Starbucks® inaugura mais três lojas nesta semana
O Rio de Janeiro ganha sua primeira unidade na Zona Norte, e São Paulo recebe mais dois endereços da famosa marca de cafés gourmet.
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O Rio de Janeiro ganha sua primeira unidade na Zona Norte, e São Paulo recebe mais dois endereços da famosa marca de cafés gourmet.
A Starbucks Corporation anunciou ter assumido o controle total das 22 lojas abertas no Brasil por meio da aquisição da Cafés Sereia do Brasil Participações S.A. Em nota divulgada ontem (19), a companhia norte-americana diz que, unidades próprias, poderá se concentrar "nas enormes oportunidades" do mercado brasileiro, o maior da América do Sul. O valor da transação não foi revelado. Até então, a Starbucks local não conseguiu popularizar a sua mais tradicional versão da bebida, mas está disposta a mudar essa realidade.
O mês de abril foi escolhido pela Starbucks® para as ações sociais da marca em todo o mundo. Desse modo, todos os países desenvolverão ações especiais para o "Mês da Comunidade", que terá diversas atividades sociais e de preservação ao meio ambiente, envolvendo partnerse consumidores.
Diante da crise econômica e da saturação do mercado em seu país de origem, redes norte-americanas do segmento de alimentação como a Starbucks veem potencial no Brasil e em outros países da América do Sul, onde devem concentrar investimentos e expandir seus negócios.
A rede norte-americana de cafeterias Starbucks Coffee inaugurará hoje seu primeiro ponto de vendas no Rio de Janeiro. A loja, localizada no Shopping Leblon, na Zona Sul, vai trazer para a cidade uma marca que é referência internacional no ramo de cafeterias. No Brasil, a rede já está presente no estado de São Paulo, com 17 lojas que superaram as expectativas da companhia.
Starbucks planeja expansão "agressiva" no Brasil, segundo mercado consumidor de café do mundo, e está tentando atrair clientes também com um cardápio que inclui misturas mais fortes de café e alguns itens populares da culinária local, como o pão de queijo, conforme disse nesta segunda-feira o diretor de operações da empresa no País, Ricardo Carvalheira.
O ano de 2011 foi de reflexão para a subsidiária brasileira da Starbucks. E não só por causa da crise financeira global - a rede também precisava reorganizar a própria casa. Para este ano as metas da gigante americana para o País são bem mais ambiciosas: a ordem é dobrar a operação local, que chegará a 64 unidades até o fim de 2012.
O Rio de Janeiro ganha sua primeira unidade na Zona Norte e São Paulo recebe mais dois endereços da famosa marca de cafés gourmet.
Preparados à base de extrato de café verde, fonte de cafeína, gelo, suco e frutas naturais nos sabores, frutas vermelhas ou limão, são uma ótima pedida para quem prefere bebidas sem o sabor do café torrado.
Até o dia 15 de julho, a Starbucks® participará da ação que visa promover o Brasil em 295 lojas da Macy's nos Estados Unidos. Através da campanha "Brasil: A Magic Journey", a maior rede de departamento americana pretende promover produtos nacionais e se aproximar do público brasileiro, que já é o segundo em número de frequentadores das suas unidades.
Abalado com a crise econômica global, o setor de café vive um instante de pausa. Não há queda no consumo, mas uma perda de ritmo de crescimento e uma transferência de consumidores das cafeterias especiais para os próprios lares, onde o gasto é menor. Essa regra não vale para todos. A maior transferência ocorre nos países ricos, os mais afetados pela crise e onde houve maior perda de renda.
A chegada ao Rio da rede americana de cafeterias Starbucks poderia assustar comerciantes do ramo, mas empresários e especialistas apostam na segmentação (foco em consumidores qualificados, de alto poder aquisitivo) e no aumento geral do consumo. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), o Brasil é o segundo maior consumidor do grão no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
Desde a inauguração da primeira cafeteria no Brasil, em dezembro de 2006, o preço do popular "cafezinho com pão-de-queijo" continua o mesmo na Starbucks. O espresso custa R$ 2,90 e o pão de queijo, R$ 2,10. Embora tenha chegado ao país como um negócio pequeno, a empresa entrou no país com séria disposição de disputar mercado, como mostra a sua política de preços.
Diante de um mercado cada vez mais competitivo e de consumidores rigorosos, a indústria do café enxerga a sustentabilidade como o diferencial para manter o posicionamento no mercado brasileiro dentro de dez anos. Conforme a avaliação dos representantes do setor, o maior volume de informações na atualidade favoreceu a mudança no perfil dos compradores, tornando mais intensas as preocupações com o meio-ambiente e bem estar dos trabalhadores que atuam na cadeia produtiva.
O objetivo do painel "A Sustentabilidade e as Indústrias de Café" é examinar como a sustentabilidade está se transformando em uma filosofia da empresa, com abrangência na sua cultura interna, na sua gestão, entre os seus colaboradores, em seus negócios e na comunidade.
O aquecimento da economia e a maior renda disponível da população brasileira têm impulsionado o crescimento do consumo de café nos últimos anos. De olho nesse mercado em franca expansão e em novos hábitos de consumo, McDonald´s e Starbucks, duas das maiores redes mundiais que atuam no setor de serviços de alimentos, buscam crescer e consolidar suas operações no Brasil.