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Colômbia lança campanha educativa nacional contra broca do café

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 02/12/2014

2 MIN DE LEITURA

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Como parte de seus esforços contínuos por manter a sanidade do café diante dos ataques da broca, a Federação Nacional de Cafeicultores (FNC) lançou a nível nacional a campanha educativa “Controle a broca, termine e comece bem o ano”.

Essa campanha é uma medida preventiva considerando a probabilidade de 65% de ocorrência do El Niño moderado no começo de 2015. O fenômeno se caracteriza por maiores temperaturas, menos chuvas e maior brilho solar, condições que favorecem a dinâmica de crescimento e propagação desse inseto que afeta diretamente o fruto do café.

Os períodos de dezembro a janeiro são épocas propícias para que os cafeicultores realizem ações de controle do inseto como revisão e a colheita sanitária ou coleta dos frutos que ficam nos cafezais que estão sendo renovados depois dos meses em que termina a colheita principal.

Sob os lemas “Para ganhar é necessário revisar” e “Revisando protejo minha colheita”, a Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia, com o apoio do trabalho educativo de seu Serviço de Extensão e através de diferentes meios de comunicação (meios interessados no público cafeeiro, periódicos cafeeiros, boletins virtuais, página www.federaciondecafeteros.org, programas de rádio, televisão, redes sociais, mensagens de texto), assim como com dias de campo, visitas a fazendas e reuniões grupais, informará e sensibilizará os cafeicultores da Colômbia sobre a importância de manter a broca controlada.

O principal objetivo é manter durante 2015 a porcentagem de afetação pela broca sob Limiar de Dano Econômico de 5% em todo o país (desde 2011, a infestação se manteve em média abaixo de 3%) e, nas regiões mais sensíveis aos ataques do inseto, motivando os cafeicultores a implementar em suas fazendas as práticas de Manejo Integrado da Broca.

Vale ressaltar que todas as medidas que tendem a proteger os cultivos da broca e manter sua produção e comercialização a níveis competitivos devem ser compatíveis, não causar efeitos nocivos aos habitantes da região, à fauna benéfica e não contaminar o ambiente.

Como parte do controle químico, por exemplo, para o qual há inseticidas comerciais específicos, é importante que o cafeicultor sempre identifique e maneje os “pontos quentes” dentro do lote e que os produtos sejam aplicados nas doses recomendadas.

As boas práticas agrícolas, como a oportuna colheita de café maduro e evitar a queda de frutos ao solo são chaves para combater essa praga e diminuir seu impacto. Quanto ao controle biológico, o Centro Nacional de Pesquisas de Café (Cenicafé) identificou um bom número de inimigos naturais da broca que ajudam a controlá-la e que, por sua vez, preservam o equilíbrio biológico das zonas cafeeiras.

Os dados são do site https://www.federaciondecafeteros.org / Tradução por Juliana Santin 

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JOÃO BATISTA VIVARELLI

DIVINOLÂNDIA - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 03/12/2014

Os métodos de controle da Broca do Café, também deverão ser adotados pelos nossos cafeicultores.
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