Etiópia espera exportar US$ 940 milhões em café
O Departamento de Desenvolvimento e Comercialização do Café do país espera produção de 702 mil toneladas de café no ano. Veja expectativa de exportação.
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O Departamento de Desenvolvimento e Comercialização do Café do país espera produção de 702 mil toneladas de café no ano. Veja expectativa de exportação.
Nos últimos dez anos, o Brasil - o maior produtor mundial de café - tem assistido a um crescimento anual de cerca de 20% nas vendas de cafés. No caso dos cafés gourmet ou especiais, o aumento foi de 17% só em 2010. "A produção de café melhorou muito no Brasil e o paladar dos consumidores também", diz Edgard Bressani, presidente da Associação Brasileira de Café e Barista (ACBB). De acordo com o presidente da associação, os cafés especiais chegam a ser 40% mais caros que o café tradicional. Todos esses pontos favoráveis aumentam também o número de empreendedores que investem em cafeterias especializadas para atender a um público cada vez mais exigente.
Diante do maior interesse tanto da classe média emergente em tomar café e dos grupos de maior poder aquisitivo em escolher uma marca de café especial no fim da refeição, a cafeicultura brasileira tem assistido a uma intensa movimentação. Grupos estrangeiros e grandes companhias reforçam sua posição e ampliam seu leque de marcas nacionais, enquanto, para sobreviver à disputa, pequenas e médias empresas fazem aquisições e investimentos em cafés especiais com maior valor agregado.
Camarões visa aumentar a receita de seu setor de café implementando uma planta estatal processadora de café para melhorar o sabor do grão e obter maiores preços nos Estados Unidos e na Europa. "Com essa nova tecnologia, nosso objetivo é exportar somente café de qualidade muito alta, especial, que cumpram os padrões muito exigentes dos consumidores, aumentem a receita dos produtores, com isso, aumentando a produtividade".
O presidente da APAC, ao divulgar a proposta discriminatória de rotulagem, ao mesmo tempo em que demonstra seu desconhecimento sobre as propriedades positivas do conilon, mostra também seus objetivos de buscar notoriedade, perseguindo outra ideia sem sentido algum, qual seja a de eleger-se presidente de uma inexplicável Associação Brasileira do Café Arábica.
Espaço Aberto: Há tempos nos deparamos, estampada nas páginas dos periódicos especializados, com a atividade agropecuária brasileira sendo o sustentáculo de nossa balança comercial. Mas, se assim tem sido, o produtor brasileiro (seja ele agricultor ou pecuarista), deve estar sendo muito bem remunerado, assistido e valorizado, não é mesmo? Infelizmente, ao contrário do pensamento leigo geral, a resposta a este questionamento está longe de ser positiva. Por Guilherme A. de Mello Franco
Nos últimos tempos, temos assistido a um desenfreado esforço de diversos governos para "preservar" símbolos da cultura regional. Muitas vezes, celebrações ou bens já esquecidos pela população ganham sobrevida, tornando-se pálidas representações do passado.
Inovação é capaz de viabilizar desenvolvimento de cultivares com baixo conteúdo de cafeína, com potencial de se tornarem mais uma opção de cultivo para produtor
No ranking de produtividade, do relatório referente ao biênio 2018/2022, de dez fazendas assistidas pela plataforma, seis pertencem aos grupos da cooperativa
Evento acontece nos dias 1 e 2 de dezembro. Flávia Lancha Alves de Oliveira, vice-presidente da Café Labareda, falará sobre a produção na Alta Mogiana
Com inscrições gratuitas, evento realizado em 30 de junho é o primeiro de uma série de três seminários on-line sobre eventos climáticos
Em diversas áreas rurais do mundo, predomina certa decepção e nostalgia nas faces de seus habitantes. Os motivos para tal insatisfação são complexos, e talvez impossíveis de ser resumidos em poucos parágrafos. É mesmo necessário reconhecer a heterogeneidade com que esse sentimento se manifesta, e a natureza precária da sua constatação. Que um tema seja de difícil abordagem, porém, não nos exime de tratá-lo. Pelo contrário, compreender as razões para o desânimo de inúmeros agricultores ao redor do planeta com a sua atividade, e o que os leva a buscar outros caminhos, constitui um imperativo.
Bruno Miranda e Sylvia Saes discutem o "escândalo da carne de cavalo", fato marcante das últimas semanas. Em uma Europa repleta de consumidores exigentes e regras nos âmbitos nacional e comunitário, a surpresa foi ainda maior. Assim sendo, o que nos ensina o escândalo?
Invenção de produtor de café realiza o trabalho de três pessoas e foi lançada na 9ª Semana Estadual de Ciência e Tecnologia (Espírito Santo), em estande do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). Outro benefício do dispositivo tecnológico seria espalhar de maneira homogênea os grãos no terreiro, segundo o agricultor que o inventou.
A colaboradora do CaféPoint Sylvia Saes, professora do Departamento de Administração da USP e pesquisadora do PENSA, apontou a "captura de valor" como principal desafio da cafeicultura brasileira, em comentário ao artigo "<a href="http://www.cafepoint.com.br/?noticiaID=61500&actA=7&areaID=26&secaoID=47">3D da cafeicultura: confira os principais desafios". Acesse e leia a carta na íntegra.
A motivação deste artigo é colocar mais alguns elementos nas discussões sobre os impactos da crise financeira mundial no desempenho do setor agrícola brasileiro. As preocupações estão centradas em dois pontos: a capacidade financeira dos produtores para custear o plantio da safra 2008-2009 (plantada no segundo semestre de 2008 e colhida no primeiro semestre de 2009) diante de um cenário de menor oferta de crédito; e, uma vez colhida a safra, o resultado financeiro da produção diante de custos mais elevados e, pelo menos até hoje, preços em queda no mercado internacional.
Pesquisa desenvolvida pela Embrapa Cerrados, com a tecnologia do estresse hídrico controlado para uniformização de florada e maturação do café, vem sendo reconhecida como revolucionária e apresenta-se como alternativa para a sustentabilidade da cafeicultura em condições de Cerrado. O projeto conta com o desafio de conseguir mais produtividade, mais qualidade e menor custo na produção.
O monitoramento georeferenciado foi desenvolvido pelos doutores Steven Rogers e Peter Peng, passando a ser o primeiro coletor e integrador de informações georeferenciadas de uso agrícola específico para manejo fitossanitário. Ele possibilita uma amostragem mais confiável pois, utiliza um sistema via satélite de orientação para coleta de amostras a campo. Isso permite um levantamento de pontos mais representativo evitando falhas no momento das análises dos dados.
Na Colômbia, os cafeicultores possuem em sua maioria pequenas propriedades, em média as propriedades têm 1,3 hectares, algo que dificultaria ou mesmo impossibilitaria a ação isolada dos produtores em busca de melhor posicionamento no mercado. A Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia (FNC) foi fundada em 1927, com o objetivo de promover o café colombiano, contribuindo dessa forma com a melhoria das condições de vida dos produtores.
O trabalho de marketing, promoção e pesquisa que está fazendo o mercado brasileiro de café crescer continuamente, entre 3% a 5% ao ano, foi um dos principais temas da reunião do Conselho da OIC (Organização Internacional do Café), em Londres.
Pense numa tecnologia que ofereça ao mesmo tempo, mais produtividade, mais qualidade e menor custo. Pois uma pesquisa realizada na Embrapa Cerrados, com apoio do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café (CBP&D/Café), administrado pela Embrapa Café, vem sendo aclamada como revolucionária e apresenta-se como alternativa para a sustentabilidade da cafeicultura em condições de Cerrado.