Tese brasileira pode ajudar o aumento da produção do café em Angola
País busca recuperar sua antiga produção a partir de programas de financiamento.
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País busca recuperar sua antiga produção a partir de programas de financiamento.
Trabalho do fotógrafo brasileiro em cafezais pelo mundo estará no pavilhão do café da Expo Milão 2015.
Com o tema "Café. O quanto o Brasil está preparado?'', o seminário ocorrerá em Guarujá e visa debater inovações e refletir sobre os temas da atualidade
Diversos indicadores do desempenho da economia brasileira são freqüentemente divulgados na mídia e em estudos acadêmicos, fundamentando tal argumento. Podem-se citar, dentre outros, a participação expressiva do agronegócio no PIB, na geração de empregos, que promove a distribuição de renda, nas exportações, e a considerável contribuição para a balança comercial brasileira.
Entre os dias 28 de novembro e 2 de dezembro, a Bahia será palco do 20° Encafé, um dos maiores eventos do setor do café realizados no Brasil. Programa inclui uma série de palestras, seminários, debates e workshops formativos, dedicados a assuntos de atualidade em relação à indústria de café, bem como um espaço dedicado à exposição de máquinas, equipamentos, produtos e serviços ligados ao setor.
Coordenador do II Espaço em Jaguara de Cafés Especiais realiza esta semana o evento que poderá trazer abaixo assinado de cafeicultores.
A Embrapa Informática Agropecuária e o Centro de Pesquisas Meteorológica e Climáticas Aplicadas à Agricultura da Universidade Estadual de Campinas (Cepagri/Unicamp) lançaram as novidades em seu sistema de monitoramento agrometeorológico, o Agritempo (www.agritempo.gov.br). A plataforma, que facilita monitorar a produção agrícola, já tem 10 anos e recentemente passou por melhorias.
O café tem uma função importante na vida humana, assim como (a) felicidade, (a) alegria, (a) família, (a) paz, (a) mulher, (a) harmonia, (a) música, (a) poesia, (a) noite, (a) flor ou (a) amizade... contrário ao ódio, o poder, o ciúme, o inimigo, o esperto, o corrupto, o explorador, o injusto, o maldoso, o crítico, a café foi injustamente rotulada como (o) café pelos homens na antiguidade e um grande problema então começou...
O leitor do CaféPoint Carlos Eduardo de Andrade de Viçosa/MG, enviou um comentário ao artigo "Até onde vai o preço da saca de café?", fazendo uma detalhada análise da sobre o cenário da atividade. Acesse e leia a carta na íntegra.
O ciclo de ascensão das cotações das principais matérias-primas básicas não foi muito generoso com o café, que, ao contrário, desde 2005 não exibe cotações que permitam captura de margem por parte dos produtores. O longo período de valorização do real explica parte desse andar de lado, mas outra parte é que o produto não sustentou elevadas cotações e, desde o segundo semestre de 2005, ficou com preços praticamente estáveis em reais.
O evento tem como objetivo discutir os avanços nas pesquisas e produtos relacionados ao agronegócio do café. Durante os dias do evento haverá apresentação dos trabalhos, realização de mini cursos e discussão de diversos temas da atualidade cafeeira com a presença de renomados pesquisadores do agronegócio.
A troca de comando na Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) e a saída de duas importantes empresas da associação nos convida à reflexão. Personagem central em diversos acontecimentos observados nas últimas décadas, a ABIC entra em uma fase de reacomodação dentro da dinâmica do setor. Se compararmos a realidade atual com aquela encontrada no início da década de 1990, por exemplo, veremos que o Brasil - e o mundo - mudaram muito. Como se adequar, então, aos novos tempos?
O Instituto Federal do Sul de Minas (IF) - Campus Muzambinho promove na próxima semana, de 04 a 08 de outubro, a I Semana Técnica Integrada das Ciências Agrárias. A semana terá como objetivo a atualização e o debate integrado de temas da atualidade, chamando a atenção dos participantes para uma visão crítica e reflexiva sobre os princípios e tecnologias disponíveis para um cultivo racional e eficiente. Não é necessário inscrição.
Dando continuidade ao artigo da última quinzena, gostaríamos de aprofundar um pouco mais nosso argumento. Longe de esgotar um debate tão complexo, queremos dar exemplos práticos daquilo que consideramos um possível caminho de reinserção da agropecuária na sociedade brasileira. Outras possibilidades, como a exploração dos serviços ambientais e do turismo, embora não sejam o foco desse texto, também devem ser consideradas.
Texto popular na Internet, a carta do Zé Agricultor para o Luis da Cidade expressa o sentimento de muitos brasileiros. Escrita com humor, explora os contrastes entre as zonas urbanas e rurais, tendo em vista o progressivo endurecimento das regras trabalhistas e ambientais. A conclusão que apresenta é a de que as restrições crescentes impostas aos agricultores não encontram um paralelo nos grandes centros; em consequência, essa penalização levaria, no médio prazo, ao abandono da atividade agrícola por um número crescente de indivíduos.
Desde suas origens, o movimento cooperativista assegurou a participação de milhões de pessoas na rotina econômica. Casos de êxito são abundantes em todo o mundo: na Europa, berço das cooperativas, ainda hoje sua presença é marcante na sociedade. No Brasil, os exemplos de sucesso são igualmente notórios, motivando uma série de análises.
Em artigo publicado recentemente na Folha de São Paulo, Marcelo Vieira e Luiz Suplicy Hafers argumentam que estamos assistindo ao fim de um ciclo. Mais especificamente, ponderam os autores que a cafeicultura, o principal motor da economia brasileira durante décadas, vem sucumbindo frente a mudanças estruturais aqui ocorridas, que encarecem a mão-de-obra e tornam difícil a competição no mercado internacional. O resultado: endividamento crescente do setor.
Procura-se gente capaz de revitalizar o liberalismo e garantir a manutenção de sua força e a relevância de sua mensagem. Após décadas parodiando os chamados "marxistas de galinheiro", chegou a hora de olhar para o nosso próprio terreiro. O mundo anda cheio dos "liberais de galinheiro", com sua interpretação incompleta e curto-prazista de um conjunto de ideias tão rico. Seguir a onda deste grupo não melhorará em nada nossa delicada situação.
Atenção pesquisadores, professores, estudantes e demais interessados em enviar trabalhos para o VII Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, que ocorre de 22 a 25 de agosto, em Araxá, Minas Gerais. O prazo para envio dos resumos foi prorrogado até o dia 2 de maio.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), lança hoje, às 15h30 (horário de Brasília), mundialmente o Projeto Biomas na Conferência das Partes sobre o Clima (COP-16), da Organização das Nações Unidas (ONU). Trata-se de iniciativa inédita no Brasil, um país de 851 milhões de hectares, que alcançou liderança mundial na produção de alimentos conservando 56% da sua cobertura vegetal original.
A seção "os 10 mais!" do CaféPoint constitui um bom termômetro para a observação dos interesses e das preocupações de seus leitores. Nas últimas semanas, o tema mais comentado foi uma declaração do ministro Guilherme Cassel, em que o titular da pasta do Desenvolvimento Agrário se disse favorável a uma limitação no tamanho das propriedades rurais brasileiras. O teor dessas participações, bastante crítico, é um convite ao debate.
Em sua segunda edição, o Simpósio de Certificação de Cafés Sustentáveis acontecerá entre 17 e 19 de novembro de 2010, retomando a discussão sobre o tema sustentabilidade, com foco nas boas práticas agrícolas e seus impactos sobre a viabilidade econômica da cafeicultura. A viabilidade econômica do cultivo sustentável será o tema âncora do evento.
O 5º Congresso Brasileiro de Melhoramento de Plantas, que acontece de 10 a 13 de agosto, no SESC de Guarapari, Espírito Santo, teve número recorde de trabalhos inscritos para apresentação oral e pôster: 975 trabalhos. Conforme Romário Gava Ferrão, presidente da comissão organizadora, "se compararmos às outras versões do congresso, realizadas nos anos anteriores, tivemos mais que o dobro de trabalhos inscritos em 2009".
A criação e manutenção dos selos, se por um lado reduz os custos de mensuração de atributos desejados pelos consumidores e torna a negociação de contratos entre os agentes mais fácil, por outro acarreta outros gastos, necessários para manter tal estrutura de pé. Nesse sentido, vale questionar quem está pagando por isso no final das contas, além é claro de quem está ficando com a maior fatia do bolo.