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Pesquisa indica mudança no consumo de embalagens de café

postado em 14/06/2017

4 comentários
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Da redação

A pesquisa "Avaliação de Embalagens e Métodos de Armazenamento para Cafés Especiais", coordenada pelo professor Flávio Meira Borém, da Universidade Federal de Lavras (UFLA/MG), indica uma mudança no consumo de embalagens pela indústria cafeeira, comprovando que é possível manter a qualidade dos grãos de café durante longos períodos de armazenamento, com a embalagem de papel de alta barreira sendo a mais eficiente nesse processo. 

Foto: Gui Gomes/ Café Editora
                                      Foto: Gui Gomes/Café Editora

Apresentado pela primeira vez no Brasil durante o 7° Coffee Dinner & Coffee Summit, no dia 09 de junho, em São Paulo, o estudo avaliou oito tipos diferentes de embalagens para dois tipos de cafés especiais nos mercados nacional e internacional, durante 18 meses. O relatório final mostrou que a embalagem de papel com alta barreira atingiu o maior nível de pontuação na preservação das características originais dos grãos, acima de 82 pontos, enquanto as embalagens a vácuo ficaram em 81 e as de juta em 73 pontos.

Além disso, as embalagens de papel também são consideradas financeiramente mais vantajosas pelo mercado, quando comparadas às embalagens a vácuo.  

A análise teve o apoio da Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, e com as parcerias: Brazil Specialty Coffee Association (BSCA), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), a Videplast, Bourbon Specialty Coffees e a Carmocoffees

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Comentários

Sandro Mancini

OUTRA - OUTRO - Comércio de café (B2B)
postado em 16/06/2017

Interessante o estudo, mas quando o patrocinador tem sua embalagem aprovada como sendo a superior, levanta suspeitas. Minha leitura, pelo menos, é em prol da embalagem a vácuo. Seria necessária a avaliação por partes isentas para dar maior credibilidade a este achado.

Alencar Silva

Sorocaba - São Paulo - Insumos para indústria, distribuição e varejo
postado em 17/06/2017

Reportagem tendenciosa e patrocinada por quem produz a embalagem. Sabemos que igualmente a juta, o papel é um grande absorvente de umidade. O que protege o produto/café embalado nada mais é do que o filme plástico que está internamente neste saco. Outro ponto a esclarecer é que para utilizar desta sacaria com produtividade, há a necessidade de se investir em equipamentos de envase. O melhor conjunto para este tipo de embalagem que pode ser manual ou automatizado é o conjunto saco de juta e/ou PP + saco de barreira especial que podem ser de 30 ou 60 kg.

Arnaldo Peixoto

OUTRA - Tocantins - Pesquisa/ensino
postado em 19/06/2017

Não li o relatório citado, então posso estar enganado em algo que escrevo. A opinião do colega Sandro Mancini tem seu ponto de valor, em um universo tipicamente brasileiro, onde "não dá para confiar em ninguém", porém esta não é a realidade de "todos os brasileiros".
Tecnicamente falando, não podemos dizer que o "apoio da Klabin" signifique patrocínio! Pois vejamos:
1- Se esta empresa é a maior fabricante de embalagens, era de se esperar que fosse capaz de produzir a melhor embalagem;
2- Ser o maior produtor de embalagens não significa que produza ou tenha interesse em produzir a melhor embalagem;
Este trabalho, visando o desenvolvimento de uma embalagem "ideal" para o transporte e armazenamento do café, até onde eu sei, vem sendo desenvolvido há anos pelo Professor e Pesquisador Flávio Meira Borém, que tem o histórico de ser um dos mais dedicados pesquisadores sobre café do Brasil e, consequentemente, do mundo, e seus trabalhos só têm trazido benefícios para o agronegócio Café. Assim, considerar "convenientes" os resultados por ele obtido não me parece muito justo. Até onde eu sei, foram os resultados preliminares do professor que conduziram ao "aperfeiçoamento" das embalagens estudadas, ou seja, o resultado final é fruto do seu árduo trabalho de pesquisa, e sua equipe. Assim sendo, podemos dizer que foram seus resultados iniciais que levaram determinada indústria a apostar no que ele fazia e vir a desenvolver este produto. O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo, então não podemos pensar menor que isto. Portanto, se pudermos colocar no mercado, nacional ou não, nosso café com aumento de garantia de qualidade, do início ao fim da linha de comércio, por que não fazê-lo?

Alice

OUTRA - Tocantins - Pesquisa/ensino
postado em 24/06/2017

É de se estranhar que o único link da reportagem não remeta ao estudo e sim ao site da Klabin. Gostaria de ver o comparativo entre as sacas de juta e este papel com alta barreira.

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