Chuva de granizo provoca brotação abundante e mais deficiente em cafeeiros
Em outubro/novembro ocorreram chuvas de granizo em área cafeeira, onde verificou-se um aumento na brotação da ramagem, com folhas menores e mais deficientes
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Em outubro/novembro ocorreram chuvas de granizo em área cafeeira, onde verificou-se um aumento na brotação da ramagem, com folhas menores e mais deficientes
Na presente nota técnica, relata-se a ocorrência de morte de ramos, de forma abundante, em lavouras de café colhidas com colhedeira automotriz, na região Sul de MG
O acontecimento faz parte das atividades comemorativas dos 45 anos da instituição
Nos cinco primeiros meses do ano cafeeiro 2016/2017 os países elevaram suas participações.
Segundo aponta estudo do Euromonitor International são quase 2,6 xícaras por pessoa por dia na Holanda.
Lavouras apresentam boa produtividade e, "Como o pássaro, a cultivar se veste de verde e amarelo", escrevem Por J. B. Matiello, S.R. Almeida e Iran B. Ferreira - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e J. R. Dias e Lucas Franco engenheiros agrônomos da Fazenda Sertãozinho.
Segundo Judith Ganes-Chase, a escassez não foi sentida, com o Brasil mal reduzindo os volumes exportados em uma base mensal.
Segundo relatório da trader Wolthers Douqué, a produção brasileira deve ser de 45,6 milhões de sacas, ante 44,21 milhões de sacas da safra anterior.
Uma safra abundante de café ajudará a Índia a recuperar o terreno perdido nas exportações em meio a temores de uma escassez global e preços mais altos
O café é o principal cultivo agrário exportável no Peru, país que está atrás do Brasil e da Colômbia como produtor do grão na América do Sul e é um dos 10 principais do mundo, destacando-se no setor de café orgânico como o maior produtor e exportador global.
Sexto maior exportador mundial do grão, o país embarcou abaixo da média recente este ano, devido ao pouco volume de produção da safra passada e preços acima do mercado. Atualmente há a expectativa de safra maior, o que força as cotações do café indiano a se reajustarem aos valores internacionais, aumentando procura de compradores.
A Bolsa Internacional de Finanças e Futuros de Londres (Liffe) para o café robusta encerrou as operações desta terça-feira com perdas expressivas e café arábica na ICE Futures US (Bolsa de Nova York) testa uma vez mais o patamar de US$1,60/lb. Valorização do dólar e preocupações com a economia européia seriam os principais fatores da queda.
Os preços do café de alta qualidade podem ser levantados de baixas de dois anos por problemas no clima, que afetam colheitas do Brasil, maior produtor do grão, apesar da demanda continuar complicada, com consumidores sem recursos buscando misturas mais baratas.
Os baixos estoques de café do Vietnã têm mantido os preços altos, dificultando para os exportadores garantirem grãos para novos negócios, enquanto os compradores estrangeiros já mudaram para comprar grãos da Indonésia, que está no pico da colheita, disseram traders.
Torrefadores de café da Europa adiaram grandes compras de grãos brasileiros nesta semana, com esperanças de que a crescente colheita no maior produtor mundial de café gere uma maior queda nos preços, disseram traders nesta sexta-feira. "Com a colheita brasileira entrando em andamento em questão de dias, torrefadores esperam que a pressão de venda acumule no mercado global nas próximas duas semanas", disse um trader do mercado físico. "Alguns compradores acham que a queda dos futuros que vimos esta semana é apenas o começo."
O presidente da torrefadora italiana illycaffè, Andrea Illy, estimou que a produção global do grão em 2012 deverá ser abundante, permitindo recompor estoques. Com isso, as cotações futuras do produto na Bolsa de NY tendem a experimentar uma queda por volta de janeiro de 2012.
A Organização Internacional de Café (OIC) recentemente atualizou um estudo sobre o comportamento cíclico na produção de café. Os padrões cíclicos no café estão caracterizados pela alternância entre aumentos e quedas na produção. No caso dos ciclos bienais, uma colheita abundante em um ano é seguida por uma colheita muito menor no próximo. O Brasil tem um ciclo consistente de produção bienal de longo prazo e o impacto do disso se reflete na formação dos preços a nível mundial. Existe uma série de possíveis razões para o fenômeno.
As exportações de café da Etiópia, maior produtor da África, deverão se recuperar para cerca de 171 mil toneladas nesse ano, após os envios terem caído para seu menor nível em seis anos no ano passado, disse a oficial da Bolsa de Mercadorias da Etiópia, Eleni Gabre-Madhin. "As primeiras avaliações indicam um potencial muito bom para uma colheita abundante de café. Esperamos pelo menos o volume de 2007/2008", disse ela.
As exportações de café da Indonésia aumentaram 36%, para cerca de 437 mil toneladas (7,28 milhões de sacas de 60 quilos) em 2008 com relação ao ano anterior (5,35 milhões de sacas), de acordo com dados divulgados na última quinta-feira. Oficiais da indústria disseram que os maiores preços do café e a colheita abundante, suplementada pelos estoques deixados em 2007, foram responsáveis pelo aumento.
O Vietnã iniciou as vendas da nova safra de café, com cerca de 666,6 mil sacas de 60 quilos cada, comercializadas para entrega em dezembro e janeiro, quase metade da quantia vendida em igual período do ano passado, disseram executivos nesta sexta-feira (23).
As floradas das lavouras que darão frutos agora em 2011 aconteceram no segundo semestre de 2010 e se mostraram bastante uniformes. Porém, parece que o pegamento dos "chumbinhos" não está agradando os produtores que esperavam ter uma boa colheita. Rafael da Cunha, cafeicultor de Divinolândia/SP conta que na sua região a situação é de muitas flores e pouco "chumbinho".
Apesar da previsão de uma safra maior, o cenário de rentabilidade para o agronegócio brasileiro em 2010 é desfavorável em relação a 2009, disse nesta terça-feira (24) o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues. Segundo ele, a safra 2009/10, cujo plantio de verão está sendo realizado, enfrentará três problemas: câmbio desvalorizado, insumos comprados com o dólar mais alto e preços internacionais cadentes.
As exportações de café da Nicarágua na recém-completada safra 2008/09 foram 13% menores que na safra anterior, ficando em 1,382 milhão de sacas de 60 quilos, informou o Centro de Exportações do país (Cetrex), o que se compara às exportações de 1,585 milhão de sacas na safra 2007/08, de primeiro de outubro a 30 de setembro do ano seguinte.
Segundo a Organização Internacional do Café a produção mundial de café na safra 2008/09 está estimada em 133,385 milhões de sacas de 60 kg, implicando aumento de 14,77% na comparação com as 116,224 milhões colhidas no ciclo 2007/2008.