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Com marca própria Peru busca reafirmar qualidade do café nacional

O titular do Ministério da Agricultura e Irrigação (Minagri) do Peru, Juan Manuel Benites, disse que a criação de uma marca Peru para o café produzido no país reafirmará a qualidade do grão nos mercados externos.

“É necessário ir pensando em uma marca Peru, que nos permita ter um selo de qualidade, para que quando alguém vir um café que é do Peru saiba que é de altíssima qualidade e que, obviamente, reflete-se em bons preços para que melhore a economia das famílias cafeeiras”.

Benites afirmou que deve-se padronizar mais o tema da produção, já que trabalha sobre as variedades e, para isso, conta-se com uma estação experimental dedicada exclusivamente ao café em Pichanaki (Junín).

“Nessa região está sendo feito um serviço muito importante em termos de análise de solos, o que está melhorando o pacote tecnológico da fertilização, que é a parte mais importante da plantação de café, para elevar a produção e a qualidade”.

Ele disse que está melhorando muito a apresentação e, além disso, está sendo trabalhado nas certificações sanitárias, porque há cafés orgânicos, mas também há cafés tradicionais, ainda que ambos sejam de importância e se estão dando os passos necessários nesse sentido.

Benites destacou a estreita coordenação que se tem com o Ministério de Comércio Exterior e Turismo na criação da marca Peru para o café, o que permitirá ter acesso a um número maior de mercados.

O Minagri, através da Direção Geral de Negócios Agrários, facilitou a participação de organizações de cafeicultores na Feira de Cafés Especiais dos Estados Unidos (SCAA), que serviu de inspiração aos produtores de café, bem como aos governos locais e regionais do âmbito das zonas cafeeiras da selva central, para que se unissem e criassem a ideia de realizar uma Feira Internacional de Cafés Especiais no país. A I Feira Internacional de Cafés Especiais da Selva Central 2016 (Ficafe) será realizada de 16 a 19 de junho, em Satipo (Junín).

A importância econômica, social e ambiental do café se manifesta com a presença de mais de 223.000 famílias de pequenos produtores que se dedicam a seu cultivo em 338 distritos rurais, 68 províncias e 17 regiões a nível nacional.

As informações são do http://www.americaeconomia.com / Tradução por Juliana Santin 

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