Comercialização de arábica já chega a 75% da safra 2014/2015
O Cepea aponta, contudo, que mês de janeiro acumula, agora, queda de 1,5% no preço da espécie
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O Cepea aponta, contudo, que mês de janeiro acumula, agora, queda de 1,5% no preço da espécie
Os preços futuros do café arábica atingiram ontem (01/08/13) o nível mais baixo em quatro anos na Bolsa de Nova York, após uma onda de vendas desencadeada pela forte depreciação do real ante o dólar. O contrato com vencimento em setembro caiu 2,5% e fechou a 115,60 centavos de dólar por libra-peso. A melhora do clima nas regiões produtoras do Brasil foi um dos fatores que pesou sobre o mercado.
Segundo a Associação Mexicana para a Produção de Café, o impacto da doença nas lavouras do país ainda está sendo estudado; fungo não deve afetar a produção deste ano porque os seus efeitos sobre a produtividade costumam ocorrer no longo prazo.
Processo deve ter início na primeira quinzena de maio, caso os grãos caiam no chão antes naturalmente pode afetar a qualidade da safra
Produtores terão situação adversa caso caiam preços internos e externos das commodities
Algumas das maiores companhias de café do mundo avaliam que os preços elevados da commodity não são suficientes para aumentar a produção. Executivos dizem que é essencial garantir a oferta de café no longo prazo, mesmo com preços mais altos. Embora os preços do café estejam perto do recorde, as companhias avaliam que muitos produtores estão cautelosos com relação aos ciclos da cultura e se preocupam com a possibilidade de que os preços caiam quando novas plantas produzirem frutos.
A oferta restrita e problemas com a safra de café da Colômbia não foram suficientes para sustentar as cotações em alta. Realizações de lucro por parte de investidores fizeram com que o mercado encerrasse o dia em baixa. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 527,65, com valorização de R$ 9,20 segundo o indicador Cepea/Esalq.
Em maio, mês que se inicia a colheita de café no Brasil, a saca do café arábica teve tendência baixista. Com oscilações de grande amplitude, o valor médio da saca no período analisado (de 02 de maio a 02 de junho) foi de R$ 530,32, segundo indicador Cepea/Esalq. Com a forte valorização do café arábica nos últimos meses, a demanda por café robusta cresce, devido ao aumento de uso desse tipo para composição de blends.
As exportações de café da Índia deverão declinar no trimestre de abril a junho desse ano devido à baixa oferta doméstica de café arábica e à fraca demanda global pelo café indiano, informou a Associação de Exportadores de Café do país.
Os exportadores de café da Indonésia estimam que a produção no país deverá cair 8,3%, para cerca de 550.000 toneladas nesse ano, menos que as cerca de 600.000 toneladas produzidas em 2010, devido às condições climáticas desfavoráveis.
Em junho o indicador Cepea/Esalq do arábica ultrapassou R$ 300,00/ saca. Desde então os preços têm se mantido entre os maiores da história, atingindo R$ 345,10/saca nesta terça-feira (26). Acredita que ainda há espaço para novas altas?
Em 2010, os instrumentos de crédito para custeio, colheita e comercialização devem chegar na hora certa ao cafeicultor, afirmou o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, na manhã desta quinta-feira (7), ao apresentar estudo da safra de grãos e café, realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Um café cremoso com sabor que lembra baunilha e amêndoa. Foi com dez sacos desses grãos que a produtora Olívia Faustinoni da Silva, de Mandaguari, a 35 quilômetros de Maringá, venceu o último Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café. Trata-se da mais recente conquista da cafeicultura local, que neste ano foi premiada outras vezes e desponta como um polo de qualidade da cultura.
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, se reuniu com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Antônio Andrade, para falar sobre a revisão do preço mínimo do café. "A situação está insustentável e se o mínimo demorar muito para ser definido, a tendência é que os preços caiam mais", afirmou a senadora Kátia Abreu.
O Quênia espera que seus lucros de exportação com café caiam na safra de 2012/13 (outubro-setembro), devido aos baixos preços internacionais e aos menores volumes, disse o Conselho do Café do Quênia. Apesar de a nação do leste africano ser um pequeno produtor de café comparado com outros produtores como Brasil e Vietnã, seus grãos especiais são bastante procurados para serem misturados com grãos de outros países.
O CaféPoint viajou até a região para conhecer a produção e a atuação do Sebrae na criação de marca e na organização do pedido de Indicação de Procedência
A Uganda é um dos principais exportadores de café da África e seus ganhos com esse produto são a principal fonte de comércio exterior do país. Devido ao declínio da colheita, a UCDA espera que as exportações de café do país caiam 13,8% em novembro.
Escrevi no início de junho passado que os preços do café subiriam quando os números atuais e futuros da safra brasileira viessem à tona. Preços mais elevados seriam certamente a única forma de seduzir o maior produtor de Arábica do mundo a aumentar sua produção para suprir a lacuna que se tornava evidente dia após dia. Os desafios são enormes, as ferramentas estão disponíveis e os excelentes preços de café criam as condições para sua utilização. A questão é se os lucros presentes e futuros, até que os preços caiam novamente, serão suficientes para compensar a descapitalização e, também, se e como o setor cafeeiro e o governo irão em conjunto planejar e implementar políticas para apoiar os cafeicultores e possibilitar a próxima "virada".
Estimativas são de que a produção de café da Guatemala, em 2023/2024, cairá para 3,43 milhões de sacas de 60 kg
O aumento da taxa de câmbio serve para aumentar o preço interno, desde que o preço da libra se mantenha ou suba. E assim aumenta também o valor das exportações
Para o ex-diretor-executivo da OIC, os cafeicultores com alta produtividade e resiliência serão os principais beneficiários dos atuais preços de mercado
Sem levar em consideração o quadro de consumo em alta, estoques mundiais baixos e agravamento dos problemas climáticos com o aquecimento global, operadores no mercado futuro, derrubaram ontem (10-04) fortemente, mais uma vez, os preços do café nas bolsas de commodities, em uma disputa em torno do vencimento dos contratos de opção para maio, que expirou hoje. Rolagem de posições de maio para junho, boatos requentados sobre o tamanho da próxima safra brasileira e ordens automáticas de venda, acionadas enquanto os preços caiam, aumentaram as perdas.
Temas como problemas sanitários, rastreabilidade, biotecnologia, têm patrocinado o início dos sistemas de certificação cada vez mais em moda nos dias de hoje e, mais recentemente, a emergência do tema da sustentabilidade, estão tornando o comércio internacional de alimentos e commodities agropecuárias complexo e pautado por procedimentos e padrões negociados de forma bilateral e com frágeis inter-relações com as regras multilaterais do comércio. Essa é uma das razões por que tenho defendido que as negociações da Rodada de Doha, nessa perspectiva, tratam de temas do passado e não tocam naqueles que estão, atualmente, na vanguarda das distorções no comércio. Não nos ajuda o fato de esse intenso movimento de certificações complexas não ser acompanhado por regras multilaterais que disciplinem a sua emergência. Embora as exigências caiam sobre os agentes privados, a confiança nos sistemas depende da chancela dos governos.
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgaram expectativas de produção de cada país produtor