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Fórum apresenta os desafios da irrigação no Brasil

O secretario nacional de Irrigação, Guilherme Augusto Orair, esteve na abertura da Fenicafé e fez um panorama da situação atual da irrigação no cenário brasileiro.

A irrigação é uma prática agrícola que permite manter um suprimento regular de água para as plantas e, associando às demais práticas, torna-se um fator de garantia da produção. Atualmente, a irrigação representa 5,5 milhões hectares em termo de área produzida pela agropecuária no Brasil. O secretario nacional de Irrigação, Guilherme Augusto Orair, esteve na abertura da Fenicafé – Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura, e fez um panorama da situação atual da irrigação no cenário brasileiro. Ele também apontou as principais deficiências no sistema e a importância das ferramentas de georreferenciamento e territorialidade para melhorar a agricultura irrigada no país. "A demanda por alimentos e as mudanças climáticas exigirão investimentos de US$ 1,12 trilhão em irrigação agrícola e preservação de solos em países em desenvolvimento até 2050", salienta Orair.

Para ele, o grande desafio da agricultura irrigada é adotar os avanços em tecnologia, melhoria do manejo e de gestão, com sustentabilidade ambiental; utilizando a irrigação como instrumento de desenvolvimento econômico e inclusão social. “O importante é reconhecer que a atividade agrícola é um negócio. E se é um negócio envolve riscos, por isso temos que tratar o sistema como um todo, fazendo a redução de risco por parte dos agentes privados e também por parte das instituições públicas”, analisa.

Em sua palestra, Orair disse que o que mais dificulta a expansão da irrigação é a adequação à legislação ambiental; a concessão de outorgas d’água; a oferta de infraestrutura, principalmente energia e reservação de água, nas áreas potenciais e a disponibilidade de crédito.

De acordo com a política nacional de irrigação, “a implantação de projeto de irrigação dependerá de licenciamento ambiental e já as obras de infraestrutura de irrigação, inclusive os barramentos de cursos d’água que provoquem intervenção ou supressão de vegetação em área de preservação permanente, poderão ser consideradas de utilidade pública para efeito de licenciamento ambiental, quando declaradas pelo poder público federal essencial para o desenvolvimento social e econômico.”

Debate - O café é o principal produto de exportação do agronegócio mineiro e é vendido para mais de 60 países do mundo. Valorizar a produção e os produtores do Estado é colocar o café mineiro em um lugar de destaque no mercado mundial, criando novas oportunidades de negócio, agregando valor e fortalecendo as marcas certificadas. "Atualmente, apenas 10% do café do Brasil é irrigado. Porém, esta cafeicultura produz 1/3 do café nacional, graças à tecnologia empregada, que alia a produtividade à qualidade", afirma o coordenador do núcleo de cafeicultura irrigada da Uniube, André Luís Teixeira Fernandes.

A matéria é da organização do evento, adaptada pelo CaféPoint.
 

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