Peru completa seu retorno à OIC
Junto com o Peru, também entrou na OIC a República Democrática do Congo, de forma que o órgão está composto agora de 42 países membros.
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Junto com o Peru, também entrou na OIC a República Democrática do Congo, de forma que o órgão está composto agora de 42 países membros.
Ferrugem do café provocou abandono de 10% dos cafezais, por cerca de 180 mil produtores, em Chiapas, estimou o porta-voz da Aliança Nacional de Organizações Agropecuárias e Cafeeiras.
Há menos de um mês das eleições presidenciais na Colômbia, cerca de 100 mil camponeses colombianos começaram, no último dia 28, uma série de protestos em todas as regiões do país. Desde o começo da manhã, agricultores bloquearam rodovias, sob alegação de que o governo não cumpriu sua parte nos acordos estabelecidos nas negociações com o setor agrícola, em manifestação semelhante, nos meses de agosto e setembro do ano passado.
Orlando Beltrán, promotor da paralisação dos cafeicultores no Estado de Huila, expressa a indignação dos produtores junto ao governo e órgão representativos: "Com o aumento do AIC (Apoio de Receita ao Cafeicultor) o que tentaram foi dividir os cafeicultores e já temos o dobro de camponeses protestando nas vias do país. Os apoios oferecidos não são suficientes. Não queremos voltar às lavouras e continuar a perder dinheiro".
Segundo os líderes do protesto, a manifestação tem como objetivo "rejeitar as políticas neoliberais adotadas pelo governo, bem como privatizações e entrega de recursos naturais a empresas multinacionais". Os pequenos agricultores pedem o direito à propriedade agrícola, melhoria das condições do campo e acesso a melhores serviços de saúde e água potável. O desenvolvimento rural faz parte da agenda de negociação pelo fim do conflito armado entre o governo e as Farc.
Duzentas e noventa e quatro toneladas é a quantidade de café ainda em posse dos cafeicultores do município de Mucaba, na província do Uíge, que necessitam ser comercializadas, informou fonte ligada à administração local.
Funcionam no Brasil, estranhamente, dois Ministérios da Agricultura. Um se dedica ao agronegócio e o outro, ao produtor familiar. Uma invencionice política difícil de entender. Parece jabuticaba, só existe aqui. Uma safra, dois planos. Em Ribeirão Preto (SP), o governo anunciou as regras do financiamento da safra para a agricultura chamada empresarial. Semanas depois, foi a vez do plano da agricultura dita familiar, lançado em Francisco Beltrão (PR). Uma agricultura, dois discursos. No palanque paulista, as lideranças ruralistas aplaudiam Wagner Rossi, ministro da Agricultura e Abastecimento. No Paraná, os camponeses reverenciavam Afonso Florense, ministro do Desenvolvimento Agrário. Presente em ambos os eventos, a presidente Dilma Rousseff seguiu o roteiro lulista, naquele estilo ambíguo que agrada a gregos e troianos.
Por falta de apoio governamental e renovação dos cafezais, a colheita de café para o próximo ciclo terá uma queda alarmante de pelo menos 30%.
A Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia e o Patronato da Fundação espanhola Humanismo e Democracia firmaram um convênio destinado ao fortalecimento econômico, social e ambiental das comunidades rurais afetadas pelo conflito armado na Colômbia.
Há dez anos a queda do preço do café colocou em estado de crise centenas de cooperativas e pequenos cafeicultores em países em desenvolvimento. Muitos deles conseguiram se manter graças a um sistema de pagamento de bonificação denominado fair trade (comércio justo), que nasceu há 25 anos. Naquela difícil situação se pagou às cooperativas 90 centavos de dólar por libra de café, ou seja, o dobro do preço de mercado, então situado no seu nível histórico mais baixo.
Uganda ocupa desde a última sexta-feira o primeiro lugar entre os principais países africanos produtores de café que abastecem o mercado europeu, graças à instalação de uma fábrica de torrefação e acondicionamento do café em Kampala, capital do país. De acordo com o diretor da Good African Coffee (sociedade nacional de produção de café no Uganda), Andrez Rugasira, a entidade possui uma capacidade de produção anual de três milhões de toneladas.
Segundo o gerente geral da Federação Nacional dos Cafeicultores, o café está sendo substituído por outras atividades
Segundo o jornal Daily News, o presidente, Jakaya Kikwete, ordenou que mudas sejam distribuídas gratuitamente
Plantas da variedade castillo, desenvolvida no país pelo Centro Nacional de Pesquisas de Café (Cenicafé), são distribuídas gratuitamente.
Governo da Colômbia cria programa piloto para que os cafeicultores do país tenham garantia econômica para a terceira idade.
A natureza e causas da formação da riqueza das nações, de sua população, empresas e instituições originou a ciência econômica. Ainda que filósofos tenham se preocupado com a temática, foi somente com Adam Smith ao publicar em 1776 o clássico: "A Riqueza das Nações", que se constituiu efetivamente o que atualmente conhecemos como economia ou economia política. Aliando-se essa nova riqueza com as novas exigências de sustentabilidade sócio-ambiental, temos diante de nós a verdadeira cafeicultura competitiva do século 21.
A safra de café de 2010/2011 começou em Cuba e a expectativa é que a produção possa aumentar entre 20% e 25% em relação ao ano passado, quando o país colheu uma de suas safras mais baixas em toda a história. "Ainda não concluímos o processo de estimativa, mas aspiramos ter um aumento de, pelo menos, 1,2 mil toneladas de café", destacou Ramón Fómeta Ordúñez, engenheiro agrônomo e vice-ministro da Agricultura do país.
Preciosas informações sobre o campo foram recentemente divulgadas pelo IBGE. Elas confirmam o crescimento da agricultura familiar, cujas unidades passaram de 4,1 milhões para 4,5 milhões. Significam agora 88% do número total de estabelecimentos agropecuários do País. Esse interessante fenômeno da economia rural carece de melhor análise acadêmica. Tais dados, obtidos a partir do último Censo Agropecuário, destroem certo discurso boboca que brada estar o modelo do agronegócio acabando com a pequena agricultura.
Segundo o professor Bryant Simon, pesquisador da Temple University, na Filadélfia (EUA), a maior rede de cafeterias do mundo carece de um sentido de comunidade. Para ele, que acaba de lançar um livro sobre como o consumo interfere em nossas vidas, a Starbucks ganha muito financeiramente aproveitando a "frágil cultura cívica" dos norte-americanos e sua popularidade não ajuda a construir comunidades melhores ao redor do mundo.
A melhor política de valorização da cafeicultura nacional é aquela que privilegia a dinamização do setor e a inserção efetiva de seus integrantes em uma realidade que ultrapasse os limites do cafezal. O preço da prosperidade para a cafeicultura é alto; por isso, nada melhor que fazer com que este seja pago por consumidores satisfeitos com a qualidade do produto consumido.
De forma crescente, nem mesmo a chance de se pensar duas vezes é dada aos produtores. Atentas ao gosto do consumidor, algumas empresas vêm aumentando a exigência em relação ao produto adquirido, buscando o fornecimento da matéria prima perfeita. Nas gôndolas dos supermercados, é crescente o interesse no oferecimento de um café com o maior número de atributos possíveis, como qualidade, respeito a regras sociais, ambientais, etc. No entanto, na hora de pagar a conta, é rara a iniciativa que se disponha a transferir mais recursos aos produtores. Aumenta a exigência, porém os ganhos da ponta da produção continuam constantes.
A renovação dos cafezais com mais de 40 anos de vida é urgente, disse o diretor executivo do Conselho de Café Nacional, COFENAC, Juan Alberto Vera. O benefício direto será para 25 mil famílias de cafeicultores. Serão cultivados 25 mil hectares de arábica, usando variedades melhoradas e tecnologias sustentáveis de manejo; e 25 mil hectares de robusta, usando clones de alta produtividade. O orçamento deste projeto é de US$ 85 milhões.
No primeiro encontro oficial com representantes do sistema cooperativista brasileiro, na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes ouviu as principais reivindicações do setor, incluindo a redução das taxas de juros, especialmente nas linhas de crédito dos bancos oficiais.
Nos últimos dias, o mercado do café robusta tem observado uma significativa elevação na cotação do produto, a mais alta em 6 anos. Analistas presentes em Londres creditaram este quadro aos problemas climáticos ocorridos no Vietnã, responsáveis por uma queda na produção deste país asiático.