Juan Valdez lança edição em apoio às regiões afetadas por conflitos
A nova versão dos cafés, chamada Renacer, tem como objetivo tornar visíveis as histórias dos habitantes.
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A nova versão dos cafés, chamada Renacer, tem como objetivo tornar visíveis as histórias dos habitantes.
O país, terceiro maior produtor de grãos do mundo depois do Brasil e do Vietnã, em 2016 produziu 14,23 milhões de sacas de 60 quilos.
A Federação Nacional de Cafeicultores (FNC) da Colômbia busca atuar na região que é uma das regiões mais afetadas pelo conflito colombiano.
A Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia e o Patronato da Fundação espanhola Humanismo e Democracia firmaram um convênio destinado ao fortalecimento econômico, social e ambiental das comunidades rurais afetadas pelo conflito armado na Colômbia.
Segundo os líderes do protesto, a manifestação tem como objetivo "rejeitar as políticas neoliberais adotadas pelo governo, bem como privatizações e entrega de recursos naturais a empresas multinacionais". Os pequenos agricultores pedem o direito à propriedade agrícola, melhoria das condições do campo e acesso a melhores serviços de saúde e água potável. O desenvolvimento rural faz parte da agenda de negociação pelo fim do conflito armado entre o governo e as Farc.
Gustavo Paiva faz uma avaliação pragmática sobre como conflitos entre países afetaram a produção, a logística e o consumo de café
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Bruno Varella comenta sobre as tecnologias existentes, a dúvida é os consumidores do futuro serão capazes de lidar com o número crescente de informações disponíveis?
Projeto faz parte das alianças comerciais gerenciadas pela FNC para promover café colombiano
Artigo do nosso colunista debate a política internacional e analisa os próximos possíveis passos dos Estados Unidos.
Projeção é de que a produção seja a melhor em mais de duas décadas, disse o gerente da Federação Nacional de Cafeicultores.
Fato ocorreu durante Evento Café e Paz, realizado na semana passada na Embaixada da Colômbia em Washington, Estados Unidos.
Ação pretende para aumentar produção de café no País.
A aquisição de um contrato de opção de café arábica, sendo a CONAB (governo) único lançador, portanto, tomador exclusivo de risco, houve recolhimento do prêmio de aquisição apenas simbólico. Somando-se a arrecadação dessa taxa dos avisos de venda no148, no155 e no161, a CONAB recebeu cerca de R$10 milhões em prêmio.
Custa mais de US$ 2.700 produzir uma tonelada de café na Colômbia, afirmou o diretor da chamada Missão para Competitividade do Setor Cafeeiro, Juan José Echavarría. Entretanto, a tonelada de cafés suaves é produzida em média a US$ 1.450 na América Latina e US$ 1.400 no resto do mundo.
Desde que a quebra na chamada safra principal colombiana se revelou bem maior do que se esperava, os ágios pagos pelos cafés suaves lavados sobre o preço do contrato C da Bolsa de Nova Iorque não param de bater sucessivos recordes. A Colômbia é principal produtor de suaves lavados que são também produzidos em outras origens como Peru, América Central, Uganda, Quênia e Tanzânia.
A etapa de armazenamento é tão importante quanto as demais etapas do processamento pós-colheita do café. O mini-silo com descarga central é um exemplo de silo que pode ser construído facilmente e com um custo relativamente baixo, atendendo às necessidades principalmente de pequenos e médios cafeicultores.