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Broca do café se multiplica em clima mais quente na Colômbia

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 20/10/2014

2 MIN DE LEITURA

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Um inseto que somente come grãos de café tem se multiplicado rapidamente em algumas regiões agrícolas da Colômbia esse ano devido ao clima mais quente, mas a nível nacional, a infestação é limitada e não há uma ameaça maior para a colheita, disse o gerente técnico da Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia, Carlos Uribe. Ele disse que as taxas de infestação nas zonas cafeeiras mais importantes subiram para 8%, de 2% a nível nacional, mas poucas regiões foram afetadas em geral.

“É somente uma quantidade mínima do país. O problema é que sua comida é a parte que vale dinheiro”, disse ele sobre o inseto que foi detectado pela primeira vez na Colômbia em 1988, quando infectou aproximadamente um quarto da colheita na década de 1990. A Colômbia ganhou experiência no controle da praga desde então e a rede de agrônomos do país implementou medidas sanitárias nas fazendas afetadas para controlá-la, disse Uribe.

A broca do café, um pequeno inseto, põe os ovos na cereja do café e, quando amadurece, converte-se em larva e devora o grão. As infestações podem se propagar rapidamente e reduzir a produção, mas os agricultores podem controlá-la.

A praga apareceu recentemente em áreas pequenas dos departamentos de Caldas, Quindío, Antioquia e Valle. Uribe garantiu que não é uma preocupação especial esse ano com uma taxa de infestação nacional de 2%, segundo informado pela rede de cooperativas da Federação, em comparação com 1,6% nessa época do ano passado, quando os níveis chegaram a 2,6%.

O clima mais quente esse ano tem dado à broca do café uma vantagem, encurtando seu ciclo reprodutivo a cerca de 25 dias em vez de 30 e aumentando sua oferta de alimentos como os grãos de café que se decompõem mais lentamente na seca e no calor. Com a oportunidade de um clima mais seco que o normal nos próximos meses, os agrônomos da Federação estão enfatizando o controle da praga com o cuidado de não deixar os frutos maduros nos ramos ou no solo, onde os insetos ficam à espreita na próxima colheita.

“Se não chove, o fruto do café (não apodrece) e continuará alimentando os insetos, o que poderia permitir passar os danos à próxima colheita. É por isso que é importante retirar as cerejas maduras do campo”.

O período crítico para fazer isso será a partir das últimas etapas da atual colheita, cerca de novembro até fevereiro, quando os colhedores de café começam a abandonar os campos.

Os insetos do café também existem no Brasil, onde um aumento esse ano em média da seca e do calor levarão o Governo a acelerar a concessão de licenças de um novo pesticida para controlá-lo.

A reportagem é da Reuters/ Tradução por Juliana Santin 

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ARNALDO

SÃO PAULO - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 21/10/2014

Caros, No Brasil as autoridades não se preocupam em resolver os problemas dos cafeicultores, visto que ainda não liberaram licenças para importação de pesticidas para combate a broca,(liberação segundo consta apenas para o Estado de Minas Gerais) Estado de SP, e outro produtores que se virem ! Em são Paulo tb temos problemas de ataques de broca, em função do desiquilibrio da natureza, altas temperaturas, falta de chuvas etc.,Problemas da natureza não podemos gerenciar, mas, a "Burrocracia" poderia ser evitada, para diminuir os problemas enfrentados pelos cafeicultores !!!!
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