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Devido aos baixos ganhos, cafeicultores pensam em abandonar a atividade

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 28/09/2017

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O chefe da Organização Internacional do Café (OIC) disse, na última segunda-feira (25), que os produtores ganham tão pouco pelo café que muitos provavelmente abandonarão suas plantações, colocando em risco as ofertas futuras em um momento de demanda crescente.

Foto: Alexia Santi/Agência Ophelia
                                       Foto: Alexia Santi/Agência Ophelia

De acordo com o diretor executivo da instituição, José Sette, em muitos países produtores os baixos ganhos estão reduzindo a oferta, mesmo que a demanda esteja crescendo cerca de 2% ao ano devido ao aumento do consumo nos mercados emergentes. "Se os produtores não são bem remunerados e incentivados a plantar café, então, em algum momento do futuro podemos ter dificuldades em obter a quantidade que precisamos, porque a demanda está crescendo de forma constante", disse à Reuters em uma entrevista durante a Reunião do Conselho da ICO, na capital da Costa do Marfim, Yamoussoukro.

"Nós não temos a mesma confiança de que teremos a oferta para continuar, de forma que os produtores precisam estar convencidos de que vale a pena sua paciência", disse Sette, ressaltando que os cafeeiros requerem um investimento de longo prazo.

No mês passado, o Rabobank previu um déficit global de café em 2017/2018 de 6,1 milhões de sacas em meio ao aumento da demanda, e os sinais de estreitamento da oferta é evidente no Brasil, maior produtor de café, onde os estoques caíram bastante.

"Muitas vezes, especialmente nos países consumidores, há uma grande ênfase em sustentabilidade ambiental, mas não há ênfase correspondente na sustentabilidade econômica", disse o diretor da OIC. 

Stette estimulou os governos a investirem em pesquisa e apoio aos produtores, dizendo que foram longe demais para cortar os gastos com a agricultura durante uma onda de programas de ajuste estrutural apoiados pelo Ocidente, na década de 1990.

Ele também identificou as mudanças climáticas como um dos desafios mais prementes da indústria do café, particularmente para o café arábica de gosto suave, que é mais sensível as mudanças no clima do que o conilon, amplamente utilizado para cafés instantâneos.

O Brasil foi atingido por uma severa seca em algumas das principais regiões cafeeiras este ano, levando os analistas a cortarem as projeções iniciais para uma safra recorde em 2018.

As informações são da Reuters / Tradução Juliana Santin
 

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