Consumo de café cresce mais que o de chá na China, diz estudo
Segundo a firma de pesquisa Canadean, o café deverá registrar uma taxa anual composta de crescimento de 15,4% entre 2014 e 2019.
24 resultados para "beberam"
Segundo a firma de pesquisa Canadean, o café deverá registrar uma taxa anual composta de crescimento de 15,4% entre 2014 e 2019.
Estudo envolveu 2.840 adultos norte-americanos e revelou que o consumo total de café nos EUA aumentou em 5% no último ano. "No café tradicional, vimos um declínio", disse o porta-voz da empresa de pesquisas de mercado Datassential, quando apresentou as descobertas do estudo na convenção da Associação Nacional de Café dos Estados Unidos, na última sexta-feira (22/03). Confira mais dados da pesquisa.
Consumir cafeína pode ajudar a reduzir as chances de idosos com comprometimento cognitivo leve desenvolverem doença de Alzheimer, de acordo com uma pesquisa feita nas universidades do Sul da Flórida e de Miami, nos Estados Unidos. Os resultados, que foram publicados nesta terça-feira no periódico Journal of Alzheimer's Disease, mostraram que nenhum dos participantes do estudo que beberam ao menos três xícaras de café ao dia foi acometido pela doença durante o período da pesquisa.
Pesquisadores da Universidade Estadual de Rutgers, nos Estados Unidos, descobriram que combinar cafeína com atividade física pode proteger as pessoas contra o câncer de pele provocado pela exposição ao sol.
A cafeína pode ajudar mulheres idosas a adiarem a deterioração mental, sugere uma pesquisa francesa recém-publicada. Pesquisadores compararam mulheres com 65 anos de idade ou mais que bebem mais de três xícaras de café por dia a outras que bebem uma xícara ou menos. As mulheres que beberam mais café apresentaram menor deterioração da memória em testes num período de quatro anos.
Bebedores de café e chá podem ter menos chance de desenvolver infecção por estafilococos, uma bactéria mortal resistentes a drogas. É o que sugere nova pesquisa noticiada nesta sexta (15) pelo site da <i>Time</i>.
O consumo de café dos Estados Unidos se manteve "essencialmente sem mudanças" no ano passado, com mais norte-americanos consumindo a bebida em casa para controlar os custos durante a recessão, de acordo com uma pesquisa da Associação Nacional de Café.
O consumo diário de café nos Estados Unidos segue firme este ano comparado com 2008, enquanto o número de pessoas que fazem seu café em casa aumentou, informou a Associação Nacional de Café do país (NCA). Segundo o chefe da NCA, Robert Nelson, "mesmo que as condições econômicas causem alguma alteração em suas escolhas de café, os consumidores continuarão a apreciar o produto a níveis muito próximos aos dos últimos anos".
Entenda a técnica e o potencial de mercado dos cafés infusionados, que passa por experiências no Brasil
Cafés premiados são destaque nos estandes de regiões produtoras, que promovem a diversidade da bebida com degustações e muita história para contar
Pesquisa feita pela NCA diz que 67% dos norte-americanos consumiu café nas últimas 24 horas
Com esse desempenho, o país já superou a meta de gerar US$ 95 milhões anuais com exportações de café até 2024
A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e outras 19 empresas associadas, de membros e exportadores, representaram o Brasil
Taiwan é atualmente o oitavo maior mercado de exportação de alimentos agrícolas dos Estados Unidos
Pesquisadores da Universidade Rutger de Nova Jersey compararam os efeitos da radiação UBVB em grupos de cobaias (ratos) sem pêlo que beberam água com café com outros que se exercitaram em uma roda de corrida, e um grupo que bebeu café e se exercitou com um grupo que não recebeu café nem realizou exercícios. Eles descobriram que a combinação de café com exercícios aumenta a apoptose (morte programada das células pré-canceríginas) induzida por UVB, podendo prevenir o câncer de pele.
Segundo pesquisa, novos índices são os maiores nos últimos seis anos
Especialista afirma que as gerações jovens na China não pertencem ao chá; elas são abertas e buscam formas diferentes de vida.
Uma série de estudos já sugeriu que o café é benéfico à saúde do coração - e uma nova pesquisa, feita no Japão, ajuda a entnder de que forma isso acontece. De acordo com o estudo, a bebida tem efeito positivo nos vasos sanguíneos, melhorando o fluxo do sangue pelo corpo e reduzindo o risco de inflamações. Consequentemente, contribui com o combate a problemas como ataque cardíaco e derrame cerebral. O benefício, no entanto, não vale para cafés descafeinados.
Segundo um novo estudo da Universidade Harvard (EUA), beber várias xícaras de café por dia parece reduzir o risco de suicídio em homens e mulheres em cerca de 50%. "Ao contrário de investigações anteriores, pudemos verificar a associação do consumo de bebidas com cafeína e sem cafeína, e identificar a cafeína como o mais provável candidato de qualquer suposto efeito protetor do café".
O último recuo nos preços do café arábica sinaliza que o mercado de café com oferta abundante não está se esgotando ainda, mas a previsão para colheitas não tão ótimas e um consumo mais rápido indicam que na próxima estação, isso poderá ocorrer. No maior produtor mundial de café arábica, o Brasil, a colheita está boa, mas não suficiente. Porém, na Colômbia, a produção caiu bastante e as baixas colheitas se tornaram quase um problema crônico.
O Brasil está no caminho para se tornar o maior consumidor de café do mundo em alguns anos, devido à combinação de um aumento da produção, campanhas de marketing e melhora da renda, disse o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho.
A velha história de que o Brasil é o maior produtor mundial de café, mas é a Alemanha quem possui o maior complexo torrefador do produto no mundo, poderá mudar nos próximos anos. E essa nova fase acontecerá com a ajuda de um torrefador capixaba que decidiu exportar café torrado em grão para a Europa.
Um novo estudo mostrou que o consumo de café cafeinado reduz os riscos de desenvolvimento de diabetes tipo 2 em até 60%. O estudo foi feito com pessoas com alto risco para a doença.
Algumas linhas de pesquisa conduzidas por especialistas de diversos países têm revelado os efeitos positivos do café, entre eles: reduzir o colesterol, auxiliar no combate a doenças coronarianas, proporcionar efeitos antidepressivos, reduzir o risco do mal de Parkinson, proteger contra diabetes do tipo 2, desenvolver ação antioxidante (que atua contra o envelhecimento das células), e auxiliar em processos de emagrecimento e na prevenção de alguns tipos de câncer (cólon e reto). Há estudos recentes, inclusive, que indicam que substâncias presentes no café podem prevenir demências e mal de Alzheimer e que o consumo moderado e regular inibe o alcoolismo e a depressão. No Brasil, a Fundação Zerbini assinou, em 2006, um protocolo com a Associação Brasileira da Indústria do Café para a criação da Unidade de Pesquisa Café-Coração do Incor, que até hoje tem conduzido pesquisas sobre a bebida.