Origens aproveitaram para vender na alta
Rodrigo Costa afirma que clima segue como personagem importante nas cotações dos cafés arábica e canéfora
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Rodrigo Costa afirma que clima segue como personagem importante nas cotações dos cafés arábica e canéfora
Um dos objetivos do encontro era fortalecer a atuação feminina na agricultura, dando voz às mulheres.
As vendas estão adiantadas em relação ao ano passado, segundo a consultoria Safras & Mercado.
Segundo o Escritório Carvalhaes, operadores em Nova Iorque aproveitam forte desvalorização do real e aumentam pressão sobre as cotações.
Em uma semana, até a última sexta-feira, dia 27, houve queda de 1.240 pontos ou US$ 16,40 (R$ 46,81) por saca nos contratos para entrega em maio próximo.
O Cepea aponta, contudo, que mês de janeiro acumula, agora, queda de 1,5% no preço da espécie
Da estimativa, 70,5% corresponde a produção da espécie arábica e 29,5% de robusta, o conilon.
Feira apresentou 14 estações de campo com demonstrações de maquinário e técnicas da cafeicultura
Na manhã desta segunda-feira, 01/07, manifestantes da região de Manhuaçu, Zona da Mata Mineira, interditaram o entroncamento das rodovias BR-262 e BR-116 em manifestação organizada para protestar contra o baixo preço do café e a falta de políticas do governo para remunerar melhor o segmento. Cerca de mil pessoas entre produtores e trabalhadores do meio estiveram no local.
Queda no preço das saca de café, que caiu de R$ 500 para R$ 370 na última safra, faz empréstimos para estocagens do Funcafé crescer 150% em relação ao ano passado. Em setembro do ano passado, 56% da safra anual já havia sido vendida. Nesse ano, segundo estimativa da consultoria Safras & Mercado, cerca de 43% foi comercializada.
Produtores que já estavam com lotes oferecidos no mercado aproveitaram para vendê-los e fazer "caixa" para as despesas de colheita
Cafeicultores com necessidade de caixa aproveitaram ascensão para vender seus lotes
As bolsas de commodities agrícolas voltaram a atrair a atenção dos investidores, que aproveitaram a forte queda de preços nas últimas semanas para comprar ativos mais baratos. As matérias-primas também acompanharam o bom humor dos mercados financeiros, que foram influenciados pela expectativa de recapitalização dos bancos europeus. Trigo e milho foram os destaques do dia. Na Bolsa de Chicago, o contrato dezembro do trigo avançou 3,52%, para US$ 6,2525 por bushel. A mesma posição do milho subiu 3,02%, a US$ 6,0550 por bushel.
Depois de o preço do café tipo arábica cair aos menores níveis em seis meses e meio na semana passada, o grão encontrou compradores ontem na Bolsa de Nova York. Especuladores e empresas comerciais aproveitaram a baixa para voltar à carga no mercado. O contrato dezembro subiu 2,28%, para fechar em 249,50 centavos de dólar por libra-peso.
Os preços do café arábica encerraram essa segunda-feira (23) em queda nos mercados futuros e físico. Em Nova York, os contratos para dezembro/10 terminaram o pregão a 183,25 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 180 pontos. Investidores realizaram lucros e produtores aproveitaram o aumento dos preços para vender o grão no mercado futuro. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 325,23, com desvalorização de 0,87%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Problema de clima na época de floração das árvores de café acarretou grande desuniformidade das floradas, sendo que algumas regiões tiveram até 7 floradas. Em decorrência disso, produtores de café arábica enfrentaram e ainda enfrentam dificuldades na colheita e na obtenção de cafés de qualidade, pela desuniformidade de maturação dos grãos. O mercado tem grande expectativa em relação a produção brasileira de café de qualidade, mas os cafeicultores brasileiros têm suas dúvidas se conseguirão suprir essa demanda de mercado diante de tais dificuldades.
Fundos internacionais de peso têm adotado estratégia cada vez mais agressiva de investir na aquisição de terras no Brasil. Dedicados inicialmente a comprar fazendas em países africanos, asiáticos e do Leste Europeu, fundos de investimentos de bancos, empresas e trabalhadores aproveitaram a ressaca da crise financeira global para reforçar a aposta na produção de alimentos em terras brasileiras.
As commodities explodiram durante a última semana com o potencial risco inflacionário que se desenha para o futuro e com a desvalorização acentuada do dólar americano. O café também aproveitou a maré alta e valorizou. Os países produtores de café aproveitaram para fixar suas vendas nesta subida, com exceção da Colômbia e alguns países da América Central que estão com seus estoques locais baixos e com um comportamento parecido com o período de entressafra.
Os membros do conselho da iniciativa de sustentabilidade Utz estiveram no Brasil para sua reunião anual. O evento, realizado regularmente na sede da organização na Holanda, ocorreu no Brasil nos dias 26 e 27 de agosto. O grupo escolheu o Brasil para sediar sua reunião pela posição de destaque que o país ocupa no mercado internacional de café.
Após registrar consecutivas altas na semana, as cotações do café arábica voltaram a cair na sexta-feira (07) nos mercados futuros em função de realização de lucro, mesmo com mercado ainda firme. O mercado físico segue com falta de vendedores e a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 418,03, com valorização de R$ 2,42, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a variação já acumula alta de R$ 5,04/saca.
Os preços do café arábica despencaram nessa terça-feira (24) nos mercados futuros e físico. Em Nova York, os contratos para dezembro/10 terminaram o pregão a 168,45 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 1.480 pontos. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 304,11, com desvalorização de 6,49%, segundo o indicador Cepea/Esalq. Mercado despencou acompanhando a queda nos mercados de commodities, após divulgação de dados negativos da economia norte-americana, além de ser puxado também pelo grande número de vendas por parte de fundos.
A colheita da nova safra de café (2010) avança na região de atuação da Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Caratinga (Coopercafé), na Zona da Mata de Minas Gerais. Segundo o gerente de comercialização da cooperativa, Paulo Tavares, até o momento, aproximadamente 60% já foi colhido. A expectativa é de que a safra apresente uma quebra de 15% a 20% em relação a produção do ano passado, após um período de estiagem e floradas desiguais.
Incentivar a produção de cafés especiais - este é o principal objetivo do Concurso Coocafé Qualidade Regional. O evento é realizado desde 2007, e a cada ano torna-se maior, graças ao comprometimento dos cooperados e dos parceiros.
A nova bolha especulativa provocada pelo retorno dos fundos e as perspectivas de queda na produção internacional impulsionaram as cotações do café nos últimos meses e já animam os produtores. Depois de derrapar no primeiro trimestre de 2009, a commodity passou a registrar seguidas altas, amparada também pela desvalorização do dólar no mercado internacional.