Bahia: lavouras de café conilon se recuperam e produção deve crescer
Nesta safra, o rendimento previsto é de cerca de 82,4 mil toneladas de café da espécie.
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Nesta safra, o rendimento previsto é de cerca de 82,4 mil toneladas de café da espécie.
Iniciativa visa valorizar a cafeicultura do município que fica na região de Matas de Minas.
Conforme relatório da instituição, restam nas lavouras do país apenas o café de varrição.
Segundo nota à imprensa divulgada, ontem, 12/9, pelo CNC a estratégia de estocagem do café, adotada pelos cafeicultores de várias regiões do Brasil, já estaria resultando em aumento nos preços do grão.
Lojas especializados no produto passam de 1.400 negócios, aponta estimativa.
Os países do grupo BRIC - Brasil, Rússia, Índia e China - chamaram a atenção durante a recente crise global por terem ajudado a evitar uma depressão mundial e liderado a recuperação. Se analisarmos o consumo de café nestes países, notamos que o Brasil é o líder disparado do grupo, com aproximadamente 18,5 milhões de sacas consumidas por ano. Como a Rússia não é uma nação produtora de café, vamos substituí-la pela Indonésia e cunhar a abreviação BIIC, para indicar os países exportadores com as maiores taxas de crescimento de consumo.
A McDonald's Corp. disse que continuará com sua campanha massiva de marketing do McCafe, que tem ajudado a posicionar a bebida em segundo lugar entre os consumidores de café dos Estados Unidos. De acordo com uma pesquisa da BIGResearch, com 8.000 consumidores feita em maio, o café do McDonald's passou à frente do café do Dunkin' Donuts, mas ficou atrás do produto da Starbucks.
Apesar do rápido crescimento dos sucos engarrafados e de bebidas gaseificadas, o consumo de chá e café está crescendo na Índia. O consumo de café aumentou em 6% nos últimos anos. A inovação de produtos e melhores estratégias de marketing ajudaram a disseminar a demanda por café no norte da Índia.
O terremoto e o tsunami que afetaram o Japão, um dos principais consumidores de café da Colômbia, não prejudicaram até agora a demanda nem as exportações do país, disse o gerente da Federação Nacional de Cafeicultores, Luis Genaro Muñoz. Atualmente, a Colômbia exporta entre 1,4 milhão e 1,5 milhão de sacas de 60 quilos ao Japão, disse Muñoz.
Ao admitir que a produção colombiana neste ano não irá chegar a meta anteriormente fixada, entre 9,5 e 10 milhões de sacas, o diretor executivo da Fedecafe (Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia), Luis Genaro Muñoz, antecipou que espera melhores resultados para 2011. "Pensamos que essa estimativa é um pouco alta e a produção dos últimos três meses do ano deve ser bastante superior ao trimestre final do ano passado", disse.
As exportações de café da Uganda em julho, durante a safra 2009/10, aumentaram 13% devido à melhora nas entregas de produto da segunda colheita nas regiões produtoras do oeste e sul do país, de acordo com a Autoridade de Desenvolvimento de Café de Uganda (UCDA, sigla em inglês).
Produtores de café de São Paulo estão encontrando dificuldade para contratar mão de obra para a colheita da safra. Em muitas propriedades, sobram vagas. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais Pedro Marçal explicou que a falta de mão de obra é resultado da riqueza agrícola da região. "Coincidem as safras da laranja, da cana, da batata, da beterraba, da cenoura e do café. São todas na mesma época", disse.
A menor disponibilidade do café colombiano no mercado internacional está fazendo com que os importadores venham ao Brasil buscar os cafés finos nacionais. A melhor remuneração e o aumento das vendas nas exportações é consequência desse aumento de demanda. Enquanto isso, o produto convencional ainda está longe da referência oferecida pela bolsa.
O dólar subiu pela sétima sessão consecutiva nesta quarta-feira (27), impulsionado pela saída de investidores estrangeiros do país, e fechou no maior patamar desde o início de setembro, a R$ 1,859. A valorização da moeda norte-americana em janeiro, com 15 altas em 18 sessões, já supera 6,7%. Ontem, a variação foi de 1,25%.
O excesso de chuva está atrapalhando o desenvolvimento das lavouras de café do sul de Minas Gerais. Muitos pés já estão na terceira florada e o crescimento desigual dos frutos pode prejudicar a safra.
As chuvas vão ganhando força e se tornando cada vez mais frequentes até o fim do ano no centro/norte do Espírito Santo. Em novembro e dezembro, esperam-se chuvas acima da média climatológica.
O maior produtor de café robusta da África, Uganda, manteve sua previsão anual de exportações após os envios nos primeiros 10 meses do ano terem caído por causa da seca, disse a Autoridade de Desenvolvimento de Café (UCDA) do país. A previsão foi mantida em 3,3 milhões de sacas, disse o diretor gerente da UCDA, Henry Ngabirano. "Os produtores podem estar segurando estoques suficientes para cobrir a queda de 2,8%", afirmou.
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Os bons preços do café nos últimos meses têm ajudado o produtor a recuperar seus investimentos e a tomar fôlego para os desafios do futuro. Mesmo em áreas de montanha outrora consideradas "impróprias" para a cafeicultura em virtude da baixa rentabilidade hoje têm se mostrado como uma opção viável.
De acordo com a avaliação de Marcus Magalhães, da Maros Corretora, a colheita de café conilon no Espírito Santo está em torno de 70%. Já os trabalhos com o arábica estão em 25 a 30%. O clima tem ajudado na evolução dos trabalhos, mas o que realmente preocupa os produtores é a queda no preço do café conilon.
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