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Boletim Carvalhaes: Cafeicultores vendem apenas o necessário para cumprir compromissos próximos

POR EQUIPE CAFÉPOINT

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 29/07/2022

3 MIN DE LEITURA

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Boletim semanal Escritório Carvalhaes - ano 89 - n° 30
Se quiser consultar boletins anteriores, clique aqui e confira o histórico no site*
Santos, sexta-feira, 29 de julho de 2022

Fatores como a quebra na safra brasileira de café 2022/2023, ainda maior do que a estimada por produtores e agrônomos antes do início dos trabalhos de colheita; os estoques baixos em todos os países produtores e consumidores; e as temperaturas altas em pleno inverno nas regiões produtoras de café no Brasil, que provocam uma perda maior de água por evaporação nos cafezais, levaram os fundamentos, nestas duas últimas semanas, a prevalecerem sobre interesses de curto prazo de especuladores e fundos de investimento.

Os contratos de café na ICE Futures US em Nova Iorque oscilaram bastante hoje e encerraram o pregão em queda moderada. Depois de subirem 1.240 pontos nos três primeiros dias da semana, e recuarem 70 pontos ontem, os contratos com vencimento em setembro próximo bateram, hoje, em US$ 2,2040 na máxima do dia – oscilaram 845 pontos entre a máxima e a mínima - e fecharam em queda de 120 pontos, a US$ 2,1720 por libra peso. No balanço desta semana, subiram 1.050 pontos. No balanço da semana passada, apesar de todo sobe e desce, subiram 690 pontos. Alta de 1.740 pontos em duas semanas.

Os estoques de café certificado na ICE, em Nova Iorque, permaneceram estáveis hoje. Fecharam o dia nas mesmas 700.050 sacas de ontem. Caíram 226.486 sacas neste mês de julho. Estão, agora, em apenas 32% do que totalizavam um ano atrás. Há um ano eram de 2.176.206 sacas, caindo, neste período, 1.476.156 sacas.

Depois de cair forte frente ao real por toda a semana, o dólar hoje subiu 0,23% e fechou valendo R$ 5,1750. Ontem, recuou 1,66% e fechou a R$ 5,1630. Na semana, a queda do dólar frente ao real foi de 5,88%. Na sexta-feira passada, fechou a semana cotado a R$ 5,4980. No mês de julho, a queda do dólar foi de 1,12% (fonte: jornal Valor Econômico).

Em reais por saca, os contratos de café para setembro próximo fecharam hoje a R$ 1.486,84. Ontem, encerraram o dia a R$ 1.491,59. Na sexta-feira passada, encerraram a semana a R$ 1.503,28. Na sexta-feira anterior, terminaram a R$ 1.428,25. A queda de 5,88% do dólar frente ao real nesta semana anulou, em nossa moeda, a alta de 1.050 pontos nas cotações do café na ICE em Nova Iorque.

No mercado físico brasileiro de arábica, com Nova Iorque em alta, mas com o dólar recuando forte frente ao real, as ofertas em reais variaram pouco no decorrer da semana. Os compradores subiram levemente suas ofertas. O mercado físico continuou lento, com poucos negócios sendo fechados, comportamento que vem se repetindo semana após semana. Preocupados com o estado dos cafezais, com a forte alta nos custos e com a quebra na colheita, que vai se mostrando ainda maior à medida que os trabalhos avançam, os cafeicultores vendem apenas o necessário para fazer “caixa” e cumprir os compromissos mais próximos.

Até dia 29, os embarques de julho estavam em 1.437.975 sacas de café arábica, 80.637 sacas de café conilon, mais 181,148 sacas de café solúvel, totalizando 1.699.760 sacas embarcadas, contra 2.073.416 sacas no mesmo dia de junho. Até o mesmo dia 29, os pedidos de emissão de certificados de origem para embarque em julho totalizavam 2.362.979 sacas, contra 3.064.373 sacas no mesmo dia do mês anterior.

A bolsa de Nova Iorque – ICE, do fechamento do dia 22, sexta-feira, até o fechamento de hoje, dia 29, subiu, nos contratos para entrega em setembro próximo, 1.050 pontos ou US$ 13,89 (R$ 71,88) por saca. Em reais, as cotações para entrega em setembro próximo na ICE fecharam, no dia 22, a R$ 1.503,28 por saca, e hoje, sexta-feira, dia 29, a R$ 1.486,84. Hoje, nos contratos para entrega em setembro, a bolsa de Nova Iorque fechou em baixa de 120 pontos. No mercado calmo de hoje, são as seguintes cotações nominais por saca para os cafés verdes do tipo 6 para melhor, safra 2022/2023, condição porta de armazém:

R$ 1420/1470,00 - CEREJA DESCASCADO – (CD), BEM PREPARADO.
R$ 1360/1410,00 - FINOS A EXTRAFINOS – MOGIANA E MINAS.
R$ 1300/1330,00 - BOA QUALIDADE – DUROS, BEM PREPARADOS.
R$ 1270/1290,00 - DUROS COM XÍCARAS MAIS FRACAS.
R$ 1230/1260,00 - RIADOS.
R$ 1180/1200,00 - RIO.
R$ 1180/1200,00 - P. BATIDA P/O CONSUMO INT.: DURA.
R$ 1180/1200,00 - P. BATIDA P/O CONSUMO INT.: RIADA

DÓLAR COMERCIAL DE SEXTA-FEIRA: R$ 5,1750 PARA COMPRA.

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