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Cochonilha da roseta do café conilon

Por Maurício José Fornazier
postado em 16/06/2006

8 comentários
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A cochonilha branca da roseta compreende um complexo de espécies, das quais prevalece o gênero Planococcus. É um inseto que está se tornando a principal praga do café conilon em diversos municípios produtores do Espírito Santo.

Registros de ocorrência relataram sua presença nas regiões de montanha do Estado, no período de 1976 a 1979, causando sérios prejuízos às lavouras cafeeiras de arábica.

Um dos primeiros comunicados informais de sua ocorrência em café conilon foi realizado pelo Engº Agrº João Luiz Perinne, em 1995, então funcionário da COOABRIEL.

Os primeiros focos foram relatados em Vila Valério, expandindo-se progressivamente para os municípios de São Gabriel da Palha, Jaguaré, Nova Venécia e, posteriormente, para toda a região Norte do Espírito Santo desde a safra agrícola 94/95, porém em baixas infestações.

Desde a safra 99/00 vem sendo observada causando danos na região central-serrana, principalmente nos municípios de Itarana e Itaguaçú, com ocorrência também na região Sul, no município de Castelo e recentemente em Vargem Alta e Cachoeiro de Itapemirim, também em café conilon. No município de Vargem Alta foi observada atacando lavouras de café arábica em plantio contínuo ao conilon, porém, sem maiores prejuízos. Tem sido observada também em plantios no Sul da Bahia.

A cochonilha é uma praga que na época de inverno se aloja no solo. Com o início das chuvas e das irrigações para indução do florescimento, sobem para a parte aérea da planta, indo se alojar nas flores, chumbinhos e na base dos frutos, onde ficam mais protegidas dos inimigos naturais e da ação dos agrotóxicos. O ataque ocorre, inicialmente, em reboleiras e vai se disseminando na medida em que a população aumenta.

Foto 1 - Dano da cochonilha em frutos chumbinho.
Fonte: Maurício Fornazier

A região de cultivo do café conilon, predominantemente situada no Norte do Estado, é caracterizada pelo acentuado déficit hídrico durante todo o ano, exigindo irrigações periódicas para obtenção de produtividades economicamente viáveis, o que parece favorecer o desenvolvimento populacional da cochonilha.

O inseto tem sido encontrado atacando as rosetas do cafeeiro, desde a floração até próximo à colheita. Sua população aumenta a partir de setembro, porém, nota-se acentuado desenvolvimento na primeira semana de novembro, se prolongando até março/abril, quando naturalmente diminui na parte aérea das plantas. A contínua sucção da seiva provoca a queda de flores e de frutos ainda verdes, causando um dano conhecido pelo produtor como "roseta banguela".

Foto 2 - Dano da cochonilha na época da floração. Roseta "banguela".
Fonte: Maurício Fornazier

Estima-se que a cochonilha da roseta venha causando, anualmente, danos superiores a U$10milhões à cafeicultura capixaba de conilon. Nesta safra de 2005/06 sua infestação foi muito alta, sendo estimado prejuízos superiores a 20% da safra de conilon - É interessante se contatar com o Presidente da COOABRIEL e ver a estimativa que eles têm desse prejuízo para essa safra.

Através de dois projetos de pesquisa financiados pelo Funcafé/Consórcio Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras, o INCAPER em parceria com a COOABRIEL tem realizado diversas ações de investigação quanto à bioecologia e controle da praga, como o monitoramento dos locais de refúgio da cochonilha, a determinação da susceptibilidade dos diversos clones componentes das variedades recomendadas e a determinação de produtos químicos, épocas e métodos de manejo da praga.

Foto 3 - Equipe INCAPER/COOABRIEL: M. Fornazier, Wander Gomes, Alysson Scalfoni e Admar Bautz.
Fonte: Maurício Fornazier

Em áreas que anteriormente apresentaram diferentes índices de presença da praga, constatou-se grande incidência de formas jovens e adultas nas raízes "principal" (considere-se o conjunto das primeiras raízes que se formam) e secundárias, e em trânsito nas hastes da planta do café. Em diversas lavouras foi encontrada já infestando as rosetas a partir do florescimento ou pegamento dos 'frutos-chumbinho'.

O inseto foi encontrado atacando as raízes de uma ampla gama de hospedeiros, como as plantas daninhas: tiririca, canela de urubu, trapoeraba, macaé e maria-preta e plantas cultivadas comercialmente, como milho, cana-de-açúcar e abacaxi, podendo estas plantas servir de abrigo e fonte de alimentação para a cochonilha e para futuras re-infestação dos cafezais.

As cochonilhas se movimentam pelas plantas ou pelos tubos de irrigação, pelas plantas daninhas, etc. e podem ser carregadas por formigas.

Lavouras intensamente infestadas apresentam associação com formigas, que sobem das raízes e constroem canais de terra nas hastes do cafeeiro. Notou-se também apodrecimento do colo da planta, na região logo abaixo da inserção com o solo. Essas lesões podem servir de entrada para fungos e bactérias. Em muitas plantas foram observadas criptas nas raízes, onde o inseto se aloja. A maior incidência da praga foi constatada em lavouras de clones de maturação precoce.

A infestação da cochonilha nas rosetas do café conilon é, provavelmente, muito influenciada por longos períodos de estiagem, haja vista a constatação das mais elevadas infestações nas safras associadas a períodos de seca prolongada.

A falta de produtos registrados para controle da praga e o desconhecimento do adequado manejo podem causar sérios impactos ambientais e de saúde pública no meio rural.

Soluções emergenciais estão sendo testadas para diminuição dos danos causados pelo inseto ao conilon capixaba, já estando identificada a eficiência de diversos produtos químicos quando aplicados via foliar e que quando utilizados dentro de um sistema de manejo e rotação poderiam ser eficazes para o controle da cochonilha da roseta, sem causar resistência química.

Porém, embora a maioria desses produtos possua registro para uso na cultura do café, eles não possuem registro específico para a cochonilha, por não ser esta praga de importância econômica para grande parte da cafeicultura brasileira. Entretanto, através do interesse específico de cada firma detentora da patente desses produtos, pode-se solicitar a extensão de uso para a praga em questão, bastando que sejam cumpridas as exigências do Ministério da Agricultura.

A melhor forma de controle, hoje, é a aplicação dos produtos via foliar. Para tanto, se deve utilizar alto volume de calda e um excelente espalhante adesivo, a exemplo dos siliconados, que permita o molhamento e a penetração da calda no interior das rosetas, onde está alojada a praga. A utilização de pulverizadores costais manuais pode trazer alguns problemas quanto ao atingimento do alvo, pela dificuldade da penetração da calda no interior das plantas, além de demandar enorme esforço dos aplicadores, pelo volume de calda exigido na pulverização.

Outro aspecto importantíssimo é a pulverização na época correta, ou seja, quando a praga se encontra realmente presente na lavoura. Essa época é determinada através do acompanhamento sistemático da lavoura a partir de setembro. Como já falado, tem-se observado que essa época está entre o final de outubro e a primeira quinzena de novembro.

Outros trabalhos que facilitem o controle da cochonilha também estão sendo realizados, como o uso de produtos via solo e via tronco e o uso de diferentes tipos de cola via tronco. A época de aplicação de produtos via foliar e via solo também tem sido estudada. Porém, ressalte-se que para a convivência com a praga, sem agressão ao meio ambiente e buscando-se a redução de seus danos, outros dados referentes, principalmente, à biologia da praga e sua associação com inimigos naturais presentes nas áreas cafeeiras, necessitam ser obtidos através de estudos complementares.

Saiba mais sobre o autor desse conteúdo

Maurício José Fornazier    Venda Nova do Imigrante - Espírito Santo

Pesquisa/ensino

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Comentários

Leandro Canal

Vila Pavão - Espírito Santo - Consultoria/extensão
postado em 30/06/2006

A cochonilha da roseta foi observada em Vila Pavão, há mais ou menos três anos, porém em pequena proporção. Contudo, não determinamos o grau de infestação na lavoura, pois não tínhamos conhecimento do ciclo de vida da praga.

Naquele ano, tivemos um prejuízo da ordem de 30% na produção de café conilon. Os produtores, na sua maioria pequenos proprietários, não deram importância à praga, além de que, muitos deles sequer sabiam identificá-la.

Com o intuito de promover a assistência técnica de forma generalizada, no dia 21 de junho passado, convidamos a equipe de pesquisadores do Incaper para ministrar palestra em nosso município, enfocando o controle da cochonilha e da lagarta da roseta, que também causou prejuízo na safra passada (2005/6) e caminha juntamente com a cochonilha.

No evento reuniu-se mais de 300 pessoas, entre produtores e autoridades. Os palestrantes da unidade experimental de Linhares, Antônio Lani (solos e adubação) e César Fanton (entomologia) mostraram, nitidamente, que só se produz café de qualidade e com boa produtividade, aliando-se persistência e determinação.

Não pára por aí. Temos em nosso município uma parceria entre os órgãos governamentais e municipais, onde figuram como parceiros o Incaper, a secretaria municipal de e as escolas agrícolas CEIER-Centro de Integração e Educação Rural e EFA de Chapadinha-Escola Família Agrícola, que atuam juntamente com a secretaria nos trabalhos de divulgação e mobilização dos produtores.

Renan Covre Trevisani

Teixeira de Freitas - Bahia - Revenda/ distribuição de produtos para a produção
postado em 24/07/2006

Além de atuar no mercado de café como técnico e vendedor, também venho de uma família de produtores da região de Colatina e lá temos algumas experiências com esta praga.

A melhor maneira que achamos foi o monitoramento a partir da poda, que é a única época que passamos pé por pé de café, podendo, assim, ver qualquer foco e pulverizar toda a planta, das folhas até o tronco no chão.

Com isso, diminuímos, consideravelmente, a infestação da cochonilha.

Também, em outra lavoura, usamos um produto com registro para bicho mineiro, de aplicação no solo, no mês de junho, podendo se estender ate julho. Além do bicho mineiro notamos um resultado no controle da cochonilha, porém estamos em fase de experimento.


Caro Renan,

Gostaria de esclarecer-lhe que o monitoramento da praga, deve sim, ser efetuado durante todo o ciclo produtivo do café conilon, pois, temos observado que a cochonilha possui hábito de atacar a roseta, subindo do solo, onde se aloja nas raízes do cafeeiro ou em diversas plantas invasoras.

A época de sua movimentação na planta parece estar muito relacionada à disponibilidade de água, ou seja, ao início da época de aplicação de água para indução do florescimento. Porém, sua infestação parece estar, também, muito relacionada com a ocorrência de veranicos mais prolongados. Ainda, a intensidade de sua infestação pode variar sensivelmente, de ano para ano, dentro de uma mesma área.

O monitoramento, somente na época da poda, pode nos levar a não considerarmos o real potencial de infestação da cochonilha na lavoura, pois, nessa época (logo após a colheita), a cochonilha se encontra abrigada fora da parte aérea da planta.

Considero que, pela importância da praga para o conilon capixaba, tanto em termos destrutivos em redução da produtividade (especialmente em lavouras altamente tecnificadas e de alta produtividade), quanto da contaminação ambiental pelo uso de agrotóxicos para seu controle e, pelo aumento dos custos de produção, seria extremamente interessante o produtor começar a criar o hábito de monitorar mais de perto sua lavoura; não só na época da poda, mas, como uma prática sadia de convivência com as pragas e doenças - cochonilha, lagarta da roseta, broca-do-café e ferrugem.

Diversos trabalhos que realizamos pulverizando o tronco multicaule do conilon, com diversos produtos químicos de contacto e sistêmicos, passando dos dois lados da rua, não apresentaram eficiência agronômica de controle da cochonilha da roseta.

Quanto ao produto com registro para café/bicho-mineiro que você relata (infelizmente não citou qual o princípio ativo) ter aplicado via solo e encontrado resultado no controle dessa praga e também para a cochonilha, gostaria que prestasse atenção em relação a alguns aspectos:

1º - a época recomendada pelo fabricante para utilização de produtos via solo, não é a relatada por você (junho-julho), o que poderia induzir profissionais a cometerem um erro técnico de recomendação para esses produtos. È necessário registro do produto, dose e época de aplicação do produto.

2º - Especificamente para bicho-mineiro, a época de maior incidência de sua população se dá em veranicos prolongados, ou seja, em janeiro-fevereiro, época em que estes produtos já não estariam mais sendo eficazes para seu controle, devido à época de aplicação (junho-julho).

3º - fizemos diversos experimentos com produtos sistêmicos via solo, de diferentes grupos químicos, e observamos que esses produtos não tem apresentado constância nas suas eficiências agronômicas para controle da cochonilha. Em campos com infestações baixas da cochonilha os produtos sistêmicos via solo apresentam-se com controle satisfatório, porém, em locais com altas infestações, esses produtos, como disse, não tem se mostrado satisfatórios para a redução da população da cochonilha nas rosetas durante todo o ciclo produtivo, necessitando o controle ser complementado com uma pulverização foliar.

4º - Como disse mais acima, a inconstância no aparecimento sistemático da cochonilha nas lavouras, em anos seguidos, pode levar a interpretações diferentes em relação à eficiência desses produtos. É por isso que ressaltei, no artigo original, quanto à decisão técnica e econômica em se utilizar produtos sistêmicos via solo.

Considero que, sob a luz dos conhecimentos atuais que dispomos sobre os hábitos e a bioecologia da cochonilha da roseta em café conilon, a intervenção para o seu controle, ainda deva ser realizada via foliar, com monitoramento de sua ocorrência e aplicação em talhões e nos clones mais infestados, embora bem mais trabalhosa, principalmente se analisarmos as condições econômicas do pequeno cafeicultor de conilon, que não conseguiria arcar com os custos da aplicação dos produtos sistêmicos via solo, quase dez vezes mais oneroso que a aplicação foliar e, com a inconstância dos resultados dos produtos via solo. Lembremos que uma aplicação via foliar, bem realizada, é suficiente para o controle.

Todos os trabalhos realizados por nós, que relatei acima, estão publicados nos Congressos Brasileiros de Pesquisa Cafeeira e nos Simpósios de Pesquisa dos Cafés do Brasil e, estão sendo divulgados em palestras que temos feito por toda a região produtora de conilon do Espírito Santo.

Esclareço que prosseguimos com os trabalhos, mas, que muito ainda tem que ser entendido sobre essa praga, para que possamos reduzir seus danos à cafeicultura capixaba do conilon. Espero que com os resultados obtidos até o momento, sobre as épocas de incidência da praga e os diversos métodos e épocas de controle, possam auxiliar os cafeicultores no seu combate racional.

Agradeço pela carta e fico a disposição.

Maurício.

armando simoes lopes

Domingos Martins - Espírito Santo - Revenda/ distribuição de produtos para a produção
postado em 27/07/2006

O artigo do Dr. Maurício Fornarzier foi bastante esclarecedor e ele foi muito feliz, utilizando um vocabulário bem explicativo.

É de pesquisas como esta que nós, consultores, precisamos para desenvolver melhor nosso trabalho.

Parabenizo o Dr. Maurício.

Pablo Menezes

Teixeira de Freitas - Bahia - Consultoria/Produção de café
postado em 14/11/2006

Dr. Mauríco,

Fazemos um monitoramento diário da lavoura para pragas e doenças e temos observado que a cochonilha da roseta começa o seu aparecimento nas plantas próximas aos quebra-ventos.

Essa observação é uma regra para essa praga ou ela pode iniciar seu ataque à lavoura pelas plantas do centro também?

Pablo,

Nossas observações de campo não nos levam a afirmar que a infestação se inicie pela bordadura, ou pelo centro da lavoura. O que pode estar acontecendo é que o quebra-vento utilizado possa ser um hospedeiro intermediário do complexo de cochonilhas que ataca as rosetas do conilon.

Sugiro que seja feita uma amostragem no quebra-vento (raízes) para detecção do inseto. Se for possível faça a amostragem das rosetas do conilon, das raízes e do quebra-vento. Separe os insetos por local de coleta e, se puder, me envie para identificação (que é realizada nos EUA). Seria material para podermos identificar as espécies que estão ocorrendo aí na Bahia.

Porém, se a cochonilha não estiver espalhada por toda a lavoura, não aplique produto químico indiscriminadamente para controle. Proceda à interferência somente nas áreas atacadas e nos arredores, iniciando de fora para dentro da área afetada, afim de não dispersar ainda mais a cochonilha.

Abraço e à disposição,

Maurício J. Fornazier
Engº Agrº - Incaper/ES

Carlos Otávio Ribeiro Constantino

Mimoso do Sul - Espírito Santo - Consultoria/extensão
postado em 28/11/2006

Prezado Maurício,

Comecei a trabalhar com a cultura do café conilon no Norte do ES, desde agosto de 2006. Pelo que me foi relatado pelos produtores, nos anos anteriores, ocorreu infestação generalizada e com muitos danos, desde o período de outubro.

No entanto, até o presente momento nas lavouras que presto consultoria, situadas nos municípios de São Gabriel da Palha, Nova Venécia e Vila Valério, não constatei infestação com dano econômico. Desta forma, gostaria de saber quais são os possíveis motivos para não ocorrência da cochonilha nesta safra até o presente momento.

Atenciosamente,

Carlos Otávio

Prezado Carlos,

Provavelmente o excesso de chuva, que vem sendo constatado nas regiões de cultivo de café conilon no Espírito Santo, pode propiciar condições favoráveis a episotias de entomopatógenos naturais de solo.

Recomendo que continue o monitoramento, pois, pode ocorrer um ataque tardio da praga, ligado a veranico. Esse ataque pode ocasionar menores danos à produtividade das lavouras, porém, deve ser controlado visando a diminuição da infestação da área para as safras seguintes.

Um grande abraço,

Maurício Fornazier

antonio magno pereira de carvalho

Montanha - Espírito Santo - Produção de café
postado em 24/01/2011

Qual inseticida devo aplicar para combater a cochonilha da roseta via foliar, pois apliquei o verdadero em outubro via solo mas me parece que nao combateu completamente



Antenciosamentte,

Antonio Magno,

israel

Romaria - Minas Gerais - Produção de café
postado em 05/11/2011

Caros companheiros, acredito que temos que nos organizar e levar mais informaçoes aos produtores. Têm muitos que ainda desconhecem essa praga, que causa muitos danos.

Zundir José Buzzi

Curitiba - Paraná - Professor Universitário aposentado
postado em 12/12/2013

No ano de 2009 publiquei o livro "Nomes populares de insetos e ácaros do Brasil" pela Editora da Univers.Federal do PR.   Atualmente estou tentanto fazer um Suplemento deste livro. Para isso conto com a boa vontade de pesquisadores que estejam em contato com o mundo agrícola, florestal ou de pesquisa e saibam de nomes populares de algum inseto ou ácaro que seja praga ou náo mas que tenha alguma denominação popular. Peço que o envie através do emal:  zbuzzi@gmail.com que se já náo o tiver catalogado no livro citado,o acrescentarei ao suplemento que estou elaborando. Entre em contato para esclarecer qualquer dúvida. Abracos. Prof. Zundir José Buzzi

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