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Plano de recursos hídricos do ES pode incluir limite em área plantada de café

Por Equipe CaféPoint (CaféPoint)
postado em 10/04/2017

2 comentários
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Da redação

Após enfrentar uma das secas mais profundas de sua história recente, principalmente em 2015 e 2016, o estado do Espírito Santo volta a discutir medidas para amenizar problemas no futuro. Os próximos 20 anos de gerenciamento da água no Espírito Santo entram em pauta na Assembleia Legislativa (Ales), divulgou o Web Ales, site informativo da Assembleia capixaba. O Plano Estadual de Recursos Hídricos (Perh|ES) será apresentado a deputados durante reunião conjunta das Comissões de Meio Ambiente, Justiça, Finanças e Agricultura, nesta segunda-feira (10/4), às 12h30, no Plenário Rui Barbosa.

Foto: Bruno Lavorato / Café Editora
Foto: Bruno Lavorato / Café Editora


É o que explica o diretor-presidente da Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), Paulo Paim. “A ideia do plano é envolver a sociedade capixaba na discussão o seu próprio futuro, considerando que a água é a infraestrutura mais importante para o desenvolvimento social e econômico”, destaca. Conforme diz, os planos de recursos hídricos clássicos são mais técnicos.

LIMITE PARA ÁREA DE CAFÉ
Os debates vão durar 15 meses, prazo de entrega do plano, e o que foi sugerido nas participações populares, afirma o diretor-presidente, poderá entrar na conclusão. O Web Ales reportou que, de acordo com Paim, se for decidido que a lavoura de café não pode mais ser expandida no ES, ou que não mais poderá ser plantado eucalipto em determinadas áreas, isso entrará no programa.

O deputado Dr. Rafael Favatto (PEN), presidente da Comissão de Meio Ambiente, ressalta a importância de apresentação do PERH a deputados antes que o projeto tramite na Assembleia Legislativa (Ales) como forma de promover o debate e aproximar o tema do parlamento. “(O plano) é de suma importância porque precisamos ter ideia de como usar os recursos hídricos”, frisa.

Para Paim, a maior contribuição a partir do momento que o plano for entregue será “preparar melhor o estado para enfrentar situações limites como as que estamos vivendo agora”.

O PLANO
O PERH é um dos principais instrumentos previstos na Política Estadual de Recursos Hídricos e vai estabelecer as diretrizes e os critérios de gerenciamento da água no Espírito Santo para os próximos 20 anos. O principal objetivo do PERH é contribuir para que o desenvolvimento econômico, social e ambiental do Espírito Santo seja feito de maneira sustentável e equilibrada, tendo em vista a disponibilidade de água em cada uma das 14 bacias hidrográficas capixabas.

A elaboração do PERH é coordenada pela Agerh, com apoio técnico do Consórcio NKLac/Cobrape, formado pela empresa japonesa Nippon Koei Lac e pela Companhia Brasileira de Projetos e Empreendimentos (Cobrape). O custo total será de R$ 2,9 milhões. Durante todas as etapas de elaboração do plano serão realizados seminários, oficinas interinstitucionais, consultas públicas regionais e diversas reuniões setoriais para garantir a ampla participação dos usuários de água, da sociedade organizada e do poder público. 

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Equipe CaféPoint    São Paulo - São Paulo

Mídia especializada/imprensa

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Comentários

Joaquim Magewski

Vila Valério - Espírito Santo - Degustador
postado em 17/04/2017

Rir para não chorar .Vão gastar 2,9 milho~es de reais para elaborar um plano de erecurços hidricos para estado do espirito santo. E`so fazer valer a lei que criou o car. e todos os que  estão fora a dessa lei recebece  como multa mudas para reflorestar principalmente as nascentes que é a unica maneira de voltar a ter agua. Joaquim Magewski vila valério -es

Elmo Guimarães Bueno

Castelo - Espírito Santo - Produção de café
postado em 23/04/2017

A empresa Nippon Koei Lac e a Cobrape poderiam colaborar com projetos de recuperação de nascentes e recuperação ambiental, graciosamente, já que têm interesse financeiros, econômicos e sociais no Espírito Santo. Elas dispõem de pessoal especializado e recursos financeiros para desenvolver projetos e promover orientações para a população  rural para recuperar áreas degradadas e fazer o tratamento de esgoto e outros resíduos poluentes.
Produzir água é mais importante do que produzir dinheiro.
A grande dificuldade da população rural despoluir os córregos e evitar  poluição das águas.
Elmo Guimarães Bueno - Castelo - ES.

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