Arábica CD com peneiras altas chega a ser vendido a R$600 por saca
Segundo Escritório Carvalhaes, o mercado físico brasileiro mostrou-se ativo, mas a falta de lotes de café arábica de melhor qualidade continua preocupando compradores.
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Segundo Escritório Carvalhaes, o mercado físico brasileiro mostrou-se ativo, mas a falta de lotes de café arábica de melhor qualidade continua preocupando compradores.
De acordo com o Escritório Carvalhaes, produtores já sentem a forte alta na eletricidade, combustíveis, fertilizantes e defensivos.
O mercado de café, que é o principal produto agrícola do Espírito Santo, está vivendo uma verdadeira revolução. Depois da Operação Broca - que prendeu, há quase um mês, dezenas de pessoas de empresas comercializadoras do produto por um suposto esquema de sonegação de impostos -, as cooperativas de café estão sendo a grande salvação para os produtores armazenarem e venderem sua produção. Assustados com a constatação da fraude, que envolvia centenas de empresas "laranja", os cafeicultores estão apostando na credibilidade do cooperativismo.
Os contratos futuros de café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) tiveram recuperação ontem (08), mas sem sugerir direção, diante da alta volatilidade das cotações. A perspectiva de chegada de uma frente fria às regiões produtoras brasileiras assusta os vendidos. Produtores estão atentos à colheita, que pode ser interrompida por causa da previsão de chuvas nos cafezais do Sudeste.
Ficamos assustados ao tomar conhecimento de algumas medidas já definidas na Agenda Estratégica do Café, como a utilização de mecanismos como o "Draw Back". A indústria não quer preços melhores, quer importar café para manter os preços deprimidos, pois com certeza pouco se importa com qualidade e muito menos deseja rotular o café ao consumidor. O que importa é o lucro a qualquer custo.
Em vídeos compartilhados nas redes sociais, é possível ver estradas, montanhas, casas e ruas cobertas de gelo
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A família Wolff centra esforços nos pés de café de suas fazendas em Ibiraci (MG) e alcança grãos de alta qualidade. Conheça essa propriedade na reportagem da nossa parceira Revista Espresso.
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Os cafezais paranaenses, que no último ano passaram por um novo episódio de geada negra, sofrem agora com a falta de chuva. No Norte do estado, as plantações estão há mais de dez dias sem água. A região ainda é a maior produtora do grão, mas deve ter novos prejuízos por causa da seca. Isso porque a estiagem ocorre no momento em que as árvores mais necessitam de umidade para o enchimento dos grãos e encerramento do ciclo.
O prêmio que os compradores precisam pagar para obter café da Indonésia, o terceiro maior produtor mundial de grãos robusta, caiu 20% nessa semana, com os compradores "se assustando" com os altos preços, disse a Volcafe.