Valores internos mais atrativos limitam embarques de café
As vendas do grão remanescente no mercado spot nacional também estão lentas
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As vendas do grão remanescente no mercado spot nacional também estão lentas
Confira os comentários do consultor Marcus Magalhães sobre "Dia animado nas bolsas", em vídeo.
Com dezenas de atrativos, Cafés do Espírito Santo divulga as belezas do estado e fomenta o café como destaque turístico
O evento terá operação em barter, que consiste na troca de produtos por sacas de café.
Conforme a OIC, os estoques locais estão enxutos e a competição no mercado internacional acirrada.
Em Poços de Caldas (MG) Projeto Organics Brasil discute mercado de café verde e moído e orienta sobre a certificação de café orgânico e sustentável.
Terminais internacionais operam em estreitas margens conseguindo, em NY, sustentar o nível de 140.00 cts/lb na posição maio/15.
Objetivo do título é ajudar a encontrar as opções mais completas de locais para apreciar o café no país que é maior produtor e exportador mundial do grão.
De um lado o produtor aguarda por preços mais atrativos, do outro o comprador também não tem fechado grandes negócios neste momento
Por Ciro Antonio Rosolem, membro do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) e professor titular da Faculdade de Ciências Agrícolas da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (FCA/Unesp Botucatu).
A Embrapa Informática Agropecuária e o Centro de Pesquisas Meteorológica e Climáticas Aplicadas à Agricultura da Universidade Estadual de Campinas (Cepagri/Unicamp) lançaram as novidades em seu sistema de monitoramento agrometeorológico, o Agritempo (www.agritempo.gov.br). A plataforma, que facilita monitorar a produção agrícola, já tem 10 anos e recentemente passou por melhorias.
A região colombiana de Paisaje Cultural Cafetero, que concorre pelo título de 'Oitava Maravilha do Mundo'. Paisaje compete com outros 330 locais, com os quais será decidido qual deverá integrar a lista das maravilhas do mundo moderno, entre as quais estão o Taj Mahal, na Índia, e Machu Picchu, no Peru. Em 2011, UNESCO declarou-a Patrimônio Mundial da Humanidade.
Os grãos vietnamitas tipo 2, 5% preto/queimado, foram ofertados com desconto de até 25 dólares ante o contrato janeiro LRCc2 em Londres, mas menor que os 40 dólares da semana passada. A atual colheita deve atingir pico em meados de novembro.
Feira será realizada nos dias 7, 8, e 9 de novembro e reúne cafeicultores de várias regiões produtoras do grão e representantes de indústrias, corretores, fabricantes de insumo, máquinas e equipamentos, cafeterias, entidades do agronegócio, compradores de cafés especiais e outros interessados.
A produção de café da Colômbia poderia mais que duplicar até 2020, para mais de 18 milhões de sacas de 60 quilos, diante da crescente demanda da China e da Rússia. O país busca inicialmente recuperar seus níveis históricos de produção de 11 milhões de sacas, que caíram nos últimos três anos como consequência das fortes chuvas originadas no fenômeno climático La Niña e de um programa de renovação de cultivos.
O mercado físico de café na Europa viu interesse de compra de grãos brasileiros nesta semana, com sondagens de algumas multinacionais buscando o produto brasileiro, disseram operadores nesta sexta-feira, dia 27.
Os preços da saca de café brasileiro nunca estiveram tão atrativos quanto os vistos nos últimos meses. E a expectativa é de fechar 2011 com uma média superior a R$ 400 por saca de 60 quilos do café arábica, contra os R$ 310,91 obtidos na média do ano passado. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) prevê que os valores do produto possam superar a marca de R$ 450 por saca este ano.
Com a previsão de safra cheia na Colômbia, na América Central e no Vietnã, o produtor brasileiro de café robusta (conillon) deve olhar para a entressafra com cautela e aproveitar as boas cotações do momento. Para Gil Barabach, analista da Safras & Mercado, o cafeicultor corre o risco de investir na retenção do produto, apostando em preços mais atrativos, e comprometer sua rentabilidade. A comercialização deve ser escalonada, mas a dimensão da expectativa não pode afetar a possibilidade de fechar bons negócios agora, afirma.
Mais subsídios do Tesouro Nacional, juros "negativos", reforço ao médio produtor e um conjunto de ações "verdes" serão os principais atrativos do último plano do governo Luiz Inácio Lula da Silva para estimular agricultores e pecuaristas ao longo da próxima safra (2010/11), a ser iniciada no dia 1º de julho.
A forte desvalorização do real em relação ao dólar desde o último semestre de 2008 aumentou o potencial de receita do Brasil em relação aos principais concorrentes no mercado internacional. Países que investem pesado na promoção de cafés especiais podem perder espaço em alguns países ricos por causa da recessão, o que favorece a procura por produtores de grandes volumes e que oferecem preços mais atrativos, como é o caso do Brasil.
A falta de mão de obra para a colheita de café traz problemas aos cafeicultores das principais regiões produtoras do país. No Espírito Santo -responsável por 25% da produção brasileira-, a escassez atrasa a colheita. Já em Minas Gerais, líder nacional e responsável pela colheita de 50% do café, a mão de obra está mais cara.
Após registrar consecutivas e fortes altas na semana, atingindo preços recordes, as cotações do arábica encerraram a sexta-feira (11) em queda, nos mercados futuros, em função de realização de lucros. A falta de café no mercado brasileiro impediu que os preços caíssem. Segundo Cepea, os preços do café arábica bebida rio (tipo 7) começaram a reagir no mercado interno pois com a menor disponibilidade de grãos mais finos, o número de compradores em busca deste tipo de grão aumentou.
As exportações de café da Indonésia deverão totalizar 350.000 toneladas em 2010, 12,5% a menos que no ano anterior, devido a uma combinação de menor produtividade como resultado das fortes chuvas, com um maior consumo doméstico, informou a Associação de Exportadores de Café da Indonésia.
As flutuações do câmbio estão pesando mais para muitos produtores de café do que os preços internacionais elevados, de acordo com o presidente da Organização Internacional de Café (OIC), José Sette. Embora os futuros de arábica estejam oscilando perto das máximas em 13 anos em Nova York, acima de 210 cents/lb, Sette disse que a queda do dólar frente a uma cesta de moedas significa que os produtores estão vendo retornos mais baixos.