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Peneira mais alta em 2016 deve facilitar vendas ao mercado externo

POR EQUIPE CAFÉPOINT

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 17/03/2016

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Por Thais Fernandes, de Guaxupé (MG)

A melhora no clima nas regiões produtoras de arábica, em especial no Sul de Minas e Cerrado Mineiro, deve colaborar para elevar o tamanho das peneiras nesta safra 2016. “A granação agora está bem melhor porque está chovendo bastante este ano. Isso facilita, porque o mercado externo prefere os grãos maiores. Os moquinhas colhidos em 2015, por exemplo, não foram bem aceitos e temos muito ainda em estoque”, destacou Carlos Paulino, presidente da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), nesta quinta-feira (17/3) durante o segundo dia da 15ª edição da Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas (Femagri).
Carlos Paulino, presidente da Cooxupé // Foto: Divulgação / Femagri
Carlos Paulino, presidente da Cooxupé, fala sobre o mercado durante segundo dia da Femagri 2016

O cenário mundial, com expectativa de queda na produção de robusta do Vietnã e Espírito Santo, principal estado produtor da espécie no Brasil. Sobre o tema Paulino acredita que o arábica vá, de fato, conquistar mais espaço. “O mercado interno vai ter que se adequar agora que já está percebendo que vai faltar em algum lado. E o consumidor pode se preparar porque o preço vai subir”, afirmou ele, lembrando que esse pode ser um bom momento para que a qualidade seja mais valorizada.

Preço pago ao produtor
Em seu primeiro dia de trabalhos, a Femagri 2016 apresentou, de acordo com o superintendente de Desenvolvimento do Cooperado, José Eduardo, um volume de negócios 30% superior em relação ao primeiro dia do ano anterior. Já a expectativa geral da Feira é de que o volume de negócios seja 16% maior do que na edição passada, em 2015, quando foram gerados 120 milhões, com estimativa de público de 35 mil pessoas.

Um dos motivos do bom resultado foi a recente alta na cotação do café na Bolsa de Nova Iorque. Em meio à comemoração pelo aumento, a diretoria da Cooxupé, reitera que é preciso ponderar as oscilações ao longo do ano. “O café a R$520 ou R$515 reais não é o que o produtor coloca no bolso ao longo do ano, isso é o top. É preciso lembrar que o café de varrição, por exemplo, pode estar a R$360. É a média destes preços que deve ser levada em consideração, e vai ser, claro, inferior ao maior valor”, lembrou Paulino.

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