Governo lança Plano Agrícola e Pecuário 2015/2016
No total, o Plano Safra 2015/2016 disponibiliza R$ 187,7 bilhões para financiar a agricultura, 20% maior do que a safra passada
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No total, o Plano Safra 2015/2016 disponibiliza R$ 187,7 bilhões para financiar a agricultura, 20% maior do que a safra passada
Iniciativa entre Lockton, MAPFRE e Cooxupé dá aos cooperados a possibilidade de contratação exclusiva de apólices de riscos nomeados e/ou multirrisco
Produtores de café de Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo, estão tendo problemas com o cálculo de produtividade do seguro agrícola.
As adesões ao seguro rural voltaram a aumentar em 2011. O número de contratos firmados subiu 11,15%, passando de 52 mil, em 2010, para 57,8 mil no ano passado, com desembolso de R$ 253,5 milhões pelo governo federal em subvenções aos prêmios das apólices, ante os R$ 198,3 milhões de 2010. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e foram divulgados hoje pela Secretaria de Política Agrícola.
Em meio ao acelerado crescimento da demanda por cobertura de seguro rural, o setor vive um momento de apreensão causado pela falta de recursos orçamentários para a subvenção do prêmio das apólices no país.
O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) teve previsão orçamentária de R$ 160 milhões, em 2008, o suficiente para beneficiar 72 mil produtores com a contratação de 82 mil apólices. O programa proporcionou cobertura de 5,9 milhões de hectares. Hoje, 45 culturas estão incluídas no seguro, entre elas, soja, milho, trigo, feijão, maçã, café e os setores da pecuária, floresta e aqüicultura. Em 2009, o número chegará a 76 culturas beneficiadas.
Um dos principais programas anticíclicos do governo para o campo brasileiro, o seguro rural começou a ganhar mais atenção na gestão de Dilma Rousseff. Em dívida com seguradoras e resseguradoras do segmento desde setembro de 2010, o governo decidiu quitar R$ 162,9 milhões pendentes do orçamento de subsídios ao seguro rural. Sob pressão de deputados e empresas interessadas, os pagamentos começaram na quinta-feira. Ao mesmo tempo, o novo Plano de Safra 2011/12, lançado na sexta-feira pela presidente, em Ribeirão Preto (SP), criou uma sistema único de monitoramento de risco agrícola, ampliando o orçamento do seguro rural para R$ 406 milhões em 2011.
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite de quarta-feira (17) a criação de um fundo de R$ 4 bilhões para garantir as operações de seguro rural no Brasil. O texto, que ainda será analisado pelo Senado e depois terá de ser sancionado pelo presidente Lula, garante R$ 2 bilhões imediatos do Tesouro Nacional em títulos públicos ao chamado "fundo de catástrofe".
O Senado começou ontem a discutir o Estatuto do Produtor Rural. A proposta do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) isenta os produtores da responsabilidade por crime ambiental quando não houve sua "participação direta", mas obriga-os a recuperar as áreas degradadas em até dez anos. O texto também estende aos produtores os direitos do atual Código de Defesa do Consumidor.
A UBF acaba de lançar a primeira apólice de seguro agrícola do país que cobre uma parte da receita esperada pelo agricultor com a venda da produção, e não apenas os gastos com o custeio de safra. Antiga reivindicação dos agricultores brasileiros, a novidade, pioneira na América Latina, mas muito utilizada nos Estados Unidos, está disponível apenas para a soja e chegou ao mercado em um lote-piloto de dez apólices negociadas no Paraná.
Os componentes adversos que intervêm na produção agropecuária impõem sazonalidades e ciclos de escassez seguidos por excedentes
"Continuaremos trabalhando para que os cafeicultores entendam que ficar sem seguro é um risco muito alto", destaca Silas Brasileiro, presidente do CNC
Dados representam aumento de 81% sobre o que foi pago no mesmo período de 2020. Ano de 2020 fechou com total de R$ 2,5 bilhões em pagamentos de sinistros
CNC aponta que essa é uma forma de proteger não somente a planta, mas também a rentabilidade do cafeicultor
Ação faz parte de um projeto que busca melhorar a gestão dos negócios rurais no estado para a geração de mais renda, empregos e segurança financeira para os produtores e empreendedores paulistas
Recurso faz parte do prêmio do Seguro Rural; somado ao montante repassado no primeiro semestre, atinge marca recorde em repasses aos produtores em 2020
Mapa esclarecerá as dúvidas sobre o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), no dia 11 de setembro, às 15 horas
Quando falamos em Plano Safra é importante destacar que essa é essencialmente uma política pública, pois o produtor, independente do tamanho de sua propriedade, deve ser um empreendedor rural", afirmou o secretário Gustavo Junqueira
Desenvolvido pelo Mapa em parceria com a Embrapa, tecnologia ensina as principais modalidades de seguro rural disponíveis, com explicação e simulados de indenizações
Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR) aprovou plano que irá otimizar aplicação dos recursos disponíveis
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, defendeu nesta quinta-feira o aperfeiçoamento do seguro agrícola como forma de garantir uma política efetiva de proteção à produção agropecuária brasileira. Para ela, o aperfeiçoamento do seguro agrícola depende da criação de um cadastro único do produtor rural.
O aumento dos recursos disponibilizados pelo governo para o seguro rural fez brilhar os olhos de empresas que trabalham no ramo. Além da previsão de aumento de participação das companhias que já estão no mercado, outras seguradoras planejam estender sua atuação para o agronegócio.Na safra 2013/14, que começou este mês no Brasil, a expectativa é de que a área agrícola com algum tipo de proteção ultrapasse os 10 milhões de hectares, o dobro do registrado no ano passado.
Com o recurso, o governo federal empenha o valor constante na Lei Orçamentária Anual 2012 de R$ 174 milhões e dá condições para que os agricultores assegurem suas lavouras, protegendo-as de eventuais oscilações climáticas no período do plantio.
O forte declínio das cotações do café arábica que se iniciou entre setembro e outubro de 2011, alcançando a mais intensa depreciação em junho de 2012, quando as cotações se aproximaram dos R$365,00/sc. para cafés finos, deixou todos que de alguma forma participam desse mercado completamente atônitos. Creditar, exclusivamente, à crise financeira a baixa nas cotações não parece posicionamento acertado, tendo em conta que os reflexos sobre o consumo da bebida não foram na mesma intensidade com que atingiram outros itens de consumo. Ademais, não se percebe qualquer notícia de recomposição de estoques mesmo tendo em conta a safra de alta brasileira e a formidável safra vietnamita.