Fórum traça roteiro para enfrentar problemas comuns da cafeicultura
O Plano de Ação terá como ponto de partida um estudo realizado por uma entidade independente.
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O Plano de Ação terá como ponto de partida um estudo realizado por uma entidade independente.
Apesar da gama de conhecimentos adquirida, seja através de trabalhos de pesquisa ou na prática das lavouras de café, a Equipe Técnica que lida na cafeicultura volta e meia se depara com alguma novidade no campo. Este é o caso da ocorrência de um sintoma novo, representado pela seca de ramos laterais, observado em cafeeiros arábica, nas regiões de Pirapora e Urucuia, em MG, em condições de baixa altitude e temperatura média de 24°C a 24,5º C.
No norte do Espírito Santo, mais de 80% do café conilon já foi colhido. Os produtores reclamam, no entanto, das perdas provocadas pelo clima desfavorável.
O governo brasileiro ampliou o prazo para os produtores de café pagarem financiamentos que venceriam agora, de acordo com resolução aprovada nesta quinta-feira (28/03) pelo Conselho Monetário Nacional - CMN. No entanto, os cafeicultores não tiveram uma importante reivindicação atendida pelo governo: a elevação do preço mínimo de garantia do arábica para R$ 340 por saca, ante os atuais R$ 261.
Muitas vezes o problema está na chamada "zona de conforto". Ela é habilidosa em desviar nossa atenção daquilo que realmente importa. Deixamos de tomar muitas decisões importantes, por que preferimos o prazer imediato. E, quem sabe, a agricultura não caiu nessa armadilha. O prazer imediato pode ser insustentável.
Depois de 47 anos de íntima relação com a cafeicultura, Luiz Marcos Suplicy Hafers, de 73 anos, nascido em 1935, na cidade de Santos (SP), reflete a vivência e o conhecimento de quem lida diariamente com um segmento em constante transformação. A simpatia e o bom humor mostra também que ele não se abateu diante das frequentes adversidades proporcionadas por um setor constantemente ameaçado pelo clima e pelas oscilações bruscas de preços, típicas do mercado de commodities.
Primeiramente, o atual debate ilustra a forma errática com que a equipe de Michel Temer lida com questões polêmicas. Nada novo em um país viciado em ações focadas no curto prazo. Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e Doutor em Economia Aplicada pela Universidade de Missouri - Columbia.
Operadores do mercado cafeeiro aguardam chuvas, enquanto setor produtivo lida com clima extremo.
Reportagem traz histórias que ilustram a necessidade de pensar o processo sucessório da propriedade rural
Conteúdo busca auxiliar atores da cadeia cafeeira na gestão dos negócios
Produtor do Sítio Rochedo pôde comercializar seus grãos após receber ajuda do Programa ATeG e visitar a Semana Internacional do Café
Variedade se adaptou bem à região por ser mais rústica, de fácil manejo, além de resistente ao déficit hídrico
Iniciativa visa incentivar sucessão familiar no campo e dar visibilidade sobre impacto de iniciativas que contribuem para preservação dos recursos naturais
Para ela, a condução do principal organismo mundial do café também envolverá a apresentação de um novo direcionamento para toda a cafeicultura global
Invenção feita pelo cafeicultor Anderson da Silva, do Sítio Árvore Bonita, em Divino, rendeu o segundo lugar no 7º Prêmio Emater-MG de Criatividade Rural
Segundo diretor-executivo da Abic, a indústria costumava usar cerca 80% de arábica e 20% de conilon nos "blends", mas essa fatia está mudando
Na segunda-feira (29), os membros do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC) realizaram uma reunião virtual em que aprovaram um orçamento, considerado recorde
Bruno Varella traça um panorama sobre o novo governo no Brasil e situações com Estados Unidos e União Europeia
Mercado futuro do café arábica voltou a subir de maneira mais expressiva nesta segunda-feira (16) na Bolsa de Nova York
O agronegócio, em especial a cafeicultura, setor no qual atuo profissionalmente desde meus 15 anos de idade possuem uma resiliência e capacidade de adaptação gigantesca.
Publicação da Emater-MG recomenda medidas específicas de prevenção durante o transporte de trabalhadores, alojamento, refeitório e trabalho de campo, além de boas práticas de colheita
A ferrugem é a doença mais grave e prejudicial na lavoura cafeeira
Gustavo Costa comenta sobre as incertezas do setor
Artigo do nosso colunista debate a política internacional e analisa os próximos possíveis passos dos Estados Unidos.