Recursos do Funcafé já tem direcionamento
Resolução publicada na última segunda-feira define o direcionamento dos recursos para o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) em 2020
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Resolução publicada na última segunda-feira define o direcionamento dos recursos para o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) em 2020
Sessão da última sexta-feira foi fechada com leve alta
Foram discutidos na semana passada a ampliação de políticas públicas para incentivar a cafeicultura em Rondônia e o lançamento da Conilon BRS Ouro Preto, primeira cultivar de café da Embrapa e recomendada especialmente para Rondônia.
Conselho Monetário Nacional aprovou reajuste de R$ 40 mil para R$ 320 mil do limite de financiamento para aquisição de equipamentos de preparo, secagem e beneficiamento do grãos.
Plataforma, que representa um grande avanço para o setor, será apresentada na SIC.
O mapeamento do parque cafeeiro trará, com exatidão, o que o estado tem de café irrigado.
Iniciativa visa criar nova ferramenta de análise de dados, que passará por validação em campo através da Emater-MG.
Para ela, a condução do principal organismo mundial do café também envolverá a apresentação de um novo direcionamento para toda a cafeicultura global
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou ontem, dia 26, o direcionamento dos recursos da União para o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), para linhas de financiamento da safra 2012. Entre as definições estão o valor de R$ 500 milhões para custeio, R$ 900 milhões para estocagem, R$ 250 milhões para o Financiamento para a Aquisição de Café (FAC), R$ 50 milhões para contratos de opções e de operações em mercados futuros e R$ 225 milhões divididos entre o financiamento de capital de giro para indústrias de café solúvel e torrefadoras.
A indústria brasileira de café está em ritmo de espera para repensar seu planejamento de preço. A decisão de modificar a composição dos "blends" também deve ficar para depois do período de "estabilização" das cotações da matéria-prima no mercado internacional. Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da Abic, afirma que "tendência é usar mais o arábica" se a cotação do produto continuar em queda.
Mercado trabalhou com base nos gráficos, com direcionamento acompanhando fatores macroeconômicos
Analistas acreditam que direcionamento em novembro demonstra tendência de reversão do cenário baixista. Atenção está na oferta
Gestores de polos de excelência, polos de inovação e APLs, que compõem os projetos estruturadores da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES), estiveram reunidos em Belo Horizonte, nos dias 20 e 21 de outubro, para avaliação das atividades e direcionamento de ações futuras. Dentre os pronunciamentos, tanto de especialistas como de gestores, houve um consenso: O ambiente de inovação em Minas está no caminho certo e já pode celebrar diversas conquistas.
Notícias publicadas no CaféPoint mostram que o Governo Federal estuda permitir o <i>drawback</i>, atendendo a um pedido da indústria de café solúvel. E que a resistência do segmento produtor é enorme, o que influenciou decisão recente da Câmara de Comércio Exterior (Camex), no sentido de postergar um direcionamento nesse sentido. Embora seja improvável uma mudança em tal orientação no curto prazo, seguem as demandas da indústria, os temores dos produtores e a incerteza para toda a cafeicultura nacional.
Além de sócio-fundador da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Américo Sato já presidiu a entidade em duas gestões, no período entre 1991 e 1996. Nesta entrevista, ele conta o que o levou, aos 81 anos, a assumir mais uma vez a presidência da Abic e apresenta as propostas a serem desenvolvidas até o fim do mandado, em 2014. Entre os desafios está a configuração do mercado, com novas formas de preparo - os sachês e cápsulas e máquinas de preparo automático -, que esbarram na concentração do varejo, que responde por 65% da distribuição do café. Acesse e confira!
A Uganda, um dos mais históricos produtores de café do mundo, nesse ano, fará um progresso limitado rumo à meta de aumentar a produção até os níveis recordes alcançados nos anos noventa, apesar de algum progresso no controle de doenças e empecilhos agronômicos.
A Federação dos Cafeicultores do Cerrado Mineiro, que congrega 17 entidades representativas do setor, lançam, <u>no dia 19 de abril</u>, em Uberlândia, uma estratégia que direcionará o futuro dos negócios da região para mercados consumidores que valorizam qualidade, origem e sustentabilidade. A região, que abrange o Triângulo, Alto Paranaíba, parte do Alto São Francisco e Noroeste do estado, conta com o maior número de fazendas certificadas no Brasil na produção de cafés diferenciados com indicação geográfica.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário passará a compor, pela primeira vez, o Conselho de Administração da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Dedicado a defender interesses da agricultura familiar e dos assentados da reforma agrária, o MDA terá assento junto com representantes dos ministérios da Agricultura, da Fazenda e do Planejamento.
O mercado de café vem buscando novos nichos em busca de maior agregação de valor ao produto. Contudo, independentemente do café produzido é importante que o produtor saiba os detalhes do seu café, para que assim possa segregar sua produção em lotes, entre cafés de maior qualidade, menor qualidade, certificados, etc., obtendo melhor remuneração para cada um dos lotes. Como você sabe qual a qualidade do seu café? O que pode fazer para agregar valor e conseguir bons preços?
Confirmada a participação do Polo de Excelência do Café na 6ª edição da INOVATEC - Feira de Inovação Tecnológica, de 5 a 8 de outubro, no Expominas, em Belo Horizonte. O evento promove a articulação entre pesquisadores, empresários e agentes do governo, tendo os Estados Unidos como país âncora para o compartilhamento de experiências em ciência, tecnologia e inovação.
O Sebrae-MG apresentou em Manhuaçu o Projeto Café da Região das Matas de Minas. É a entrada definitiva dos cafeicultores no modelo de realinhamento estratégico adotado pela instituição desde 2007 nas diversas regiões do estado. Com a nova modelagem, nos próximos seis meses será debatida e formatada uma visão estratégica comum para reforçar o posicionamento competitivo do café da região. A partir dos resultados, serão definidas e executadas as ações para atingir os objetivos discutidos com os produtores e parceiros fundamentais da região.
Com o objetivo de gerar um conjunto de informações que norteiem a promoção e o desenvolvimento da cafeicultura de montanha em Minas Gerais, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), por meio do Instituto Antonio Ernesto de Salvo (INAES), realizam o projeto "Cafeicultura Mineira de Montanha", que compreende a caracterização e a elaboração de propostas de políticas públicas.
O Código Comum para Comunidade Cafeeira, conhecido pela sigla 4C, é uma parceria internacional que visa excluir práticas inaceitáveis ao mesmo tempo em que incentiva a melhoria contínua de boas práticas agrícolas. Representante do 4C no Brasil, o engenheiro agrônomo Luis Flávio Nascimento de Andrade está visitando unidades 4C em Minas Gerais, como parte de um projeto para o monitoramento de impactos da adoção do Código 4C e para a construção de diretrizes para futuras atividades.
A linha de pesquisa que abrange os métodos alternativos na indução de resistência contra doenças, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Café (INCT), lançará em breve, na Universidade Federal de Lavras (UFLA), a biofábrica para o processamento em escala comercial do composto que inova ao aliar a indução de resistência a doenças ao aproveitamento dos resíduos da cultura do café (folhas, cascas e restos de podas).