Lotes de arábica naturais mais finos chegam a R$ 550 nos primeiros dias do ano
Segundo o Escritório Carvalhaes, alguns lotes preparados pelo processo "cereja descascado" bateram nos R$ 600.
106 resultados para "bateram"
Segundo o Escritório Carvalhaes, alguns lotes preparados pelo processo "cereja descascado" bateram nos R$ 600.
O objetivo é quintuplicar a produção atual e atingir 20 milhões de sacas de 60 kg no referido ano.
Segundo a Abics, a queda nas embarcações foi ocasionada por conta da perda de clientes.
O valor esteve em patamar de alta nas cotações do Centro do Comércio de Café de Vitória, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Esalq/USP, e da Cooabriel.
Produtores de conilon seguem retraídos e com pouca oferta disponível. Indicador do robusta tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 398,52/saca de 60 kg na segunda-feira.
As exportações de café de Uganda em julho aumentaram para seu maior nível nessa estação, à medida que os produtores liberaram os estoques para aproveitar os melhores preços, informou a Autoridade de Desenvolvimento de Café do país (UCDA, sigla em inglês).
O interesse pela variedade Geisha ressurgiu em 2004, quando seus cafés bateram recordes em provas
Apesar do cenário mundial desafiador, exportações de café de Brasil em julho deste ano bateram o segundo maior recorde para o mês em termos de volume
As exportações brasileiras de café bateram recorde histórico em 2010. O país alcançou receita de US$ 5,66 bilhões, crescimento de 33% em relação a 2009 e comercializou o maior volume dos últimos cinco anos, totalizando 33.002.244 de sacas, alta de 9% comparativa ao ano anterior. Os dados são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) informou que as exportações brasileiras em 2010 até a quarta semana de dezembro bateram recorde histórico. Segundo o Ministério, o saldo acumulado no período de US$ 197,999 bilhões já supera o recorde histórico das exportações que foram registradas em 2008, quando as vendas externas totalizaram US$ 197,942 bilhões. As exportações pela média diária apresentam no ano um crescimento de 31,9%.
As exportações do agronegócio mineiro em 2008 somaram US$ 5,8 bilhões e bateram recorde. O valor é 17,7% maior que o de 2007, que foi de US$ 4,9 bilhões. Os números foram organizados pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Em entrevista ao CaféPoint, Eduardo Carvalhaes do Escritório Carvalhaes comenta sobre o bom ano que foi 2010 para o café, sobre o cenário atual da atividade cafeeira e expectativa para 2011, que segundo ele é bastante positiva para o produtor. Acesse e assista essa breve análise do setor cafeeiro.
O preço médio de 31 lotes de cafés especiais do Brasil leiloados nesta terça-feira (18) atingiu o recorde de US$ 8,32 por libra-peso, informou a BSCA, a associação que representa os produtores de grãos premium do País. A maior oferta, de US$ 25,05 por libra-peso (453,6 gramas), foi feita pelo café orgânico, 100% arábica, da variedade Bourbon Amarelo, que venceu o concurso promovido pela BSCA em 2010.
O mundo está a caminho da segunda bolha das commodities. Nunca se negociou tanto no mercado futuro e nunca entrou tanto dinheiro novo nesse setor. É a volta da financeirização do setor. Juros próximos de zero nos países desenvolvidos, dólar fraco e excesso de dinheiro em busca de bons investimentos estão inflando as negociações com commodities.
O mercado interno de arábica seguiu calmo em julho. Muitos vendedores mantiveram-se retraídos, na expectativa de aumento dos preços com a realização dos leilões de opção de venda de café. Apesar da boa procura pelos leilões e do avanço das cotações internacionais, os preços não reagiram no físico brasileiro. Assim, a expectativa de agentes é de que o efeito do leilão sobre os preços seja mais significativo apenas com a aproximação dos vencimentos.
Além dos fundos comprando e do dólar enfraquecendo, o mercado se mostrou leve em termos de pressão vendedora dos produtores. Com a escassez de cafés suaves, que só deve se normalizar a partir de outubro, e estando o Brasil, que potencialmente seria o grande vendedor do momento, retraído em função do sucesso de planos de ajuda como o programa de opções e do clima chuvoso, o mercado tem potencial de subir um pouco mais.
Por enquanto, não há previsão de frio intenso a ponto de provocar geadas no norte do Paraná pelos próximos 15 dias. As previsões e até mesmo a onda de frio da semana passada "estão batendo na trave". Por pequenos detalhes ainda não registramos grandes problemas.
Embarques recuaram 26,7% na comparação anual, enquanto mercado segue volátil nas bolsas internacionais e cooperativas ampliam movimentos estratégicos diante de oferta restrita e incertezas climáticas
A valorização do dólar, a divulgação da nova estimativa de safra da Conab e as preocupações com oferta global mantiveram a volatilidade nas bolsas de NY e Londres, enquanto projeções recordes para o VBP de 2025 reforçam o peso econômico da cafeicultura brasileira
Apesar do alívio parcial com o fim da tarifa sobre o café brasileiro nos EUA, a manutenção do imposto para o solúvel e as incertezas climáticas mantêm o setor em alerta
Medida anunciada no feriado beneficia exportações brasileiras a partir de 13 de novembro, mas mantém penalidade ao solúvel. Mercado reage com fortes oscilações
Decisão de Trump de suspender tarifas extras sobre o café reduz pressão comercial, mas não altera fundamentos que seguem apertados: exportações em queda, armazéns esvaziados e riscos climáticos persistentes
Mesmo com os ganhos da semana, o mercado segue pressionado por incertezas climáticas, estoques baixos e impasse nas negociações entre Brasil e EUA
Expectativas de negociações entre Brasil e EUA, somadas a clima adverso e estoques baixos, mantêm o mercado em alerta