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Qual a real situação da safra 2014/2015 do café?

PRODUÇÃO

EM 28/07/2014

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A etapa de coleta de dados da pesquisa Colheita cafeeira na safra 2014/2015 foi encerrada. Agradecemos sua participação, os resultados do que vocês avaliaram nesta safra já estão aqui, no site CaféPoint.

Confira aqui o resultado de cada questão, disponível na apresentação utilizada para palestra que ocorreu durante o I Fórum da Agricultura Sustentável, na Semana Internacional do Café, em Belo Horizonte (MG).
 

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GEFFERSON EDSON FERREIRA PINTO

ESPÍRITO SANTO DO PINHAL - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 10/09/2014

bom dia cafeicultores... em nossa região o cenário não é diferente... temos grãos de tamanhos irregulares com maioria de peneira baixa, grãos chochos,  casca dos grãos volumosa e o mais grave que os ramos produtivos tiveram um baixo crescimento dos internódios  que irão provocar uma baixa produção na safra seguinte... tivemos uma quebra de safra na região variando até 15 %...
MARIO DORNELLES DE ALVARENGA

PERDÕES - MINAS GERAIS

EM 08/09/2014

Fim de safra,prejuizo já computado segue as quebras:cafe irrigado_9%,cafe de sequeiro 27,8%.Com isso não consigo enxergar estas 47 milhoes de sacas, já passou da hora do mercado brincar com fogo, pois vão se queimar.Sem remuneração a produção não vai se recuperar.
JARBAS CLETO LOPES

POUSO ALEGRE - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 31/08/2014

Produtor ha mais de 20 anos, nunca presenciei estiagens consecutivas como estas que vem ocorrendo em nosso Sul de Minas(São Gonçalo do Sapucai MG). O fato e que  a produtividade só tende a diminuir e a ocorrência de doenças do cafeeiro aumentar e a produtividade/ rendimento cair. As previsões  de safra/produtividade se tornam mais dificeis.Haverá falta do produto, não há dúvida.Os custos de produção, notadamente os cafés de montanha, vem aumentando ano a ano e , apesar dos preços atuais, muitos desistirão da atividade.Precisamos de mundanças de politica e gestão de governo,com adoção de medidas concretas visando mundança de cenario do agronegocio do Brasil. Chega de commodities.Ha necessidade de mundanças mundiais para o agronegocio Café. Não é justo o produtor receber pela saca de café o mesmo valor de 1 kg  obtido no exterior (US$250). Parabenizo todos pelos seus comentários.        
ADAUTO AUGUSTO DE ASSIS

PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 25/08/2014

Boa noite,eu trabalhei em 32 propriedades colhendo café, e sou pequeno produtor,tem um pouquinho irrigado,mais digo a vcs a perca 2014 sera maior que imaginamos,e para 2015 só Deus sabe, vai faltar muito café no Brasil e consequentemente no mundo,florada fora do tempo,lavouras secando,ferrugem,bicho mineiro e broca estão a todo vapor,e os produtos que controla mais adubos estão subindo como rojão, temos que dar as mãos ou o trem ta feio,o preço do café tem que reagir,  quem poder guardem seus café!!!

Abraço a todos fiquem com Deus.
JOSÉ HESS

CURITIBA - PARANÁ

EM 25/08/2014

Portanto como o Sr. Alysson Vilela expõe que a queda estará em torno de no mínimo 18%, portanto confirma que o índice da   CONAB de 9,33% de precisão britânica nada tem a ver com a nossa realidade,OK?



Então nós todos devemos analisar o nosso mercado real de no mínimo 20% de quebar a nível de Brasil pois estados de MG, Paraná e outros é muito mais..
ALEXANDRE CASTRO CAMBRAIA

OLIVEIRA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 25/08/2014

(Continuação) florada que com certeza não vingará devido a estiagem... As lavouras mais antigas aparentemente estão sentindo menos e ainda(graças a deus) não abriram florada.Espero que ela só venha quando vierem as chuvas.
ALEXANDRE CASTRO CAMBRAIA

OLIVEIRA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 25/08/2014

As perdas são reais é só observar o beneficiamento do café produzido nesta safra.Lavouras com até cinco anos estão quebrando em torno de 50%.Tenho uma lavoura da variedade Catucai Amarelo ( pra mim uma das piores variedades de café já criadas, uma prova de que a modificação genética de especies visando uma suposta melhora de seu desempenho só atrapalha.Pra começar a resistência a ferrugem só dura nos primeiros 3 ou 4 anos. Depois a necessidade de agrotóxicos é a mesma de uma lavoura de espécie não modificada como o mundo novo.Segundo o café que produzem é muito pequeno chega a ser patético se comparado ao mundo novo, tão miúdo que não serve para expresso peneira 15 ou menos tem menos valor... A quebra e o escolha é sempre maior que de uma lavoura catuai ou mundo novo antigo.)que produziu 160 sacos que na medida seriam 230 ou seja quebra de +- 30% sendo 10 sacas de escolha!! Pra cada 15 sacas de bica corrida 01 de escolha.E a máquina não estava no limite ou seja poderia ser feita uma seleção ainda mais rigorosa o que aumentaria o índice de escolha para algo em torno de vinte sacas ou 15%.Nas lavouras de especies como mundo novo, catuai vermelho e Acaia a quebra foi bem menor de 10% ou menos e o rendimento bem maior ou seja menos percentual de escolha também, algo em torno de 5% mas com a máquina selecionando o máximo ou seja jogando todos os defeitos pro escolha inclusive deixando passar até algum café bom porém miúdo devido a quebra pela estiagem.As lavouras mais novas também já abriram sua primeira florada com a última chuva
ALYSSON VILELA FAGUNDES

BOA ESPERANÇA - MINAS GERAIS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 23/08/2014

Caros amigos do Café Point, saudações...



nós da Fundação Procafé fizemos um levantamento em abril desse ano e constatamos uma perda média no Brasil de 18%. Sendo o Sul de Minas a região mais afetada com 30% de perda.



Eu particularmente atuo na região de Varginha (Sul de Minas) e o que estamos vendo aqui é uma quebra de exatamente 30%. Logicamente que temos produtores com quebras maiores e menores. Mas na média, o número que levantamos foi muito próximo da realidade.



A Fundação Procafé foi a campo e realizou o levantamento por meio de coleta e corte de frutos.



Agora iremos fazer um novo levantamento de confirmação das estimativas de perdas. Mas já sabemos que não passamos longe no levantamento prévio.


UANDERSON ATHAYDE MOURA

TOMÉ-AÇU - PARÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 20/08/2014

Atenção!



Vimos anteriormente alguns números "frios", mas... Mudou o quê?



Continuando...



RESUMO:



A PRODUÇÃO MUNDIAL



PÓLOS DINÂMICOS

- Brasil (A+R)

- Honduras (A)

- Peru (A)

- Etiópia (A)



PÓLOS SEMI-DINÂMICOS

- Vietnã (R)

- Indonésia (R)

- Problemas

- Colômbia (A)



Lê-se:

A = Arábica;

R = Robusta.



TIPO DE CAFÉ   1980 (%) 2001 (%) 2011 (%)

ARÁBICA               74            66                 63

ROBUSTA             26            34                 37



ALGUMAS TENDÊNCIAS OBSERVADAS...



-Crescimento econômico nas origens:

por um lado impulsiona aumento do consumo de café;

por outro favorece a diversificação (novas oportunidades);

destaque países América Latina.



-Assistência técnica é fundamental:

apoio do governo importante para chegar aos pequenos;

grande impacto na produtividade;

organização!



-Preços do café influenciam produtividade até certo ponto:

quando a produtividade é muito baixa, aumento dos preços não surte efeito esperado.



Entretanto...



"O AUMENTO DA PRODUTIVIDADE É CHAVE PARA  SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA DOS PRODUTORES".



A NOVA REVOLUÇÃO DO CAFÉ: PRODUTIVIDADE



Brasil 25% da área plantada

Vietnã 50% da produção mundial de café



-Produtividade:

Brasil + Vietnã: ~23 sacas/ha (1,38 tons/ha);

restante do mundo: ~9 sacas/ha (0,54 tons/ha).



-Expandir área plantada custa caro:

não há mudas disponíveis;

nova área ou mais densidade?



-Produtividade mínima nos sistemas de certificação?

gerenciamento;

sustentabilidade do produtor;



(*) Há um luz no fim do túnel...



BENEFÍCIOS >CUSTOS - Difusão de tecnologias sustentáveis

-Treinamento (ATER'S, EMBRAPA, PROCAFÉ, Universidades, etc.):

tecnologia (estamos muito próximos da luz do conhecimento científico!);

gerenciamento (cooperativas, associações, ONG'S, etc.).



-Financiamento (aqui entra o governo! e a iniciativa privada).

-Organização de grupos (temos condições de aplicá-la, com auxílio de cooperativas ,associações etc.).



PROPOSTA DE ESTRATÉGIA



-Eixos de intervenção:

extensão rural e assistência técnica;

treinamento;

financiamento;

organização dos pequenos produtores.



-Parcerias serão fundamentais para potencializar boas práticas:

traders / exportadores;

cooperativas / associações;

torradores.



-Aproveitar programas nacionais que funcionam:

Certifica Minas;

Educampo (Sebrae);

Incaper;

PIC.



"DEVEMOS AUMENTAR A PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL DE ARÁBICA E CONILON".



COOPERAÇÃO EM TODOS OS NÍVEIS



-Enfatizar extensão no Consórcio Pesquisa Café:

projetos de difusão de tecnologia;

fundos alocados para tal fim pelo Funcafé.



-Parcerias e projetos com instituições existentes:

coordenação central;

orçamento para projetos;

otimização recursos.



-Rede de transferência de tecnologia aos produtores:

consolidar difusão dos conhecimentos;

-Pacotes tecnológicos específicos para cada região produtora



O futuro da cafeicultura brasileira.

Disponível em:

<http://www.fundacaoprocafe.com.br/sites/default/files/publicacoes/pdf/Palestra%20Dr.%20Brando.pdf >. Acesso em: 20/08/2014.
UANDERSON ATHAYDE MOURA

TOMÉ-AÇU - PARÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 19/08/2014

Boa noite!

                 

O QUE NOSSOS CONCORRENTES ESTÃO FAZENDO?



HONDURAS - ESTRELA EM ASCENSÃO

Expansão da produção:

 50% na última década;

 novas plantações;

 aumento da qualidade;

- 4 milhões de sacas em 2011;

 expectativa de chegar a 5 milhões em 2012/13;

- Custos de produção mais baixos que BR;

- Terras + mão de obra disponíveis;

- Problemas com segurança.



PERU - AVANÇA RAPIDAMENTE

Produção com grande crescimento:

 4 milhões de sacas em 2011;

 expansão área plantada;

 mas... produtividade baixíssima;

- Destaque para os cafés especiais;

 15% da produção;

- Substituto (mais barato) para Colômbia;

- Maior produtor mundial de orgânico;

- E a sustentabilidade?.



COLÔMBIA - RECUPERAÇÃO DIFÍCIL:

- Café sofre com mudanças climáticas:

 excesso de chuvas;

 La Niña;

- Produção caiu drasticamente em anos recentes:

 de 12 para 7,5 milhões de sacas (2011);

 renovação dos cafezais + clima + broca;

 diversificação (outras oportunidades);

- País é hoje o 3º/4º/5º (?) produtor mundial;

 3ª posição ameaçada por Indonésia e Etiópia;

 safra 2012 ainda é um mistério (8 milhões?);



VIETNÃ AMADURECE

Safras recentes estáveis 18 milhões de sacas:

 50% parque a renovar;

 falta água para irrigação;

 custos de produção crescendo... mas ainda menores que América Latina;

 efeito "sanfona" - insumos + irrigação;

- Produtividade aumenta;

- Infraestrutura de produção se consolida;

 forte apoio do governo;

 assistência técnica para pequenos;

 expansão de benefícios secos;

 agregação de valor através do polimento úmido de café verde;

 problemas com qualidade persistem;

- Grande expansão de produção de solúvel.



INDONÉSIA PODE ACORDAR

- 3° maior produtor mundial de Robusta:

 atrás do Vietnã;

 9 milhões de sacas em 2011;

 potencial de 10 a 12 milhões;

 produtividade muito baixa;

- Produção muito sensível a clima;

 La Niña;

 chuvas e/ou secas;

- Consumo interno de café cresce;

 jovens + classe média;

 3 em 1;

 solúvel;

 T+M;

- Arábica não cresce;

 importação de café.



E A ÁFRICA?

Produção de Arábica cresce lentamente:

 Etiópia lidera crescimento (8 milhões de sacas);

 destaque para cafés gourmet - Ruanda e Tanzânia;

 prêmios crescentes de preço;

- Quênia e Zâmbia investem em promoção de origens;

- Robusta regride e pára:

 de 16 mi sacas (anos 70) para 7 mi sacas hoje;

 produção transferida para VT e BR;

- Possível reação dos Robustas africanos?

 Uganda;

 Costa Marfim;

 Angola;



ETIÓPIA

Produção expandiu 60% na última década

 produtividade ainda baixa:

- Preços e prêmios começam a chegar ao produtor;

 grande entusiasmo;

- Cafés lavados crescem;

- Diminuição da sombra?;

- Orgânico e sustentável;

- Consumo interno grande (3,5 milhões de sacas/ano).



Vemos que,

Apoio de mosso governo é importante... Grande impacto na produtividade. Já temos apoio técnico!



O futuro da cafeicultura brasileira.

Disponível em:

<http://www.fundacaoprocafe.com.br/sites/default/files/publicacoes/pdf/Palestra%20Dr.%20Brando.pdf >. Acesso em: 19/08/2014
EDUARDO LIMA

MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 19/08/2014

Quebra média p/ safra 2014 será de 20 a 30 % (MÉDIA) pois tem regiões que a quebra chega a 90% p/  lavouras novas, ate 3,5 anos. safra 2015, a quebra sai de 30% para quem não tem irrigação. O numero de internódios estão em média com 7 a 8 pares de folha, quando, no período, deveriam estar com 12 a 14.  Não sei o que o mercado esta esperando. Vai faltar café e não é pouco. Diria que a quebra pode chegar a 20 milhões de sacas entre 2014 e 2015. Tem estoque de passagem pra garantir essa perda?
JOSÉ HESS

CURITIBA - PARANÁ

EM 19/08/2014

Concordo com todos é uma contribuição evidente de nossa classe, em especial a do Sr. Alexandre Castro Cambraia, temo de agir como nos demais países, trabalhar em conjunto e exigir de nossos candidatos à políticos que nos ouçam e façam aquilo que estamos exigindo pois quem dá o cargo à eles somos nós através de nossos votos. Mas eles tem de saber disso, a classe tem de chamar eles para uma audiência e nos ouvir de verdade.

Nós temos de inverter o processo os políticos tem de fazer as coisas para o Brasil e para nós que os sustentamos, se não fora...
RAFAEL COSTA NEVES

BARRETOS - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 18/08/2014

A deficiência hídrica e abertura prematura de flores vão nos preocupar e muito para a expectativa de safra seguinte.
UANDERSON ATHAYDE MOURA

TOMÉ-AÇU - PARÁ - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 18/08/2014

Caro Sr. Alexandre Castro Cambraia, de Oliveira - Minas Gerais - Produção de Café,



parabenizo-lhe pelo "pensamento", e acima de tudo, por sua excelente postura diante da temática.



De cordo com Adilson Aguiar (2011):

- Qualquer Atividade Econômica apresenta suas PECULIARIDADES;

- Tais PECULIARIDADES apresentam  numerosos DESAFIOS;

- Os DESAFIOS apresentam REAIS OPORTUNIDADES.



(*) As oportunidades são paradigmas existentes e devemos quebrá-las! A todo instante.



Entretanto,

mesmo em se tratando de uma Cultura "Perene" (Cafeeiro), sabemos que, estamos a passos largos e firmes rumo a "Produtividade (ápice de respostas) ", ou seja, estamos muito próximos da luz do conhecimento científico.



Partindo deste pressuposto,

o mercado será consequência do Produto a ser apresentado. Isto é fato!


ALEXANDRE CASTRO CAMBRAIA

OLIVEIRA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 18/08/2014

Sobre a questão do Sr. Uanderson de exportarmos commodities concordo que é o x da questão, o fator principal. Mas como ou quem seria o responsável técnica e financeiramente para industrializar (torrar, moer etc...) nosso café e exportar somente o produto pronto para consumo final? Lembrando que são aprox. 40 milhões de sacas de café quem seria capaz de tal investimento? Penso que se houvesse uma união entre governo (financiador) cooperativas  (projetos, desenvolvimento, execução, administração) e produtores esse sonho seria possível. Pense na quantidade de empregos que seriam gerados no país sem falar na arrecadação de impostos e na distribuição de lucro entre os cooperados que devem ser os maiores beneficiários desse sistema. O Brasil precisa parar de ser Colônia Rural Subdesenvolvida para se tornar o que está predestinado para ser: Uma Megapotência Industrial Agrícola fornecendo todas as variedades de alimentos já industrializados e prontos para consumo ao redor de todo o mundo.Isso inclui principalmente o café, claro.
VALDECIR PEDRO BRAMBILLA

ADAMANTINA - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 17/08/2014

Com relação a produção necessario se torna ficarmos atento ao volume ilusorio do café em coco ou seja o rendimento dos grãos no beneficiamento.Este foi um ano atipico, porque se normalmente 7 sacas de 60 litros cereja representa um saco limpo, este ano a média está em torno de 10 sacas cereje para um beneficiado, isso confirma a má formação dos grãos com consequente quebra na produção. O triste quadro da cafeicultura nos leva a presenciar os produtores de grãos como soja, trigo e milho em franca espansão e com bons resultados, enquanto os cafeicultores continuam se descapitalizando e trabalhando duro para sustentar multinacionais e bancos, a realidade é que ao invés de recebermos estamos pagando para produzir. acho que é a hora do basta.
NELSON BARRIZZELLI

ANDRADAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 15/08/2014

Interessante as observações sobre a importância da confiabilidade das respostas na pesquisa. Por um problema cultural, sempre desconfiamos de que alguém está tentando enganar os outros. Não partimos do pressuposto de que o informante diz é verdade até prova em contrário. Li anteriormente que a desconfiança vem do fato de que as respostas não podem ser confirmadas (provavelmente por terceiros). Por que esses terceiros seriam mais confiáveis? E de desconfiança em desconfiança acabaríamos chegando nos fiscais do Ministério da Agricultura (seriam eles mais confiáveis). O pior é que nossos filhos e netos, crescem partindo do mesmo pressuposto e se colocam em posição de defesa na escola, no trabalho, nas atividades sociais, etc. No modelo cooperativista ocorre o mesmo problema entre os cooperados. Quem está ganhando e quem está perdendo nesse ambiente? Quem a Diretoria está privilegiando? Devo acreditar no que me dizem? Alguém está obtendo vantagens? Isso nos leva a um individualismo e a uma descrença institucional responsável por muitas das desgraças econômicas que ocorrem no país. Infelizmente não se mantém estável uma nação com base na desconfiança em relação ao vizinho, ao empregador, ao colega do mesmo ramo, etc. Quero apenas lembrar que o Ex-Presidente Nixon foi tirado do cargo, nos anos 70, por tem mentido para a Nação americana, porque nos Estados Unidos ninguém imagina que o seu interlocutor está deliberadamente mentindo. Portanto, vamos partir do pressuposto de que a pesquisa é boa, correta, reflete a realidade e vai nos ajudar a sensibilizar quem decide a política do café no Brasil, de que realmente a crise no setor existe, não é "choradeira" e vai continuar pelas próximas duas colheitas, pelo menos. Talvez isso nos ajude a receber, pelo menos, o valor correspondente ao custo do nosso trabalho.
PEDRO ROGERIO FERNANDES

SÃO PAULO - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 15/08/2014

Concordo com a Cristina  Vale. Deve-se contar  com a quebra  para  a próxima safra. Que já é  certa, mesmo que  o tempo corra normalmente, Se houver  algum problema climático  a situação ficará insustentavel  para  continuar  a atividade, principalmente  aos pequenos e médios produtores.
JOSÉ HESS

CURITIBA - PARANÁ

EM 15/08/2014

Os dados do campo futuro da Universidade Federal de Lavras é muito importante os produtores acessarem e seguirem, adaptando seus custos reais para a planilha deles, voces verão como está os custos para cada um. Desta forma poderão gerenciar melhor suas atividades e buscar novas opções de economia e possíveis lucros.

Como o café é uma cultura perene não é de um ano para outro que se consegue mudar a gestão ou o planejamento, deve-se ter na propriedade outra atividade que renda com menos tempo, e aos poucos adotar novas praticas de manejo e gestão até chegar no ápice da produtividade do café, formar associações e ficar atento no mercado também deve ajudar em muito.  
SIVAL

BONITO - BAHIA - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 15/08/2014

Bom dia, muito  legal essa iniciativa da equipe Café Point; em fazer essa pesquisa,

só espero que todos colaborem com maior transparência possível ao responderem o questionário.

Porque assim acredito que possamos dar um passo adiante.