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Primavera deve trazer chuvas com potencial para as lavouras de café do país

postado em 25/09/2017

1 comentário
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Da redação

Devido a seca que perdurou pelos últimos três meses, muitas regiões produtoras de café do Brasil registraram danos na florada ocorrida em agosto. No entanto, a expectativa é de que a chegada da primavera trague uma frente fria que devolverá às lavouras chuvas com potencial para evitar a quebra de safra na temporada 2017/2018.

Foto: Café Editora                                                Foto: Café Editora  

De acordo com o meteorologista da Somar Meteorologia, Celso Oliveira, a partir desta terça-feira (26), as precipitações começarão pelo Rio Grande do Sul e, na sequência, se espalharão pelo Sudeste e Centro-Oeste do país. Segundo ele, a última chuva relevante para as lavouras aconteceu no início de junho, afetando, principalmente, as culturas de café, laranja e pastagens.
Em virtude da estiagem, analistas afirmam que parte do potencial produtivo da safra 2017/2018 já foi perdida. Na colheita de café deste ano, a cultura já mostrou menor rendimento: dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgados na última quinta-feira (21) mostram que a temporada 2017 do café arábica marcou produtividade média de 24,02 sacas por hectare, redução de 8,8% em relação à temporada anterior. 
Segundo o especialista da Somar, depois das chuvas ocorridas entre o final de setembro e início de outubro virão os percalços do fim do ano, dentre eles, o risco de estiagem na região Sul e excesso de chuvas durante a colheita no Sudeste e Centro-Oeste: "as condições climáticas deste ano estão menos estáveis em relação ao mesmo período de 2016. Isso exige aumento nos cuidados com manejo e aplicação de estratégias que diluam os riscos de perda". 

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Comentários

Geraldo Augusto Ferreira

Pedregulho - São Paulo - Produção de café
postado em 27/09/2017

A estiagem de 2017 está sendo muito forte, mas se as chuvas vierem com volumes significativos ainda será bom. O pior de tudo são as queimadas que saíram do controle. Grande parte desses focos de incêndio são criminosos e não se vê nenhuma atitude por parte dos órgãos de proteção ao meio ambiente e dos que se dizem ambientalistas. É só "conversa mole pra boi dormir" e aparecer nos meios de comunicação. Não fazem nada, absolutamente nada.Todo o dinheiro gasto com isso é jogado fora. Só querem salas com ar condicionado, poltronas macias e esperar o salário no final do mês. Não sabem o que é o dia-a-dia do homem do campo, que enfrenta as intempéries do tempo e ainda têm que lutar fora de hora para combater focos de incêndio em suas propriedades para não ver queimar aquilo que foi construído com muito sacrifício.

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