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Com 36 lotes leilão do 13º Concurso da Abic arrecada mais de R$ 54 mil

Por Equipe CaféPoint (CaféPoint)
postado em 08/02/2017

1 comentário
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Da redação

Os oito lotes finalistas do 13º Concurso Nacional Abic de Qualidade do Café foram arrematados e somaram total de R$ 54.648,99. O leilão aconteceu entre 26 de janeiro e 3 de fevereiro e vendeu todas as 36 sacas. O valor médio por saca ficou em R$ 1.518,03, quase o dobro do preço mínimo estipulado, de R$ 871 a saca (equivalente a 50% acima da cotação da BMF/Bovespa de 24/1).

Entre as empresas que disputaram os lotes campões, o destaque do ano foi o Grupo Café do Moço, criado em 2009 pelo barista Léo Moço e formado pela microtorrefação Café do Moço e pela cafeteria Barista Coffee Bar, ambas em Curitiba (PR). O Grupo conquistou a premiação oferecida pela Abic às empresas que tem maior participação no leilão, nas três categorias Ouro, Diamante e Especial.

Microlote
O café campeão do Concurso, do produtor José Alexandre Abreu de Lacerda no Sítio Córrego Pedra Menina, em Dores do Rio Preto (ES), veio da categoria microlote. Composto de 2 sacas, o campeão teve uma saca arrematada pelo Grupo Café do Moço, que pagou R$ 4.200 e foi considerado campeão da categoria Especial entre os compradores pela Abic, e outra pelo Café Ghini, também do Paraná, com o montante de R$ 4.150.

O Grupo Café do Moço também comprou outras duas sacas do café da Ceres Trindade (6º colocado), do Sítio São Joaquim, em Jardim Távora (PR), por R$1.200 cada saca. Já o microlote do produtor Clayton Mapelli Cerri, do Sítio Anhumas em São Sebastião da Grama (SP), que alcançou o 3º lugar no Concurso foi vendido por R$1.620 cada uma de suas duas sacas, pelo Jardim Café.

CD e Natural
O Grupo arrematou também o lote de seis sacas que ficou com a 7ª colocação no Concurso, do produtor Evilásio Shigueaki Mori, de Cambira (PR), pagando R$ 2.000 por saca e totalizando R$ 12.000. Foi o maior valor de aquisição por saca, entre os lotes de café Natural e Cereja Descascado, o que rendeu à empresa o título na categoria Ouro do leilão.

A empresa paranaense também adquiriu a saca do lote de CD do vice campeão do Concurso, produzida em Piatã, na Bahia, por Antônio Rigno de Oliveira, por R$1.800. Somando todas as aquisições, a Abic considerou o Grupo campeão da chamada Categoria Diamante, que homenageia a empresa que mais investiu em qualidade no leilão.

O café CD de Homero Teixeira de Macedo Jr., da Fazenda Recreio, também de São Sebastião da Grama (SP), foi o 4º colocado teve suas sacas arremadas por valores entre R$ 999 e R$1.300.

Comprador chileno
Outro ponto alto neste leilão foi a participação do Café do Guri, uma cafeteria chilena. O representante Thiago Saraiva pretendia arrematar o lote de seis sacas do 2º colocado no concurso, o produtor Antônio Rigno de Oliveira, de Piatã (BA). Porém, após acirrada disputa conseguiu comprar metade do lote.

Confira, abaixo, todos os valores pagos por cada saca:

Tabela: Abic


Edição Especial
O leilão também contou com a participação de torrefações e cafeterias: Piedi Rosso, Café Barisly, San Babila Café, Café Rancheiro, BonBlend Café, Il Barista, Café Mazzi, Vila Café e Grão Café. Todos os cafés serão agora industrializados e estarão à disposição dos consumidores a partir de abril, compondo a 13ª Edição Especial dos Melhores Cafés do Brasil.

Os cafés finalistas desta edição passaram, em dezembro, pelo crivo de um Júri Técnico (70% da nota final), composto por provadores e especialistas, e em janeiro foram avaliados por um Júri Popular (15% da nota final), integrado por consumidores em reuniões realizadas em São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Bahia, estados produtores participantes do concurso. A soma incluiu também a nota de Sustentabilidade da Propriedade, equivalente aos 15% restantes.
 

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Equipe CaféPoint    São Paulo - São Paulo

Mídia especializada/imprensa

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Comentários

José Adauto de Almeida

Marumbi - Paraná - Extensão Rural
postado em 09/02/2017

Parabéns aos empresários do ramo de cafeterias e torrefações que participaram do leilão e souberam valorizar a qualidade dos cafés do Brasil. Espero que para o próximo ano/safra valorizem ainda mais o nosso café.
Parabéns especial ao Leo Moço que valorizou os cafés do Paraná. Paraná que hoje está produzindo cafés de excelentes qualidades quanto ao tipo, bebida e variadas nuances.

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