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México deve salvar a produção de café, alerta a FAO

postado em 19/07/2016

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A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) observou que, no México, não se investe em ativos produtivos para garantir a competitividade do setor cafeeiro. A informação veio do coordenador nacional do Plano Integral de Atenção ao Café (PIAC) da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento Rural, Pesca e Alimentação (Sagarpa), Santiago Argüello Campos.

O coordenador disse que a FAO informou que, no país, faltam inovação e transferência de tecnologias para pequenos produtores e que não há assistência técnica com inclusão social.

Por isso, o PIAC contempla fortalecer a cadeia produtiva, implementar assistência técnica especializada, impulsionar campanhas sanitárias para prevenir e controlar pragas, facilitar o acesso a créditos e capitalização de pequenos produtores de café, executar de maneira participativa os incentivos da Sagarpa.

Em reunião com legisladores da Comissão Especial do Café da Câmara de Deputados, ele disse que o objetivo é elevar a produtividade de sacas de café a 4,5 milhões, para 2018/2019, média história antes da ferrugem.

Ele disse que, nos próximos 10 anos, para contribuir com a segurança alimentar e aproveitar as oportunidades do comércio exterior, o México estaria em posição de produzir, pelo menos 10 milhões de sacas.

Esse ano, foram investidos mais de US$ 1,2 milhão, em apoio a 110 mil produtores, foram impulsionados mais de 117 viveiros comunitários e se estima que no ciclo atual se cultivarão cerca de 210 milhões de plantas de café.

“É um produto prioritário para o país; por isso, a Sagarpa projeta linhas de trabalho para recuperar a produtividade e manter a qualidade do café nacional, através da correta dispersão dos recursos destinados a esse setor”.

Alfredo Zamarripa Colmenero, integrante também da equipe técnica do PIAC, reconheceu que no México não há inovação tecnológica no setor cafeeiro. Além disso, há uma baixa adoção por parte dos produtores.

Ele destacou que menos de 20% dos trabalhadores de café têm inovações, de forma que o PIAC tem 4 eixos fundamentais: renovação de cafezais, assistência técnica, pesquisa & inovação e cooperação internacional.

As informações são do http://canal44.com / Tradução por Juliana Santin 

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