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Cafeicultores de Honduras querem quinto lugar na produção mundial

postado em 24/01/2017

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Honduras poderá avançar ao quinto lugar na produção mundial de café se alcançar a meta de mais de 7,6 milhões de sacas de 60 quilos de café na safra de 2016/2017. O grande desafio agora é a mão de obra hondurenha, que é escassa na colheita dos grãos. A colheita de café está em 55% da produção.

O presidente do Instituto Hondurenho de Café (Ihcafé) explicou que o maior apogeu está nas zonas baixas, enquanto seguirá o corte nas partes altas entre fevereiro e março.

“Agora, estamos em sexto lugar da produção mundial e queremos passar ao quinto lugar”, disse Reyes, agregando que o país ocupa o primeiro lugar na América Central e o terceiro no continente.

As exportações de café até 12 de janeiro somaram 1,07 milhão de sacas, o que representa um crescimento de 47% com relação ao ano anterior e 338,8 mil sacas a mais.

Em valor, as exportações foram de US$ 197 milhões, segundo dados da Associação de Exportadores de Café de Honduras (Adecafeh).

Cerca de 70% das exportações foram para a Europa, 24% a América, 5% para a Ásia e 1% para a Oceania. Alemanha, Estados Unidos, Bélgica, Itália e França são os maiores compradores.

“Se vencermos algumas adversidades, creio que podemos avançar”, disse Reyes sobre as expectativas de se posicionar em quinto lugar.

Uma delas é a melhora das estradas e a mais grave é o contrabando. Na colheita anterior, reportaram fugas de mais de 610 mil sacas.

Os diretores do Ihcafé garantem que se houver escassez de mão de obra nacional para o corte das fazendas terão que trazer mão de obra de países vizinhos. Até agora, reportam a entrada de 55.000 cortadores, dos quais 30.000 provêm de El Salvador e Guatemala nas fazendas do ocidente.

As informações são do La Prensa / Tradução por Juliana Santin 

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