IBGE: Safra brasileira de café 2021/2022 é estimada em 48,9 milhões de sacas
Em 2021, as lavouras de arábica atravessam o período bianual de baixa produtividade, problema que foi acentuado com a seca
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Em 2021, as lavouras de arábica atravessam o período bianual de baixa produtividade, problema que foi acentuado com a seca
Em 2021, as lavouras de arábica atravessam o período bianual de baixa produtividade, problema que foi acentuado com a seca
Não é de hoje que os mercados de terra e de produção agrícola em geral atravessam um processo de concentração no país. Nos últimos anos, porém, esse movimentou ganhou uma nova roupagem e agentes diferentes. Agricultores tradicionais, incluindo os de grande porte, passaram a conviver com concorrentes nacionais e estrangeiros fincados desde a origem em pilares corporativos e discursos baseados em profissionalização, governança, sustentabilidade e retorno do capital.
Os contratos futuros de café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) mantiveram movimento de queda, pela segunda sessão consecutiva. Mas os contratos ainda acumulam valorização este mês, de cerca de 7%, diante do quadro de baixa oferta no curto prazo.
Devido às geadas e inundações, a produção de café em Puebla, Veracruz, Chiapas e Guerrero, no México, caiu 70%. Os cafeicultores prevêem que demorará dois anos para recuperar o nível de produção, já que devem repor plantas, de forma que a oferta do grão se manterá baixa durante dois anos.
O café da Colômbia, base da economia desse país durante décadas, recupera-se de sua recente e grave crise graças à alta dos preços internacionais, aos inconvenientes que atravessam seus competidores, ao interesse dos importadores por marcas gourmet e ao aumento do consumo.
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Seca e calor podem provocar perdas de até R$ 960 milhões na cafeicultura do ES, segundo secretário de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag).
Apesar de a recuperação dos preços internacionais do café e a maior produção estarem impulsionando de novo a agroindústria cafeeira na Colômbia, ainda é cedo para falar em prosperidade. Dessa maneira define o gerente da Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia, Luis Genaro Muñoz, o que está ocorrendo nesse setor, que seguirá atado à volatilidade dos preços e ao comportamento climático. Tanto que o dólar baixou e o preço caiu de US$ 2,05 para US$ 1,76 por libra, gerando novas incertezas.
Quando os modelos habituais de negócio tornam-se saturados, sair dos trilhos urge como a rota necessária àqueles que não abandonam a coragem de seguir em frente, abrindo mão de certezas potencialmente ultrapassadas. Importância do tema é abordada neste artigo com exemplos retirados do mercado cafeeiro. Quem sai ganhando com tudo isso é o próprio mercado, em toda sua cadeia. Por Celso Luís R. Vegro
Maior exportador de café do mundo, o Brasil ampliou em um terço a renda dos embarques no ano passado. Um sinal de que a vocação no campo está sendo mais valorizada. No entanto, ainda há muito a se fazer, especialmente na padronização, processamento e distribuição direta do produto. Esse papel é desempenhado por países como a Alemanha.
"Proteger áreas naturais visa a preservar a biodiversidade, garantindo santuários ecológicos. Há tempos se afirma que o homem precisa guardar espaços naturais intocados em nome do primitivismo perdido na civilização. Tudo bem. O que não pode é continuar o privilégio do usufruto dessas pérolas naturais apenas pela elite, por pesquisadores e ambientalistas, impedindo compartilhar, de forma ordenada, tal riqueza com a população. Instalar serviços turísticos nos parques florestais ajuda, não atrapalha, a conservação da natureza."
Na região de Poços de Caldas, de clima naturalmente frio e terras mais férteis, em consequência do maior teor de potássio no solo, a uma altitude entre 950 metros e 1.500 metros, também é cultivada a chamada princesinha dos grãos, o bourbon amarelo - café arábica top de linha, que confere à bebida sabor e aroma típicos e qualidade superior.
O prolongamento da seca e das altas temperaturas nas principais regiões produtoras de café do Brasil certamente ocasionará perdas na safra a ser colhida em 2008. Contudo, ainda é cedo para se especular o tamanho dessa redução. Esta é a conclusão dos técnicos e dirigentes das principais cooperativas de café do Brasil.