Caruncho dos grãos de café: conheça o inseto e seus estragos
O caruncho dos grãos de café é um inseto pouco conhecido, sendo importante saber como identificar a praga e seus prejuízos
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O caruncho dos grãos de café é um inseto pouco conhecido, sendo importante saber como identificar a praga e seus prejuízos
Quatro marcas de farinha de trigo também foram analisadas pela Associação.
Pesquisas foram feitas pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. Inseto é responsável por comprometer qualidade dos grãos e gerar perdas entre 30% e 70%
Inseto ataca cafezais das variedades acauã e arara
Entre as principais pragas da cultura, o inseto pode preocupar cafeicultores em ano de bienalidade negativa e clima instável
Alerta vale sobretudo agora que, devido ao tempo seco, o inseto se multiplica e afeta de forma importante os frutos do cafezal.
O trabalho publicado conta com revisão por pares acadêmicos que respalda seu rigor científico e é de acesso aberto, o que ajudará a estudar e compreender melhor esse inseto nativo da África, presente na Colômbia desde 1988
Controle tardio da praga oportunizou proliferação da cochonilha nas lavouras capixabas, aponta Coopeavi.
Isso ocorre em momentos em que outros países da região ainda lutam para sair da infecção pela ferrugem que os afetou nos últimos anos.
Principal prejuízo da broca é a destruição parcial ou total dos grãos, que são perfurados e comidos pelas larvas do inseto
Campanha da Federação Nacional de Cafeicultores (FNC) é medida preventiva considerando a probabilidade de 65% de ocorrência do fenômeno do El Niño no começo de 2015.
Eliminação dos frutos remanescentes é um cuidado importante para evitar que inseto permaneça na lavoura de uma safra para outra
O objetivo é ajudar os produtores a diminuírem a infestação do inseto nas próximas safras.
A cochonilha-da-raiz é um inseto sugador de seiva que coloniza as raízes do cafeeiro. Dentre as espécies que atacam esta cultura, <i>Dysmicoccus cryptus</i> vem sendo mais encontrada nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Bahia e Paraná.
A cochonilha branca da roseta compreende um complexo de espécies, das quais prevalece o gênero Planococcus. É um inseto que está se tornando a principal praga do café conilon em diversos municípios produtores do Espírito Santo. Registros de ocorrência relataram sua presença nas regiões de montanha do Estado, no período de 1976 a 1979, causando sérios prejuízos às lavouras cafeeiras de arábica.<br>
O ataque aos pés de café acontece quando o inseto ainda está na fase de larva ou ninfa. Esse período que antecede a fase adulta tem duração longa, de um a cinco anos. Ao contrário da fase adulta, que dura apenas alguns dias. Quando adultas, após o acasalamento entre os meses de setembro a março, os insetos botam os ovos no tronco e folhas das plantas. Após o rompimento dos mesmos, as ninfas descem ao solo e se fixam às raízes da planta, próximo ao tronco, onde sugam a seiva por meio do seu aparelho bucal em forma de estilete.
Chegou a Primavera e com ela as cigarras, muitas vezes inimigas da lavoura de café. A vida ´útil´ do inseto pode durar até 5 anos, prejudicando o cultivo por um longo período. Reportagem apresenta os possíveis danos e exemplos de como combatê-los.
Uma armadilha contra cigarras está sendo testada em lavouras de café do Sul de Minas Gerais. O aparelho, que imita o canto do inseto, foi desenvolvido em Jaboticabal e promete eliminar a praga dos cafezais em até 3 anos.
Um estudo publicado pela revista <i>Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)</i>, desenvolvido pela equipe do Departamento de Biotecnologia e Entomologia no Centro Nacional de Pesquisas de Café da Colômbia, chegou à conclusão de que uma "transferência horizontal de genes" da bactéria para a broca-do-café permite ao inseto produzir uma proteína que absorve um carboidrato-chave presente nos grãos de café.
Estamos na Primavera e a pouco mais de dois meses do Verão. É nessa época que um inseto comum costuma se multiplicar na natureza. O ataque de cigarras aos pés de café acontece quando o inseto ainda está na fase de larva ou ninfa. Atenção para o diagnóstico e controle.
O pesquisador José Nilton Medeiros Costa, da Embrapa Rondônia, passou os últimos 4 anos selecionando cuidadosamente as variações de fungo <i>Beauveria bassiana</i> mais eficazes no combate à broca-do-café, a principal praga da cafeicultura no estado de Rondônia. O controle biológico do inseto é uma alternativa mais barata e menos prejudicial ao meio ambiente e à saúde do agricultor do que o uso de inseticidas químicos.
A broca-do-café <i>Hypothenemus hampei</i> (Ferrari, 1867) (Coleoptera:Scolytidae) é a segunda praga em importância na cafeicultura brasileira. A broca só ataca os frutos do cafeeiro. O inseto foi constatado pela primeira vez no Brasil em 1913, na região de Campinas. Sua origem é o Continente Africano. A partir de Campinas, a broca dispersou-se por toda a cafeicultura brasileira. Jamais será erradicada de nossas lavouras de café.
Atenta à crescente preocupação com a saúde de agricultores e de consumidores, a Embrapa Rondônia trabalha na identificação de agentes biológicos para o controle da broca-do-café. Os pesquisadores já identificaram quatro variações do fungo Beauveria bassiana com alto poder de combate ao inseto.
O Instituto Biológico, localizado em São Paulo, é referência em pesquisas na área de sanidade animal e vegetal, além de proteção ambiental e pragas urbanas