Finalistas do Prêmio Ernesto Illy podem ser apreciados na Europa e América do Norte
De abril a dezembro de 2022, os 9 cafés finalistas estarão disponíveis durante cada mês, em cafés illy selecionados
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De abril a dezembro de 2022, os 9 cafés finalistas estarão disponíveis durante cada mês, em cafés illy selecionados
O setor contribuiu com 3,9% do crescimento do Produto Interno Bruto no terceiro trimestre de 2016.
Associados da BSCA que integram projeto setorial fecharam US$ 6 mi na Melbourne Intenational Coffee Expo e esperam realizar mais US$ 15 mi nos próximos 12 meses.
O fungo roya, causador da ferrugem do café, está tornando escassos alguns dos grãos de café mais apreciados do mundo e elevando seus preços. Ele está prejudicando a produção e estima-se que vai causar prejuízos de US$ 500 milhões e eliminar 374.000 empregos na safra deste ano. A produção da América Central deve diminuir 16% no ciclo produtivo que começou em outubro de 2012 e termina em setembro ante a safra anterior, prevê a OIC.
A aliança que apresentou há um ano a cadeia cafeeira para fazer do café um dos produtos mais apreciados pelos colombianos mostrou os primeiros resultados positivos, segundo um relatório da firma Nielsen. Durante o segundo semestre de 2010, reativou-se o consumo dessa bebida no país.
O grupo Sol Panamby, que já investe em suas atividades cafeeiras no Brasil e no exterior, põe em prática um plano ousado de crescimento, que engloba agora a formatação da expansão por meio do franchising, além da abertura de lojas próprias da rede Octavio Café, sem perder de vista a expansão em produção, industrialização e comercialização internacional de cafés especiais. Depois da aquisição, há três anos, da Dallis Coffee, uma das principais empresas norte-americanas de café quase secular nos EUA, com sede em Nova York, e da inauguração há dois anos em São Paulo do Octavio Café, cafeteria de cafés especiais localizada na Avenida Faria Lima, região nobre na capital paulista, o grupo investe na marca e na imagem do café no mercado interno e no externo.
Novidades tecnológicas sobre o café e o leite, que são as principais atividades da região de Três Pontas, no sul de Minas Gerais, serão apresentadas no próximo dia 14 (quinta-feira), quando a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) realizará o "3º Dia de Campo Café com Leite". O evento, que terá início às 7h30, é dirigido a produtores rurais e empresários, agrônomos, veterinários, técnicos, estudantes e demais interessados nas duas áreas.
Em março, apesar de cerca de 20% da produção de café arábica ter sido colocada à disposição para comercialização, boa parte dos produtores seguiu restringindo seus lotes, à espera de preços mais elevados. Mesmo com compradores mostrando-se mais ativos, os negócios seguiram em ritmo lento, dado o reduzido interesse de venda. A disparidade de preços pedidos e ofertados também limitou a fluidez dos negócios no físico.
Um dos maiores produtores de café da Bahia, Piatã, localizada na região da Chapada Diamantina, se destaca pela produção de qualidade, com grãos apreciados nacional e internacionalmente, e pela conquista de títulos como o segundo lugar no concurso <i>Cup of Excellence</i>, além de ocupar cinco posições dos 20 melhores lotes no concurso estadual.
O anúncio foi feito na tarde de hoje, em meio aos dados positivos de exportação do grão brasileiro. Quem assume a presidência é Nicolas Rueda Latiff, da Ed&F Man Volcafé
As amostras de canéfora devem ser encaminhadas até o dia 15 de setembro e as de arábica até 20 de outubro
Bruno Varella encerra o mês de julho com um panorama sobre o acordo e a escala tarifária que o café passará
Aumento do interesse dos consumidores por cafés de origem única e de alta qualidade tem influenciado preços pagos aos produtores, reporta Relatório Internacional de Tendências do Café.
O crescimento do consumo doméstico de café e os varejistas locais poderão revitalizar o setor de café da África e superar seus problemas perenes, disse o Ecobank.
Para a Associação Brasileira de Cafés Especiais - BSCA, o País vem se posicionando na percepção dos compradores: sabem que produzimos muito, somos os maiores, mas não necessariamente que estamos entre os melhores.
O consumo dos cafés especiais cresce de maneira expressiva no Brasil e no mundo comparativamente ao mercado dos cafés comuns. Dados recentes mostram que a demanda pelos grãos especiais cresce em torno de 15% ao ano, principalmente no exterior, em relação ao crescimento de cerca de 2% do café commodity. O segmento representa hoje cerca de 12% do mercado internacional da bebida.
Enquanto a maioria dos setores de alimentos se organizou com parcerias ao longo da cadeia de comercialização para satisfazer o mercado, o setor cafeeiro em geral ainda se encontra no campo das bolsas de mercadorias em que são comercializados os cafés tradicionais. No entanto, o consumidor dos novos tempos não se satisfaz com uma bebida genérica. Por Mauro Benedetti, especialista em qualidade do café
Lançado no último sábado (06/07) no Mercado Central de Belo Horizonte-MG, o Festival de Cafés Especiais vem para dar um sabor especial à capital mineira até o dia 1º de setembro. Neste período, 15 cafeterias espalhadas em diferentes pontos da cidade estarão disputando a preferência dos apreciadores da bebida mais tradicional brasileira. Para isso, criaram receitas variadas tendo o café como o ingrediente e sabor marcantes.
Celso Vegro analisa em seu novo artigo diversos aspectos críticos da atividade cafeeira em geografias montanhosas do país. Embora não existam soluções fáceis para os problemas atuais, "é vital que além da mobilização dos cafeicultores, novas rotinas de gestão da produção sejam adotadas, preparando as explorações para novos tempos que podem até não ser tão duros como os de agora."
Em novo artigo ao CaféPoint, Carlos Brando argumenta as razões para o atual crescimento do uso dos cafés Robustas no 'blend mundial'. O consultor da P&A Marketing lembra todavia que "o consumo mundial está crescendo a um ritmo mais rápido do que a mudança de Arábica para Robusta" e que a tendência é que ambos se posicionem como produtos complementares e não concorrentes. Confira
O chamado "Mármore Negro" conquistou o posto de café mais caro do mundo, segundo noticiou recentemente uma reportagem do "Huffington Post", jornal norte americano. A bebida é feita com grãos ´refinados naturalmente´, colhidos nas fezes de elefantes tailandeses. No Brasil, cafés produzidos pelo cafeicultor e novo presidente da BSCA, Henrique Sloper, segue mesma ´filosofia de processamento animal´.
Além de mostrar as boas práticas na lavoura de café e as ações sustentáveis da cooperativa na Rio+20, a Cooxupé maior cooperativa de produtores de café do mundo, servirá o café de sua linha gourmet no estande da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
Em enquete realizada no CaféPoint, leitores e especialistas no setor apontaram pontos valorizados pelo consumidor de café. Entre sustentabilidade, qualidade, diversidade, orgânico, entre outros, a satisfação é o principal ponto responsável pela valorização do café, em que o consumidor busca o produto outras vezes para viver experiências.
Uma mesa de degustação com 12 amostras de alguns dos cafés mais valorizados do mundo. Esta inusitada experiência foi oferecida pelo professor da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Flávio Meira Borém, na sexta-feira (03), nas instalações do Polo de Tecnologia em Qualidade do Café. A ideia foi apresentar aos participantes a oportunidade de experimentarem cafés de diferentes origens do mundo: Kênia, Etiópia, Indonésia, Guatemala, Costa Rica, El Salvador, Colômbia e Brasil. Dentre as amostras altamente valorizadas no mercado internacional, Kopi Luwak, o café mais caro do mundo, que chega a ser vendido a 1000 dólares o quilo.