Resultados da Pesquisa Cafeeira Safra 2017 são apresentados na SIC
A análise dos dados, tanto em nível Brasil quanto por estados, foi realizada em parceria com a CNA.
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A análise dos dados, tanto em nível Brasil quanto por estados, foi realizada em parceria com a CNA.
O processo de secagem do maior produtor de café robusta do mundo tem sido prejudicado.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um estudo que comprova que o café não causa câncer. O parecer foi elaborado por 23 especialistas para a Agência para Pesquisas de Câncer (IARC, na sigla em inglês) depois de mais de 1.000 estudos analisados.
Presidente da Associação de Exportadores da Nicarágua afirma que "A broca é um problema que poderia baixar a produção nessa região (Espírito Santo e São Paulo), mas não a principal produção do Brasil".
O Fundo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) apoiou, na última sexta-feira (04), as intenções francesas de criar mecanismos para regular o mercado internacional de alimentos e conter a especulação. Tanto o diretor-geral da entidade Jacques Diouf, quanto o ministro da agricultura francês, Bruno Le Maire afirmaram ser a especulação a principal causa da alta recorde e, sem ações incisivas, a perspectiva, afirmaram, é de manutenção da alta.
O maior problema apontado pelos produtores é com relação às exigências do Ministério do Trabalho. Eles indicaram que a fiscalização do Ministério é excessivamente rigorosa. Também afirmaram que os encargos sociais são extremamente elevados, mas que, por outro lado, os trabalhadores nem sempre querem ser registrados. Tal realidade é um campo fértil para informalidade.
O café, que até quinze anos atrás tinha como grande consumidor o público mais velho, está conquistando os jovens. É isso o que aponta a mais recente pesquisa "Tendências de Consumo de Café" realizada anualmente, desde 2003, pela ABIC - Associação Brasileira da Indústria do Café com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O estudo mostra que de 2003 a 2010 o percentual de pessoas que declararam, espontaneamente, ter o café entre as bebidas habituais e que o haviam consumido no dia anterior e no dia da pesquisa aumentou de 85% para 91% na faixa dos 15 aos 19 anos; de 83% para 90% na faixa dos 20 aos 26 anos; de 86% para 94% na faixa dos 27 aos 35 anos e acima dos 36 anos, de 96% para 98%.
O governo estuda a possibilidade de criar uma nova empresa estatal para atuar no setor de fertilizantes, com atribuições que incluiriam a regulação do setor, a pesquisa e a produção desses insumos, afirmaram ontem (23) os ministros de Minas e Energia, Edison Lobão, e da Agricultura, Reinhold Stephanes. A iniciativa reforça a política do governo de intensificar a presença do Estado na economia.
A Starbucks, maior cadeia de cafeterias do mundo, mudou seu logotipo e gerou reclamações de seus clientes pela internet. A companhia retirou a inscrição "Starbucks Coffee" da logomarca, deixando somente o desenho da sereia de duas caudas que, segundo a mitologia, atraía os marinheiros e os levava à morte no mar.
As entregas de café arábica pelos produtores nos mercados locais da Índia devem ser atrasadas para o fim de novembro, em virtude do clima adverso em importantes regiões produtoras no Sul do país, de acordo com executivos da indústria. Em junho, a Câmara de Café previu que a produção de arábica da Índia no ano-safra que começou em 1º de outubro cresceria 5,2% na comparação com o ano anterior, para 99,5 mil toneladas. Mas, agora, executivos da indústria avaliam que a produção pode ser menor do que o esperado.
Uganda reduziu a estimativa das exportações de café na temporada 2009/10 em pelo menos 7% na comparação anual, citando como justificativa os impactos da seca na produtividade da principal região produtora do país, informou a Autoridade de Desenvolvimento de Café de Uganda (UCDA, na sigla em inglês).
As tendências de alimentação para as classes rica, média e pobre indicam que as pessoas de menor poder aquisitivo, que só compravam o básico, passaram a procurar alimentos mais elaborados, melhores e saborosos. A constatação é da pesquisa Perfil do Consumo de Alimentos no Brasil, encomendada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) ao Ibope e apresentada ontem (18) no seminário Brasil Food Trends 2020.
Os preços do café arábica permaneceram em alta nesta quinta-feira (29) nos mercados futuros. A desvalorização do dólar em relação a outras moedas no mercado internacional determinou a alta dos preços do café na bolsa de Nova York. O mercado físico seguiu em movimento contrário e registrou queda. A saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 283,67, com desvalorização de 0,41%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Em janeiro de 2010 foram publicados alguns artigos sobre o cenário de desolação das lavouras de café em Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo. Floradas irregulares levaram preocupação aos produtores em relação a desuniformidade de maturação dos grãos de café. Porém, acredita-se que em algumas regiões o padrão dos grãos está mais uniforme, diminuindo a preocupação quanto à qualidade da safra 2010/11. Como está sua lavoura? Acesse e deixe seu comentário.
A nova classe média, ou classe C, está ocupando seu espaço no crescimento do País com uma capacidade de consumo que a aproxima dos grupos de maior renda, mas com um grau de endividamento que a faz muito mais semelhante à classe D.
Os preços do café seguiram em queda na bolsa de NY (ICE) nesta quinta-feira (28). Na BM&FBovespa houve vencimentos em alta e em queda. Em Nova York, o vencimento março/10 fechou a 132,95 centavos de dólar por libra-peso, o menor patamar em 16 semanas. O dólar valorizou 0,25%, fechando o dia a R$ 1,855.
O dólar subiu pela sétima sessão consecutiva nesta quarta-feira (27), impulsionado pela saída de investidores estrangeiros do país, e fechou no maior patamar desde o início de setembro, a R$ 1,859. A valorização da moeda norte-americana em janeiro, com 15 altas em 18 sessões, já supera 6,7%. Ontem, a variação foi de 1,25%.
As exportações de café da Índia em 2009 caíram 13% frente ao ano anterior, para 189.399 toneladas, afetadas por uma produção menor e por fraca demanda. Contudo, autoridades da indústria esperam que os embarques se recuperem no próximo ano.
El Nino traz irregularidade e risco de estiagem no norte do Paraná e oeste de São Paulo em novembro e, principalmente entre janeiro e fevereiro. Na Mogiana, Cerrado e Sul de Minas a situação é normal. Para Zona da Mata, Espírito Santo e sul da Bahia, chove bem acima da média a partir de novembro, até pelo menos fevereiro.
Um movimento de realização de lucros provocou a queda das cotações do café ontem na bolsa de Nova York, conforme divulgou a agência Dow Jones Newswires. Os futuros para dezembro fecharam a US$ 1,4180 por libra-peso, em baixa de 245 pontos - mesma variação negativa dos contratos com vencimento em março, que encerraram o pregão negociados a US$ 1,445.
Compras especulativas e bons índices macroeconômicos globais deram suporte ontem aos preços futuros do café nas bolsas internacionais. Na bolsa de Nova York, os contratos para março encerraram o pregão a US$ 1,40/lb, com aumento de 249 pontos. Em Londres, os contratos para novembro fecharam o dia a US$ 1.483 a tonelada, com elevação de US$ 4. Além do dólar em alta, a ausência de vendas dos países de origem também deu sustentação às cotações, disseram analistas.
Sabemos que a indústria alimentícia cada vez mais invade o mercado brasileiro e mundial com novos produtos, frutos de novas tecnologias. Porém, ainda não conseguiram criar algo com o mesmo aroma e sabor do nosso bom e indispensável café. Vocês conseguem pensar em algo mais social que o café? Essa bebida é apreciada nos cinco continentes...
O Ministério da Justiça irá retomar as investigações de uma suposta formação de cartel coordenada pelas gigantes do setor de fertilizantes: Bunge, Yara e Mosaic. O pedido foi feito pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados à Secretaria de Direito Econômico (SDE) que, por sua vez, já instaurou processo administrativo para investigar os indícios da prática ilegal e deverá notificar as empresas nos próximos dias.
O agronegócio brasileiro se tornou um dos mais produtivos do mundo, mas a formação de profissionais não acompanhou a evolução, afirmaram especialistas que participaram ontem (08) do 14º Congresso Agribusiness, promovido pela Sociedade Nacional da Agricultura (SNA). Para o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maurício Lopes, a solução passa pela adequação dos cursos universitários.