Demanda americana por café está pressionando preços para cima
A demanda mundial por grãos de café deverá alcançar um recorde nesse ano, à medida que as pessoas de todo mundo estão consumindo mais dessa bebida.
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A demanda mundial por grãos de café deverá alcançar um recorde nesse ano, à medida que as pessoas de todo mundo estão consumindo mais dessa bebida.
Um estudo liderado pelo consultor e pesquisador, Ricardo Avellaneda, e respaldado pela organização Viva Café Forever e pela Universidade EAN, concluiu que a Colômbia - apesar de demandar anualmente 1,2 milhões de sacas de café - é o oitavo em consumo per capita entre os países produtores. Isso quer dizer que nações como Brasil, Costa Rica, República Dominicana, El Salvador, Haiti e Honduras estão acima.
Robério Oliveira Silva, Diretor Executivo da OIC - Organização Internacional do Café, comenta sobre consumo mundial do café, cenário de oferta e demanda do produto e os fatores negativos dos baixos níveis de preço para a qualidade e sustentabilidade da cafeicultura. Confira
José Augusto Rizental é superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado e presidente da Associação Brasileira das OrigensProdutoras de Café. A Associação foi criada há pouco tempo com intenção de destacar as características das regiões produtoras de café e seus produtores, levando ao mundo essa diversidade e seus diferenciais.
A crescente popularidade do café premium - preparado com grãos arábica - está enfraquecendo a posição do Vietnã, importante produtor de grãos robusta, entre alguns mercados da bebida na Ásia. O café arábica tem consistentemente ganhado participação de mercado. Estima-se que a participação do robusta poderá ser reduzida para 60% nos próximos cinco anos.
O colaborador do CaféPoint Renato H. Fernandes, de Teixeira de Freitas/BA, enviou um comentário ao artigo "Drawback:</i> Isso ainda vai dar muito o que falar", sugerindo que se monte uma equipe de especialistas para conceber possíveis cenários advindos da liberação do drawback. Acesse e leia a carta na íntegra.
Diante das pressões cada vez maiores do Brasil e da União Europeia, a Argentina deu sinais de que pode flexibilizar a implantação de barreiras contra alimentos importados. As restrições devem entrar em vigência no dia 1º de junho. Em encontro com grandes importadores, o secretário de Comércio Interior e autor da medida, Guillermo Moreno, afirmou aos empresários que analisará "caso a caso" a aplicação de barreiras contra a entrada de produtos estrangeiros com similares nacionais.
As exportações de café da Etiópia ao Japão foram retomadas recentemente após um embargo imposto há dois anos. O Japão proibiu as compras de café da Etiópia em maio de 2008 após a descoberta de resíduos de pesticidas em um envio de grãos. Agora, as importações têm se recuperado, com cerca de 1.500 toneladas exportadas ao Japão nos últimos três ou quatro meses.
No último dia 23 o mercado de café reagiu fortemente e os preços do café subiram. Segundo a agência Dow Jones Newswires, traders realçaram que fundamentos de oferta e demanda "positivos" para os preços alimentaram o movimento. Em entrevista ao programa Mercado e Companhia do Canal Rural, Carlos Paulino, presidente da Cooxupé, confirma a perspectiva de analistas norte-americanos sobre uma tendência de melhoria nos preços do grão.
A estatal Petrobras vai construir duas fábricas de fertilizantes nitrogenados à base de gás natural. Juntas, terão capacidade de produção de 5,8 milhões de toneladas/ano de ureia, composto orgânico rico em nitrogênio usado na fabricação de fertilizantes, obtido por meio do gás natural. A cifra corresponde a 90% do consumo do país em 2014 e 2015, quando as duas unidades devem entrar em operação. Hoje, as importações são o equivalente a 50%.
O evento, que vai até sexta (22), destacou, também, a necessidade da união de toda a cadeia
Número corresponde a um aumento de 109% em relação aos embarques registrados em 2022. Anúncio foi feito pelo presidente da entidade, Fabrício Tristão
Os componentes adversos que intervêm na produção agropecuária impõem sazonalidades e ciclos de escassez seguidos por excedentes
Em meio à forte crise hídrica que o país vem atravessando em 2021, surgem questões quanto a diminuição do consumo de água sem perder a produtividade e qualidade
Muito se fala em sustentabilidade, mas ainda há muitos produtores em dúvida se a transformação da lavoura para um modelo mais sustentável realmente vale a pena
Apesar da simplicidade desta descrição, ainda persiste a dúvida se o cafeeiro possui ou não raiz pivotante e o professor José Donizeti Alves responde que sim, o cafeeiro possui raiz pivotante
Uma política para alcançar suas metas precisa ser composta por três alicerces fundamentais: a) oportunidade; b) abrangência e c) desenho. Ao se debruçar sobre o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor de Café (PEPRO), não se observa sua adequação para qualquer dos atributos listados. No quesito oportunidade, por exemplo, a política falha ao não considerar a dimensão do problema a ser equacionado, ou seja, a safra de 32,6 milhões de sacas deve ser considerada de tamanho capaz de demandar um mecanismo de política agrícola que venha a interferir na estrutura do mercado e, conseqüentemente, na formação dos preços? Certamente não.
Volume enviado às instituições equivale a 71,5% dos R$ 4,5 bilhões contratados
Segundo o Mapa, o valor atingiu R$ 131,6 bilhões e o setor agrícola segue com a maior contratação do crédito
Até 50% das áreas onde o café pode ser cultivado podem ser prejudicadas até 2050, de acordo com o The Climate Institute, de Sydney, Austrália.
Foi a partir da era moderna que os interesses comerciais se constituíram em motivação para aproximação entre nações livres do mando colonial. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, pesquisador científico do IEA e Paulo Sérgio Caldeira Franco, agente de apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do IEA.
Nunca se falou tanto sobre sustentabilidade, alimentação saudável, produção local. Os consumidores precisam ir ao supermercado e fazer suas escolhas. E é ali que, acredito, os agricultores mais estão perdendo. Por Bruno Varella Miranda.
Importações de café sem torrar e descafeinado tiveram uma queda de 66%.
O presidente da Associação de Exportadores de Café da Colômbia (Asoexport), Carlos Ignacio Rojas, falou da necessidade de repensar o negócio cafeeiro, desde a qualidade requerida pelo mercado mundial até o cultivo de café robusta. "O mercado mudou, devemos mudar".