Alliance</b> é o tema do novo curso da AgriPoint, que iniciará no dia <b>09 de fevereiro</b>, com objetivo principal de apresentar os conceitos, oportunidades, exigências e tendências do sistema <i>Rainforest Alliance Certified</i>, atualizando os profissionais interessados em atenderem este mercado em franca expansão.

04/04/2008

Leitor comenta: certificações trazem sobrepreço

No atual momento de mercado, as certificações e os selos de sustentabilidade são sinônimos de sobre-preço, como muito bem observado em seu texto e algumas cartas. Porém, é comum ainda lermos outros lamentando os baixos preços da commodity. Paradoxalmente, temos agora chance real de construir diferencial de valor agregado e respondemos com atitude conservadora de quem tem medo do novo. A organização de grupos de produtores é fundamental para se levar ao campo o que vemos e vivemos nas grandes cidades: assistência médica e odontológica, escola, computadores para filhos de colaboradores e treinamentos especializados, entre outros. E já existem muitos produtores fazendo. Talvez sejam os citados em seu texto como os que frequentemente já declaram os benefícios de quem se incluiu no novo modelo.

31/03/2008

Clima: chove na Colômbia, Vietnã e Indonésia

A Colômbia tem um regime de chuvas bi-modal (dois máximos e dois mínimos ao longo do ano). E um destes máximos está começando neste momento, entre março e abril, de acordo com Celso Oliveira, meteorologista da Somar. "Por isso mesmo, os produtores da Colômbia, que produzem café ao longo de todo o ano, encontrarão dificuldades na colheita, mas serão favorecidos no formação/desenvolvimento de novas floradas e grãos", comenta Oliveira

31/03/2008

Fundos reduzem 13,30% saldo comprado, em NY

Segundo relatório de traders divulgado pela Commodity Futures Trading Commission (CFTC), referente ao dia 25 de março de 2008, no mercado de café na ICE Futures US os fundos reduziram o saldo líquido comprado em 13,30% frente ao dia 18/03, último relatório. Os pequenos operadores reduziram seu saldo líquido comprado em 16,78%. Os comerciais apresentaram recuo de 13,74% no saldo líquido vendido. As posições em aberto também apresentaram recuo, segundo tabela abaixo, de 4,04% frente ao dia 18/03.

28/03/2008

Colômbia está preocupada com custos sociais do café

A Federação de Cafeicultores da Colômbia enviou carta ao Banco da República daquele país ressaltando as dificuldades dos produtores de café, no que diz respeito à desvalorização do dólar e destacando o custo social que será gerado caso não sejam tomadas medidas políticas adequadas. "Diferentemente de outros setores exportadores que enfrentam os mesmos problemas, no setor cafeeiro não vamos observar grandes quebras nem falências de empresas. O setor cafeeiro, por sua estrutura, ajusta-se mais silenciosamente, mas com um custo social muito mais grave, por meio da redução dos ingressos de 500 mil famílias cafeicultoras que sub-existem graças a este cultivo, com consequente migração para as cidades e a destruição da principal rede social do campo colombiano. Não em vão a Comissão de Ajuste da Institucionalidade Cafeeira, definiu a cafeicultura como um capital social estratégico para o país".