Em época de colheita, produtores devem harmonizar atividades
A propriedade cafeeira deve ser sempre organizada e cuidada em conjunto.
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A propriedade cafeeira deve ser sempre organizada e cuidada em conjunto.
Produtor baiano e instituições ligadas ao setor de exportação alertam sobre passos fundamentais para que se inicie um projeto de vendas externas do produto. "Se tivesse uma produção maior, venderia mais. A demanda está maior do que a oferta", afirma produtor.
Estudos recentes mostraram que o perfil de consumo de café na Austrália está mudando, com os consumidores tendo maior discernimento sobre o tipo de café que estão bebendo. Com isto, vem ocorrendo uma mudança do café instantâneo em direção ao café de alta qualidade.
No Brasil, o ano foi de safra curta. A colheita foi menor, mas a exportação bateu um recorde histórico de quase US$ 8 bilhões. Produtores investiram em maquinário e na renovação das plantações.
O leitor e colaborador do CaféPoint Fernando de Souza Barros Jr., corretor de café de São Paulo, enviou um comentário que aborda alguns fatores que contribuem para que o preço do café não melhore ao produtor.
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De acordo com extensionista da Emater-MG, cultivo consorciado de café e soja oferece várias vantagens, como a geração de mais uma fonte de renda
Universidade do Café Brasil e illycaffè destacam ações para mitigar o desequilíbrio de gênero no setor
Palestra ocorreu em 5 de agosto e foi promovida pelo professor Everaldo Maciel, consultor tributário, vice-presidente da ABDF e ex-secretário da Receita Federal
Descubra as duas prováveis razões para que haja aceleração na germinação das sementes de café e seu nascimento mais uniforme. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e J. Renato Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos da Fazenda Sertãozinho
Rodrigo B. Cascalles, engenheiro agrônomo do Imaflora, convida o leitor do CaféPoint a refletir sobre as verdades e mentiras em geral acolhidas pelo senso comum do setor a respeito de práticas sustentáveis na propriedade agrícola. Para isto, lança mão de recursos dialéticos, próprios de quem investiga uma questão com base em fatos palpáveis e exemplos reais. Confira
Luiz Cláudio Caffagni, Gerente de Serviços em Commodities da BM&FBovespa - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, concedeu entrevista ao CaféPoint para esclarecer como funcionam as operações de café no mercado futuro. "A função primordial do mercado futuro é possibilitar o planejamento antecipado dos agentes do mercado." Acesse e ouça a entrevista.
Em reunião do CNC, na cidade de São Sebastião do Paraíso (MG), lideranças aprovaram conjunto de medidas visando suporte para o setor administrar uma das maiores safras da história e buscar renda. A reunião teve a participação de dirigentes de cooperativas, sindicatos e representação política do setor e do governo federal. Gilson Ximenes, presidente do CNC, e Carlos Melles, presidente da Frente Parlamentar do Café estiveram na reunião e informaram os pontos discutidos e acertados sobre a cafeicultura brasileira. Acesse e confira o conteúdo completo.
De acordo com Gilson Ximenes, presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), a cota de contribuição na exportação de café deve ser retomada para enfrentar a crise financeira internacional que tem depreciado os preços das commodities. "Temos de pensar em medidas protecionistas, em particular para os produtos agrícolas nacionais", diz ele.
"Me desculpem, mas vou discordar dessa reclamação com os especuladores. Eles exercem papel fundamental na regulação de mercado. Até 20 dias atrás quando os fundos estavam comprados em mais de 50 mil lotes, ninguém estava reclamando dos especuladores (hoje vale lembrar que eles ainda possuem 32 mil contratos na compra em NY). Já imaginaram o mercado sem eles?"
O CNC (Conselho Nacional do Café) recebeu carta de um produtor, da Zona da Mata de Minas Gerais, o qual demonstrou ciência de que a proposta preliminar apresentada pelo governo não atende às necessidades do setor e parabenizou o CNC pelo empenho na busca da melhor solução possível para a questão do endividamento.
É interessante observarmos que a posse das marcas de café mais valiosas se concentra nos países desenvolvidos, bem como as principais empresas responsáveis pela comercialização do produto. Neste contexto, países como o Brasil, com toda a sua diversidade na produção, são cada vez mais vendedores de um ingrediente, cuja existência é essencial para a elaboração das mais diversas receitas, mas com uma valorização abaixo da esperada. Nesse sentido, permitir o drawback pode abrir espaço para a consolidação de marcas nacionais, que explorem esta característica do mercado internacional.
Com o aumento de 535,05% nas tarifas dos Correios para malotes de amostras de café, o valor, que era de R$ 0,97 por quilo, passou a custar, para exportadores e corretores, R$ 6,16.