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Cafeicultores da Guatemala propõem aumentar cultivo de café

postado em 16/08/2017

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Durante o 28º Congresso do Café, o presidente da Associação Nacional do Café (Anacafé) da Guatemala, Ricardo Arenas, falou sobre os desafios do setor. A ideia é manter as áreas do país onde já se cultiva o café arábica (centro, leste e norte) e, nas áreas onde não há cultivo (partes baixas ou zonas cognitivas), impulsionar a plantação de conilon, que tem alto rendimento e baixo custo de produção. Para ampliar a área, serão necessários cerca de US$ 220 milhões.

Foto: Alexia Santi/Agência Ophelia
                                 Foto: Alexia Santi/ Agência Ophelia

De acordo com Arenas, a Guatemala já possui mercado para o conilon, uma vez que o México tem pedido para o país o referente a 766 mil sacas de 60 quilos da espécie. A Itália também é uma opção de venda, já que não compra mais café da África.  Na ocasião, o presidente defendeu a manutenção dos cafés arábica, para não perder o nicho de mercado que tem um preço maior, devido à qualidade.

Outro plano é a renovação total das plantas cafeeiras por outras resistentes à ferrugem, porém, para isso, seria necessário um investimento de cerca de US$ 1 bilhão.

Para o especialista do Centro de Pesquisa do Café, Sergio Morales, ambas as variedades de café têm suas qualidades. O arábica tem maior atrativo em preços, por seus sabores e acidez, e o conilon rende mais para a produção de espresso e instantâneo, sendo apto para áreas de altitude menor que 1000 metros acima do nível do mar.

Falta de apoio

Durante o Congresso, a falta de apoio dos governos e a falta de crédito por parte do setor financeiro foi discutida. Dados divulgados pela Anacafé em julho mostram que apenas 15% do parque cafeeiro foi renovado por plantas resistentes a ferrugem. Dos 308 mil hectares de plantas de café, 45,25 foram renovados no custo de US$ 4 mil por planta. Para modificar o restante, será necessário US$ 1,5 milhão.

As informações são do Prensa Libre / Tradução Juliana Santin
 

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