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República Dominicana tem perdas por conta de problemas com praga

O presidente da Confederação Cafeeira Dominicana (Concafed), Ricardo Lespín, disse que o país está importando 70% da demanda de café para consumo doméstico, como consequência da queda da produção por conta da ferrugem e pelo baixo investimento na renovação dos cafezais. Segundo ele, na República Dominicana há um processo de ruína de mais de 30 mil produtores de café que vêm enfrentando perdas de US$ 375 milhões nos últimos quatro anos.

Foto: Reprodução
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O presidente participou do seminário nacional “Fortalecimento institucional do subsetor cafeeiro dominicano”, onde foram analisados os desafios que os cafeicultores e suas organizações enfrentam diante da crise cafeeira que vive o país. A crise no setor foi gerada, em grande parte, por conta da iniciativa do governo, que tende a excluir os cafeicultores dos mecanismos públicos de tomada de decisão, em matéria de políticas públicas para o desenvolvimento da cafeicultura.

Na abertura do evento, Lespín criticou o bloqueio sistemático, a falta de apoio e o isolamento que tem sido submetido o Conselho Dominicano de Café (Codocafé), em meio a pior crise que a cafeicultura dominicana atravessa, fruto da epidemia da ferrugem e da falta de atenção governamental.  O seminário contou com uma massiva participação de cafeicultores, dirigentes cafeeiros, funcionários, legisladores e profissionais agropecuários, que participaram de diferentes exposições que abordaram temas sobre a problemática institucional cafeeira.

Entre os palestrantes nacionais e estrangeiros estiveram René León Gómez, secretário-executivo da Promecafe, Richard Peralta Decamps, diretor-executivo do Conselho Regulador de Café de Valdesia, Carlos Ramírez, diretor da Confederação Dominicana Cafeeira, e Nicholas Cruz Tineo, diretor-executivo do Instituto para o Desenvolvimento da Economia Associativa (Ideac).

Na atividade, se ressaltou o trabalho da Codocafé em termos de reparação de estradas em áreas de cultivo de café, promoção internacional de café dominicano, geração e validação de tecnologia, suporte para controle de ferrugem e broca do café, fortalecimento das organizações de cafeicultores, controle de qualidade do café exportável e certificação de selos de qualidade diferenciada, tais como denominações de origem e as marcas de certificação que existem atualmente no país.

Segundo Lespín, o seminário permitiu passar o balanço das contribuições para o desenvolvimento da indústria do café, que fez a Codocafé durante seus 16 anos de operações, destacando seus registros sobre a assistência técnica, capacitação, concessão de crédito para a reabilitação e renovação de plantações de café e outros apoios.

As informações são do http://hoy.com.do./ Tradução Juliana Santin

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