Novo projeto de sustentabilidade beneficia cafeicultores no Vietnã
Iniciativa visa ajudar três mil agricultores nas províncias de Dak Lak, Dak Nong e Gia Lai
157 resultados para "beneficia"
Iniciativa visa ajudar três mil agricultores nas províncias de Dak Lak, Dak Nong e Gia Lai
Entidades dos municípios de Caconde e Jaboticabal receberam um investimento de mais de R$ 1 milhão em equipamentos
Executado pelo Sebrae, programa visa o desenvolvimento da atividade com foco em qualidade.
Segundo os colaboradores do Centro, a região da Mogiana (SP) foi a mais beneficiada com as precipitações.
"Chuvas também são observadas e esperadas nos estados do Paraná, São Paulo e sobre a região sul e sudoeste de Minas Gerais", pontua agrometeorologista.
Governo do país beneficiou cerca de 450 famílias com medidas para melhorar a capacidade de produção nas plantações.
O consórcio formado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, unidade Café (Embrapa Café) com a Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais) está facilitando o acesso dos cafeicultores às pesquisas desenvolvidas nas entidades especializadas. A maior divulgação dos resultados e as aplicações das técnicas no campo são consideradas fundamentais para ampliar a qualidade do café produzido no Estado.
Os esforços da Secretaria Nacional de Irrigação do Ministério da Integração Nacional (Senir/MI) junto aos estados brasileiros para ampliar as áreas irrigadas no país já começam a apresentar avanços e gerar ganhos para o setor. A primeira vitória veio de Minas Gerais, que aprovou, na última semana, lei estadual para alteração do Código Florestal, facilitando assim a implantação de projetos voltados para a agricultura irrigada no estado.
O Plano Agrícola e Pecuário 2013/14 irá proporcionar ao produtor mais acesso ao seguro rural. Serão disponibilizados R$ 700 milhões, sendo R$ 525 milhões para regiões e produtos prioritários, com subvenção de 60% do valor do prêmio. Outros R$ 175 milhões serão destinados a outras regiões e produtos, dos quais a subvenção será de 40% do valor do prêmio.
Medida anunciada no feriado beneficia exportações brasileiras a partir de 13 de novembro, mas mantém penalidade ao solúvel. Mercado reage com fortes oscilações
A decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) de prolongar o prazo para a contratação de operações da linha extraordinária para renegociação de dívidas dos cafeicultores, com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), será favorável para o setor em Minas.
Especialistas chegaram a conclusão de que a sombra pode ser uma aliada dos cafeicultores. Entre os benefícios está a maturação mais lenta, que dá mais sabor ao café. A técnica também garante a média de produção de um ano para outro, mas a maior vantagem está na proteção que as árvores oferecem aos cafezais, principalmente nas regiões de temperaturas desfavoráveis.
A Associação dos Agricultores Familiares de Santo Antônio do Amparo (AAFSAA) comemora a venda de um lote de 180 sacas de cafés provenientes de oito propriedades, diretamente para uma importadora americana. A comercialização revela uma série de conquistas, além de um ágio em torno de R$ 100,00 por saca. Reforça, sobretudo, a ideia de que a união dos produtores familiares é uma alternativa para a ampliação da qualidade do produto, para formação de lotes unificados e para o escoamento da safra de forma mais ordenada.
Depois de mais de uma década sem alteração significativa no preço do café, o mercado se mostra favorável para as próximas três safras. A falta de café especial no mercado está fazendo com que grandes empresas cafeeiras internacionais comprem o café do Brasil. A volta da renda na cafeicultura significa pagar as dívidas. No entanto, produtores e analistas usam o otimismo com cautela.
A troca financeira "é uma forma de negociação muito atraente para o produtor, pois a partir do momento em que o produto é transformado em moeda de troca, conhecendo-se os custos da lavoura, é possível manter um bom resultado, sem ficar tão suscetível às constantes oscilações de preço das commodities", afirma Fernando Urban, sócio da Sementes Farroupilha.
Além de ser uma alternativa de produção agrícola para algumas regiões de São Paulo, o cultivo de café robusta no Estado vai beneficiar indústrias torrefadoras. O Estado é o maior consumidor de café do país, e a maioria das empresas tem unidades de torrefação instaladas em municípios paulistas. Além da redução com custos de frete, as indústrias deixariam de pagar Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
As condições de chuva que têm prevalecido na região leste de Uganda, principal produtora de café, estão impulsionando a formação de grãos e desenvolvimento para a colheita de 2009/10 (outubro-setembro), informou o chefe de comercialização e produção de café do Nucafe, David Muwonge.
O vice-ministro da Agricultura de Angola, Zacarias Sambeny, afirmou esta semana, em visita ao Brasil, que pretende usar a experiência brasileira com a pesquisa em café na reestruturação da cafeicultura daquele país africano. A afirmação foi feita durante reunião do vice-ministro com o gerente geral da Embrapa Café, Aymbiré Fonseca, em Brasília/DF.
Reconhecimento, publicado na Revista da Propriedade Industrial (RPI) em 19 de setembro, beneficia produtores de dez municípios mineiros
Projeto que beneficia produtores rurais serve de modelo para implantar em novos municípios paulistas
Mudança beneficia cooperados locais com uma logística mais rápida e eficiente, além de trazer mais segurança com armazenamento acontecendo no próprio município
Para os exportadores, o mercado japonês é especial, porque é lá que estão alguns dos melhores prêmios por qualidade pagos no mundo, que chegam a US$ 4 por saca. E isso acontece porque consumidores costumam ser bastante exigentes. Em 2006, o valor médio das exportações de café do Brasil chegou a US$ 119,2, já o Japão, pagou na média, US$ 131,8 por saca.
Uma recente onda fria na América Central atrasaria os novos cultivos de café, mas ajudaria a melhorar sua qualidade e facilitar sua colheita, disseram os produtores da região.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas - Campus de Machado, recebeu na manhã do dia 11 de fevereiro os equipamentos para o funcionamento da Unidade Comunitária de Processamento de Café - UCP. Para o professor Leandro Carlos Paiva também do instituto, "as famílias produtoras de café têm dificuldades para agregar valor ao café produzido, uma vez que o custo para beneficiá-lo é alto.