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Uganda: governo visa incrementar a produção da lavoura até 2030

INTERNACIONAL

EM 11/12/2017

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Da redação

Para aumentar sua participação no mercado cafeeiro mundial, o governo de Uganda, segundo maior produtor de café da África, anunciou um programa que visa incrementar a produção da lavoura até 2030. Tal acréscimo tem por objetivo quintuplicar a produção atual e atingir 20 milhões de sacas de 60 kg no referido ano.

Foto: Ivan Padovani/Café Editora
                                    Foto: Ivan Padovani/Café Editora

De acordo com dados do Relatório Internacional de Tendências do Café (Volume 6, número 10) de 30 de novembro de 2017, as novas políticas do governo de Uganda têm demonstrado resultados positivos. Na safra 2016/2017, por exemplo, o país exportou 4,2 milhões de sacas, desempenho 18% superior ao período anterior. O cenário está relacionado ao aumento da produtividade nas áreas que foram renovadas
No panorama mundial, o levantamento aponta que as exportações de café bateram recorde no ano cafeeiro 2016/2017 ao atingirem um volume equivalente a 122,45 milhões de sacas, aumento de 4,8% em relação ao ano cafeeiro 2015/2016. Com essas informações, pode-se afirmar que o mundo nunca exportou tanto café como recentemente. Brasil e Vietnã, maiores produtores e exportadores do mundo, no entanto, venderam menos para seus importadores de café, com quedas de 8,8% e 6,4%, respectivamente. 
Citando dados da Organização Internacional do Café (OIC), o relatório destaca, entre outras referências, que as exportações vietnamitas cresceram, em média, 5,5% ao ano nos últimos 15 anos, e que essa tendência deverá se manter daqui pra frente. E mais, que o bom desempenho obtido pela Colômbia confirma a recuperação da cafeicultura verificada no país em decorrência de muitas lavouras terem sido objeto de renovação.
O estudo ressalta também o fato da China estar desenvolvendo um novo modelo de cafeicultura, com apoio de uma grande empresa e subsídios governamentais, especificamente na província de Yunnan. Essa empresa arrenda a terra dos cafeicultores e depois os contrata para cuidar das lavouras, fornecendo mudas e assistência técnica gratuita, além de comprar os grãos por meio de um modelo próprio de precificação desenhado para proteger os produtores da volatilidade do mercado. Com essas medidas, a produção de café na China dobrou em cinco anos, chegando a 2,2 milhões de sacas em 2016/2017.

O Relatório Internacional de Tendências do Café - Publicado mensalmente, faz parte do plano de ação do projeto "Criação e Difusão de Inteligência Competitiva para Cafeicultura Brasileira", do Consórcio Pesquisa Café. O projeto é financiado pelo Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) e tem o objetivo de monitorar, analisar e difundir informações e indicadores relevantes para a competitividade da cafeicultura brasileira, bem como propor soluções estratégicas para os problemas enfrentados pelo setor.

Para ler o material na íntegra clique aqui

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