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Primeiros grãos arábica começam a ser colhidos: veja fotos

Por Equipe CaféPoint (CaféPoint)
postado em 09/05/2017

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Por Thais Fernandes

A safra 2017 traz contradições profundas para o setor produtivo do café brasileiro. Em ano de bienalidade baixa, e após quebras no arábica e sucessivos problemas enfrentados pelo conilon, principalmente em 2016, o volume para este ciclo é uma dúvida constante. Entre altos e baixos, os produtores seguem em busca de qualidade como uma das formas de se destacar.

Nas últimas semanas, diversas propriedades em distintas regiões iniciaram suas colheitas, em boa parte colheitas seletivas. Confira fotos e vídeos registrados por produtores neste ano.

SUL DE MINAS
Fazenda Recreio
A Fazenda Recreio pertence a mesma família desde 1890, e já em 1891 iniciou o plantio de café nas terras recém adquiridas. A Recreio está localizada em São Sebastião da Grama, na divisa dos estados de São Paulo e a região do Sul de Minas.

Hoje, a área total é de 605,6 ha dos quais 240 ha ocupados pelo café continuam produzindo qualidade em relevo montanhoso e clima ameno. Neste ano, eles começaram a colheita na primeira semana de maio. Veja fotos do primeiro dia de colheita da variedade bourbon amarelo com colheita seletiva, secagem natural e lenta:

Foto: Fazenda Recreio

Foto: Fazenda Recreio

Foto: Fazenda Recreio

Foto: Fazenda Recreio


Jururaia (MG)
Algumas propriedades, entretanto, iniciaram a colheita prematuramente. É o caso dos frutos do produtor João Fagundes, que tem lavoura no município de Juruaia (MG). Ele colheu em torno de 150 balaios, sendo que apenas 18% dos grãos estavam maduros.

Segundo Fernando Barbosa, diretor-presidente da Associação dos Municípios da Microrregião da Baixa Mogiana (Amog), a lavoura rendeu muito pouco nesta safra. “O produtor queria retirar os grãos de café para descansar o pé e, como no momento a colheita ainda não começou por completo a diária fica mais barata”, ponderou. Veja os registros, abaixo:

Foto: Arquivo Pessoal/ Divulgação

Jururaia (MG) Algumas propriedades, entretanto, iniciaram a colheita prematuramente. É o caso dos frutos do produtor João Fagundes, que tem lavoura no município de Juruaia (MG). Ele colheu em torno de 150 balaios, sendo que apenas 18% dos grãos estavam maduros.   Segundo Fernando Barbosa, diretor-presidente da Associação dos Municípios da Microrregião da Baixa Mogiana (Amog), a lavoura rendeu muito pouco nesta safra. “O produtor queria retirar os grãos de café para descansar o pé e, como no momento a colheita ainda não começou por completo a diária fica mais barata”, ponderou. Veja os registros, abaixo:



Fazenda Boa Vista
Dentre as propriedades da André Sanches Estate, a Fazenda Boa Vista ainda não engatou totalmente seu processo de colheita. A expectativa é que se iniciem os trabalhos por completo na próxima semana, provavelmente dia 15, informou André Sanches Neto, à frente da Volcano, que compra cafés da propriedade sul mineira. Veja, abaixo, como estão alguns talhões da Fazenda:

Foto: André Sanches Specialty Coffees


Foto: André Sanches Specialty Coffees


Foto: André Sanches Specialty Coffees

Foto: André Sanches Specialty Coffees

Enquanto isso, alguns talhões que já começaram a ser colhidos e estão secando em terreiro suspenso os frutos são complexos nanolotes. Entre os frutos, estão os da variedade catuai amarelo, colhidos dia 21 de abril:

Foto: André Sanches Specialty Coffees


ALTA MOGIANA
Já na região paulista da Alta Mogiana, o produtor André Cunha conta que a colheita já teve início em boa parte de sua produção. Os frutos de obatã amarelo IAC 4739, ou os vermelhos da variedade IAC125 começaram a ser processados há cerca de 15 dias.
“Já colhemos 5% do que deve ser produzido nesta safra”, conta Cunha, que também é presidente da Associação de Cafés Especiais da Alta Mogiana (conhecida pela sigla em inglês AMSC).

Foto: André Cunha

Foto: André Cunha

Já enquanto as colheitadeiras da fazenda trabalham quem é retirado mecanicamente são os grãos de catucai, que receberam aplicação de maturador, conta o produtor. Os demais frutos são da variedade mundo novo e IAC 379/19.


CERRADO MINEIRO
Em uma só marca são reunidas as produções das fazendas São Lourenço, Brasis e Santa Rita. As três propriedades fornecerem grãos para o que se torna a Guima Café e somam 880 hectares dedicados exclusivamente à produção de cafés da espécie arábica como catuaí 62, catuaí 144, mundo novo, catucaí, icatu amarelo, bourbon amarelo, bourbon vermelho e IAC 125 RN.

Localizadas na região do Cerrado Mineiro, as propriedades iniciaram suas colheitas já neste mês de maio. A Guima começou a divulgar fotos e vídeo de seu processo desde a primeira semana deste mês, quando começou os trabalhos. Veja abaixo alguns registros:




 

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