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... Feliz ano novo

BRUNO MIRANDA

EM 28/12/2011

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 *Sylvia Saes
*Bruno Varella
 
No momento em que mais um ano termina, balanços e reflexões são inevitáveis. Aqui mesmo no CaféPoint é possível encontrarmos alguns muito interessantes. Entre as diversas iniciativas promovidas pelo sítio ao longo de 2011, chamou a atenção a compilação de opiniões dos seus colaboradores acerca do que foram os últimos doze meses para o setor cafeeiro. Acreditamos que as opiniões ali elencadas merecem muitos caracteres de debate, já que encaminham questões fundamentais para o futuro.

É nesse espírito que preparamos o nosso último texto de 2011. Como os leitores de nossa coluna sabem, tradicionalmente encerramos o ano com um rápido apanhado dos temas aqui tratados ao longo dos dozes meses anteriores. Agora, porém, acreditamos que o momento peça um tratamento ligeiramente diferente. Encerraremos o ano com uma pergunta, que, por sinal, vocês encontram nos comentários da professora Sylvia Saes – uma das signatárias dessa coluna, qual seja: quais países produtores terão condições de sustentar a demanda crescente por café?

Consideramos que essa questão é fundamental pois, de diversas formas, ela nos faz refletir sobre o nosso papel no mercado global de café nas próximas décadas. É difícil imaginar outro país capaz de contibuir tanto para sustentar a demanda crescente do produto como o Brasil. Seja produzindo, seja exportando conhecimento, nosso papel nesse processo é protagônico. Por um lado, é inegável que temos, diante de nós, um desafio enorme. Por outro, inúmeras oportunidades podem surgir. Seremos capazes de aproveitá-las? Deixaremos que nossas inúmeras limitações nos impeçam de assumir o papel que nos cabe nessa empreitada?

Acreditamos que, ao longo do ano de 2012, essa questão voltará a ser debatida nesse espaço inúmeras vezes. Dela sabemos, ademais, que muitas perguntas surgirão. Se formos capazes de contribuir para que ao menos parte da resposta para todos os questionamentos decorrentes seja respondida, nossa missão já estará cumprida. Essa tarefa é facilitada, em grande medida, pela considerável quantidade de informações disponibilizada em sítios como o CaféPoint, seja por meio de sua equipe, seja pelas análises de seus colaboradores.

Isso posto, nos vemos em 2012. Desejamos a todos os leitores um excelente princípio de ano. Que a participação de todos, dando sugestões e criticando os nossos textos, seja por e-mail, seja por meio do sítio, continue. E que, dentro do possível, saibamos ocupar o nosso devido espaço em um mercado em constante transformação. Em outras palavras: que o Brasil aproveite os ventos vindos da demanda para garantir melhor remuneração para os agentes participantes da cadeia e que, principalmente, esses agentes sintam satisfação pessoal crescente em sua atividade cotidiana.

*Sylvia Saes - Professora do Departamento de Administração da USP e coordenadora do Center for Organization Studies (CORS)

*Bruno Varella Miranda- Mestre em Administração pela USP

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BRUNO VARELLA MIRANDA

SÃO PAULO - SÃO PAULO - PESQUISA/ENSINO

EM 29/12/2011

Prezado Reinaldo,

Agradecemos o comentário. Como disse, esse é um desafio que deverá nortear diversos dos nossos textos no ano que vem. Fica, assim, o convite para que você volte sempre e siga contribuindo para dar vida a esse espaço de discussões,

Um feliz ano novo,

Bruno Miranda
REINALDO FORESTI JUNIOR

CAMPANHA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 29/12/2011

Eméritos Professores.

Concordo plenamente com o diagnóstico apresentado acima.O Brasil é sem dúvida nenhuma, o protagonista disponível e principal para atendimento de demanda de café,tanto no mercado de commodities como no de produto agregado,contando com índole histórica de produção desta rubiácia,para o mercado interno e externo, melhorando remuneração e qualidade no atendimento dos auspiciosos clientes.

No aguardo dos nossos companheiros comentaristas, retribuo votos enviados e com grande abraço de confraternização, subscrevo-me atenciosamente.