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Grupo de torrefadores internacionais conhece a região Sul de Minas

postado em 08/11/2017

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Da redação

Quem visitou a Semana Internacional do Café (SIC) em outubro deste ano, no Expominas, em Belo Horizonte (MG), pôde perceber algo fundamental: a relação entre compradores estrangeiros e produtores está cada vez mais próxima. Recentemente, um grupo de torrefadores americanos visitou a região Sul de Minas com a intenção de ver, de perto, como os cafeicultores buscam a qualidade dos grãos.

Foto: Lucas Albin/Agência Ophelia
                               Foto: Lucas Albin/Agência Ophelia 

A Fazenda dos Tachos, em Varginha, foi uma das propriedades visitadas pelos estrangeiros, representantes de grandes empresas ligadas à cafeicultura do mundo. O passeio faz parte do programa da Nucoffee Syngenta, que conecta produtores de café a torrefadores. Os convidados foram acompanhados por um grupo de corretores especialistas em controle de qualidade da bebida. 
Segundo o gerente de marketing da Nucoffee Syngenta, Juan Gimenes, o objetivo de unis os dois elos da cadeia produtiva é mostrar como os cafés do país são produzidos, criando uma aproximação com a origem (produtor) e a demanda: "queremos acostumar os profissionais de qualidade, que têm uma referência importante no mercado, ao perfil sensorial dos cafés brasileiros". 

De acordo com o corretor de café Sveen Wolthers, é bacana que os compradores internacionais de café tenham um contato pessoal com os produtores e as fazendas de onde adquirem o produto: "uma coisa é ligar para os produtor e perguntar como está o café na região. Ver com os próprios olhos é importante, além de conhecer novas propriedades e potenciais clientes para o futuro". 
Uma nova qualidade de café está em fase de pesquisa pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) em parceria com a Nucoffee. Para a representante de Relações Internacionais da Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha (Minasul), Maria Cláudia Lucinda Porto, novos estudos auxiliam os produtores sobre qual caminho seguir na cafeicultura.

"Essas pesquisas ajudam os cooperados a entender o que precisa ser mudado, melhorado e como alcançar cafés com qualidade mais alta, mercado que vem crescendo muito", disse Lucinda. Durante a viagem ao Brasil, o grupo de estrangeiros visitou propriedades em diferentes cidades do Sul de Minas e  puderam conhecer, também, as boas práticas adotadas na Fazenda Baixadão, composta por um grupo de pequenos e médios produtores que fazem a certificação UTZ. 

"A gente promove esse grupo e busca a certificação coletiva de boas práticas, o que ajuda a criar uma referência no mercado, melhorando a gestão da produção e um selo com reconhecimento internacional", explicou o gerente de marketing da Nucoffee Syngenta, Juan Gimenes.

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